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Áreas

 

Na área sanitária vegetal, o principal programa na Agência é o Programa de Erradicação da Mosca-da-carambola que é coordenada pela GPEMF (Gerência do Programa de Erradicação da Mosca das Frutas), tendo como principal meta manter a área de dispersão da praga quarentenária mosca-da-carambola nos limites do estado do Amapá, sem o que a não execução deste programa, levaria todo o mercado internacional de exportação de frutos brasileiros in natura a se tornar alvo de restrições.

No ranking nacional o Pará aparece como o 7º (sétimo) maior produtor de frutas cítricas e o 1º (primeiro) da Região Norte (IBGE, 2015). Parte da produção é exportada para os estados de Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Piauí e Tocantins e a partir de 2016 para União Europeia.

A produção de frutas cítricas, no Pará, está concentrada no Polo Citrícola localizado no nordeste do Pará onde prevalece a produção de laranja e tangerina e no Polo Citrícola da região oeste do Pará, conhecida como Baixo Amazonas, onde prevalece a produção de limão taiti e laranja, em menor escala. Existe, também, produção de goiaba em pomares comerciais no município de Dom Eliseu e de carambola no município de Santo Antônio do Tauá, no nordeste do Pará.

As informações acima mencionadas definem a importância econômica e social da produção de frutas a nível nacional e regional, pois garantem o sustento de famílias de agricultores e pequenos agricultores. Também garantem renda à milhares de pessoas em razão da oferta de empregos diretos e indiretos gerados pelos médios e grandes produtores e por toda cadeia produtiva.

Além dos pomares comerciais de frutos hospedeiros da B. carambolae existem, espalhados por todo o estado do Pará, o cultivo de plantas frutíferas, hospedeiras da referida praga em áreas urbanas, especialmente em quintais residenciais e pequenas chácaras.   

Com relação ao status para a praga B. carambolae, o Pará está classificado como ¨Unidade Federativa com ocorrência da praga¨, em razão da captura de insetos no município de Almeirim, distrito de Monte Dourado, na região Oeste do Pará, conhecida como Baixo Amazonas.

Diante dos fatos acima mencionados, com o objetivo de salvaguardar a fruticultura regional, e ser importante protagonista, como já vem sendo desde 2007, juntamente com os estados do Amapá e Roraima, no controle oficial da B. carambolae, o estado do Pará, através da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará – Adepará, elaborou um Plano de Trabalho onde estão descritos a estrutura, o funcionamento do serviço oficial de defesa sanitária vegetal no Estado do Pará, o cronograma de execução, além dos procedimentos operacionais, que adequarão as ações do Programa Estadual da Mosca da Carambola, as exigências preconizadas na IN 28 de 20 de Julho de 2017, que entraram em vigor em 20 de Janeiro de 2018, com vistas a prevenção, contenção e erradicação da B. carambolae

 

Legislação

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 28 de 20-07-2017 - MOSCA DA CARAMBOLA

 

Gerente: Adalberto Tavares

Contato: 91 99392-3014

 

Localização

Estados Unidos
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