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Pará encerra, nesta terça (30), última campanha de vacinação contra a febre aftosa - 29/04/2024
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Produtor tem até o dia 15 de maio para comprovar a vacinação do rebanho em uma unidade da Adepará. Prazos não serão prorrogados.
Estado com o segundo maior rebanho do País - mais de 26 milhões de bovinos - e cobertura vacinal acima de 98%, o Pará finaliza a última campanha de vacinação contra a febre aftosa nesta terça-feira, 30, em 129 municípios do Estado.
A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) alerta que o produtor tem até o dia 15 de maio para comprovar a vacinação do rebanho em uma unidade da Adepará do seu município e reforça que os prazos, tanto para vacinar quanto para declarar a quantidade de animais vacinados, não serão prorrogados.
Trata-se da última etapa de vacinação para que o Pará seja reconhecido como zona livre de aftosa sem vacinação, status que foi conferido nacionalmente ao Estado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) conforme portaria nº 665/2024 e que começa a vigorar a partir de maio.
O diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, destaca a importância dos produtores rurais ficarem atentos para o encerramento do prazo. “É muito importante que o produtor rural atente para esse período, pois não vai ser possível realizar prorrogação da etapa de vacinação. Então, o produtor rural deve se direcionar a uma revenda agropecuária cadastrada e registrada na Adepará para adquirir a sua vacina e imunizar o seu rebanho o quanto antes”, enfatiza o diretor.
Jamir Macedo, Diretor Geral da Adepará , ressalta a importãncia da parceria com os produtores rurais para avançar no status de zona livre de aftosa sem vacinação.
Com o fim da vacinação, a partir de maio, será proibida a comercialização de vacina contra a febre aftosa nas revendas agropecuárias e também a entrada de animais oriundos de lugares em que o rebanho ainda é vacinado, ressalta George Santos, fiscal agropecuário e gerente do Programa de Erradicação da Febre Aftosa.
“Nós já temos essa portaria do Ministério nos considerando, nacionalmente, como livre de febre aftosa sem vacinação. Portanto, nós vamos proibir a entrada de bovinos e bubalinos de Estados que ainda vão vacinar no segundo semestre, como Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Essa é a atual situação do Estado do Pará frente a esse processo de suspensão da vacina, frente a esse processo de se tornar livre de febre aftosa sem vacinação, e tudo isso vai ser avaliado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), e ano que vem eles chancelam esse reconhecimento internacional”.
George Santos, gerente do Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa
Nesta última campanha, estão sendo vacinados bovinos e bubalinos de todas as idades no Estado, com exceção do arquipélago do Marajó. Com a suspensão da vacinação, a Adepará executará uma vigilância baseada em risco e intensificará as fiscalizações nas revendas, considerando a proibição da venda de vacinas contra a doença, e no trânsito agropecuário, para evitar que animais bovinos e bubalinos vacinados entrem no Estado.
Faro e Terra Santa – Nos dois municípios do oeste paraense, a vacinação não foi antecipada e seguiu o calendário normal previsto para a região. O prazo para vacinar também encerra no dia 30. Nestes municípios a vacinação durou 45 dias, iniciou em 15 de março e vai até 30 de abril com prazo de declaração até 15 de maio. Terra Santa possui 35 mil animais, entre bovinos e bubalinos. Em Faro, são 10 mil cabeças de gado. Na última campanha de vacinação, os municípios alcançaram 100% de cobertura vacinal.
Serviço: Última vacinação contra Febre Aftosa no Pará - até 30 de abril.
ACESSIBILIDADE - 25/04/2024
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O termo acessibilidade significa incluir a pessoa com deficiência na participação de atividades como o uso de produtos, serviços e informações. Alguns exemplos são os prédios com rampas de acesso para cadeira de rodas e banheiros adaptados para deficientes.
Na internet, acessibilidade refere-se principalmente às recomendações do WCAG (World Content Accessibility Guide) do W3C e no caso do Governo Brasileiro ao eMAG (Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico).
O eMAG está alinhado as recomendações internacionais, mas estabelece padrões de comportamento acessível para sites governamentais.
Na parte superior do site existe uma barra de acessibilidade onde se encontra atalhos de navegação padronizados e a opção para alterar o contraste. Essas ferramentas estão disponíveis em todas as páginas do site.
