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27/11/2019 - 18:30

 

Você sabia que o queijo do Marajó, certificado pela Adepará, está sendo utilizado no cardápio das escolas municipais de Soure, no arquipélago do Marajó? Estes produtos são registrados pela Agência, que emite um certificado para reconhecer a qualidade do alimento e pode ter a produção expandida para todos os municípios do Estado. O registro também proporciona ao produtor a possibilidade de participar de concursos locais ou nacionais.

Alguns critérios precisam ser adotados para os estabelecimentos registrarem a sua produção artesanal. Um deles é se adequar à Lei nº 7.565, que estabelece as normas de licenciamento, beneficiamento, elaboração e comercialização de produtos artesanais comestíveis de origem animal e vegetal no Pará. Além disso, o produtor deve apresentar documentos obrigatórios para o cadastro da empresa, além de o local dispor de condições higiênico-sanitárias. É considerada produção artesanal aquela que se enquadra no limite de mil litros de leite diários para a fabricação de derivados sólidos.

Visando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que são propostas da Organização das Nações Unidas (ONU) a se cumprir para melhorar a vida das pessoas, a Adepará firma compromisso com o ODS 02 que fala sobre a segurança alimentar e melhoria da nutrição. Esta meta garante o acesso de todas as pessoas a alimentos seguros, nutritivos e suficientes durante todo o ano. A agenda mundial também propõe dobrar a produtividade e renda dos pequenos produtores de alimentos, como os agricultores familiares, por meio de conhecimento, serviços financeiros, mercados e oportunidades de agregação de valor.

O projeto de utilizar o queijo do marajó no lanche escolar é uma iniciativa da prefeitura de Soure, com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Na composição da merenda, foram utilizados produtos de agricultura familiar.

Foto: Antônio Silva/Agência Pará