Operação conjunta reforçou ações de educação sanitária e monitoramento após aumento da concentração de garças naquela região.

A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), em conjunto com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), realizou, na manhã desta quinta-feira (11), uma ação de educação sanitária na Praça Batista Campos, em Belém, para orientar a população quanto ao papel da Adepará nas atividades de vigilância e inspeção relacionadas a superpopulação de aves na área.
As equipes dos dois órgãos fizeram a verificação e orientaram sobre os procedimentos adequados para a notificação de animais que apresentem sintomas compatíveis com influenza aviária.

A médica e frequentadora da praça, Andreia Lobato, esteve presente no momento da ação, e destacou a importância da iniciativa, como questão de saúde pública.
“Há alguns meses nós notamos esse aumento na concentração das garças aqui na região e isso nos preocupou. Esta ação é muito importante, orientando a população e estar atento, pois é uma questão de saúde pública”, afirmou.
Na atividade, não houve registro de animais com suspeita da doença na praça. Durante a ação, a equipe identificou uma ave com fraturas, e logo foi encaminhada aos órgãos ambientais responsáveis pelo atendimento.
Vale ressaltar que a Adepará não realiza o resgate de animais. A atuação da Agência está voltada exclusivamente para a investigação de casos suspeitos de influenza aviária, atendendo às notificações de aves com sintomas da doença.

A gerente de Defesa Animal em exercício, Luise Ratis, reforçou que a atuação da Adepará está voltada para a prevenção, vigilância e investigação de casos suspeitos de influenza aviária, e mantém um planejamento contínuo de monitoramento para orientar a população sobre os sintomas da doença e os canais de notificação.
“A Adepará montou um planejamento de ações de educação sanitária na região, para que a gente consiga instruir as pessoas a respeito dos sintomas da influenza aviária, que é o que nos cabe, além de explicar como que eles podem notificar em casos de animais com sintomas da doença, e o que vai ser feito quando eles entrarem em contato”, disse Luise Ratis.