Os atalhos padrões do governo federal são:
Teclando-se Alt + 1 em qualquer página do site, chega-se diretamente ao começo do conteúdo principal da página.
Teclando-se Alt + 2 em qualquer página do site, chega-se diretamente ao início do menu principal.
Teclando-se Alt + 3 em qualquer página do site, chega-se diretamente em sua busca interna.
Teclando-se Alt + 4 em qualquer página do site, chega-se diretamente ao rodapé da página.
No caso do Firefox, em vez de Alt + número, tecle simultaneamente Alt + Shift + número.
Ao final desse texto, você poderá baixar alguns arquivos que explicam melhor o termo acessibilidade e como deve ser implementado nos sites da Internet.
Leis e decretos sobre acessibilidade:
Decreto nº 5.296, de 02 de dezembro de 2004: Regulamenta as Leis nº 10.048, de 8 de novembro de 2000 e 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009: Promulga a convenção internacional sobre os direitos das pessoas com deficiência e seu protocolo facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007.
Decreto nº 7.724, de 16 de Maio de 2012: Regulamenta a Lei nº 12.527, que dispõe sobre o acesso a informações.
Portaria nº 03, de 07 de Maio de 2007: Institucionaliza o Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico - eMAG
GERÊNCIAS REGIONAIS - 24/04/2024
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GERÊNCIAS REGIONAIS
Aos Gerentes Regionais competem as seguintes atribuições: representar a ADEPARÁ em suas relações externas, cerimônias cívicas, e demais eventos designados em suas áreas de atuação; identificar as demandas regionais, face aos programas e projetos de atuação da ADEPARÁ e de programas e projetos afins da área de produção; promover a coleta de dados e informações capazes de fornecer indicações locais mais precisas à programação da ADEPARÁ; coletar, de forma sistemática, dados indicativos do agronegócio e do desempenho da ADEPARÁ em sua área de atuação; contribuir para a elaboração do orçamento programa anual da Regional; elaborar os relatórios de atividades da Gerência Regional; elaborar pareceres e instruir processos e expedientes que lhe forem encaminhados pelo Diretor Geral; realizar fiscalização dos programas e projetos executados pela ADEPARÁ no âmbito de sua área de atuação; requisitar o material necessário ao funcionamento da unidade; controlar a frequência mensal dos servidores e instruir processos relativos ao pessoal lotado na Regional; coordenar a elaboração das escalas de Plantão e rodízio de servidores nos postos de fiscalização fixos da ADEPARÁ; executar e/ou fiscalizar a execução das atividades de administração do prédio da sede da Regional, compreendendo a conservação do imóvel ocupado, sua vigilância e os serviços de portaria em geral; executar outras atribuições compatíveis com a função e/ou determinadas pelos superiores.
,Gerente: LEONALDO DONATO DIAS
Contatos: (91) 99166-6958 / (91) 99392-0188
E-mails: regionalabaetetuba@adepara.pa.gov.br
regabaete@hotmail.com
End: R. Lauro Sodré, 1972 - São Lourenço, Abaetetuba - PA, 68440-000
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Gerente: MARCOS NASCIMENTO MOURA
Contatos: (91) 98522-0322
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Horário de funcionamento: Segunda à sexta, das 9h as 15h.
Gerente: RUBENS SANTOS DE MORAIS
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Horário de funcionamento: Segunda à sexta, das 9h as 15h.
Gerente: ENALDO PRATA AGUIAR
Contato: (91) 99334-7094
E-mail: regionalbreves@adepara.pa.gov.br
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Horário de funcionamento: Segunda à sexta, das 9h as 15h.
Gerente: KID STELIO ALMEIDA
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End: R. da Paz, 427, Novo Progresso - PA, 68193-000
Horário de funcionamento: Segunda à sexta, das 9h as 15h.
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Gerente: JOSINO FILHO GOMES DOS SANTOS
Contatos: (91) 9392-3890 (91) 98402-7785
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Gerente: GEOVAINNI AGUIAR ARRUDA
Contato: (94) 98405-9295
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Horário de funcionamento: Segunda à sexta, das 9h as 15h.
Gerente: GEDEON RAMOS DA SILVA
Contato: (94) 98455-6338
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Horário de funcionamento: Segunda à sexta, das 9h as 15h.
