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17/02/2021 - 09:30

 

Uma equipe fiscal da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) realizou na tarde da última segunda-feira (15) vigilância ativa em propriedade rural de risco para febre aftosa, no município de Ulianópolis, sudeste paraense. Não foram detectados animais doentes na propriedade.

Ulianópolis possui 67 mil animais cadastrados junto a Adepará, por meio da gerência regional de Paragominas, responsável pela gestão de 670 mil  cabeças de gado quando somados os rebanhos de todos os municípios que a integram.

“A vigilância ativa em propriedade de risco envolve esforços intensivos para detectar a presença ou comprovar a ausência da doença ou infecção. Ela é realizada por meio de fiscalizações regulares às propriedades com animais susceptíveis para coleta de informações”, esclarece Samyra Albuquerque, coordenadora do Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA).

Foto: Divulgação

Durante a fiscalização na propriedade, é realizada entrevista com os produtores e trabalhadores rurais, em seguida, o serviço oficial realiza inspeção clínica nos animais, a fim de detectar sinais de doença.

 

Samyra Albuquerque explica que as inspeções a propriedades rurais são um ponto fundamental nas atividades de vigilância veterinária porque representam o principal momento de coleta e registro de informações referentes aos rebanhos de animais susceptíveis à febre aftosa.

De acordo com ela, o PNEFA, principalmente no período entre etapas de vacinação, tem como meta prioritária a inspeção e fiscalização a propriedades rurais, especialmente as classificadas como de maior risco para febre aftosa. 

Hoje, o Pará possui o status de livre de febre aftosa com vacinação e atua com o intuito de avançar para zona livre de febre aftosa sem vacinação, o que significaria conquistar novos mercados e diminuir os custos envolvidos no processo de imunização do rebanho.

Texto: Aycha Nunes