Gerente: ANDRE REALE SIMÕES
Contato: (93) 98405-0114
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End: Av. Curua-Una, 812 - Santíssimo, Santarém - PA, 68010-000
Horário de funcionamento: Segunda à sexta, das 9h as 15h.
São Geraldo do Araguaia - GRSG
Gerente: IADA FARIAS CORREIA
Contatos: (94) 3331-1330 / (94)
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Horário de funcionamento: Segunda à sexta, das 9h as 15h.
Gerente: DANIELLE SEABRA BRITO GUIMARÃES
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Gerente: DEYVESON GOMES DE BASTOS
Contatos: (94) 3426-4748 / (94) 98409-7180
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Horário de funcionamento: Segunda à sexta, das 9h as 15h.
Teste Contrato - 2024
- Categoria: CONTRATOS
- Data: 23/04/2024
- Anexos:
Banner - 12/04/2024
Banner Exemplo - 12/04/2024
Título Serviço - 02/04/2024
Título Serviço - 02/04/2024
Título Serviço - 02/04/2024
Título Serviço - 02/04/2024
Título Serviço - 02/04/2024
Título Serviço - 02/04/2024
Governo do Estado abre oficialmente a última campanha de vacinação contra a febre aftosa em Marabá - 02/04/2024
- Descrição:
Após o reconhecimento nacional de área livre de aftosa sem vacinação, Pará realiza última campanha contra a doença e se prepara para conquistar novos mercados.
Fotos: Marcelo Lelis / Agência Pará
O governador Helder Barbalho abriu oficialmente, nesta terça, 02, a última campanha de vacinação contra a febre aftosa no Pará, durante agenda de compromissos em Marabá, município que possui o 5º maior rebanho do País e o 3o do Estado com mais de 1 milhão e 300 mil animais.
No Sindicato dos Produtores Rurais de Marabá, o governador falou para uma plateia formada por produtores rurais da região e depois vacinou bovinos no curral do parque de exposição, num gesto que marca a importância desta que será a última imunização contra a doença no Estado.
No evento, o governador parabenizou tanto produtores rurais quanto médicos veterinários da Adepará que se empenharam para o último ciclo de vacinação contra a aftosa no Estado.
"Estamos aqui no Parque de Exposição de Marabá realizando este ato, pelo simbolismo que este lugar representa. O setor produtivo tem o seu destaque, porque se hoje o Estado está iniciando sua último ciclo de vacinação, é porque houve por parte do produtor rural a compreensão da importância deste movimento e a adesão ao processo de investimento da sanidade animal para que pudéssemos chegar a este estágio, quando o Pará alcança um outro nível, um nível de credibilidade da qualidade de seu produto, que consequentemente se apresenta como habilitado para novos mercados. Agradeço, como governador do Estado, pois estamos falando aqui de uma das principais rotações econômicas, parabenizo todos os produtores rurais”
De acordo com a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARA) nesta última campanha serão vacinados bovinos e bubalinos de todas as idades no Estado, com exceção do arquipélago do Marajó.
A campanha, que era realizada no mês de maio, foi antecipada para que o Pará possa dar prosseguimento ao Plano Estratégico de retirada da vacina e sua substituição por ações que irão subsidiar a manutenção do status sanitário.
Até o dia 30 de abril, o produtor ainda precisa vacinar os animais e tem até o dia 15 de maio para comprovar a vacinação do rebanho, procurando uma unidade da Adepará do seu município. Esses prazos não serão prorrogados.
O diretor geral da Adepará, Jamir Macedo, destacou a parceria entre Adepará e produtores para o sucesso das campanhas de vacinação e de todas as conquistas que o setor vem alcançando nos últimos anos. “Esse é um trabalho de parceria entre a Adepará e o produtor rural, que é extremamente consciente, extremamente dedicado com a sua propriedade. Já conquistamos a zona livre de aftosa com reconhecimento nacional, agora vamos pleitear o reconhecimento internacional. É o Pará cada vez mais trabalhando forte para que sua produção pujante possa gerar mais empregos e renda para nosso povo”.
Marabá foi escolhida para sediar o evento por integrar a região que deu início a vacinação contra a aftosa, destacou Josino Santos, diretor de defesa e inspeção animal da Adepará.
“O município de Marabá era a região com um dos maiores rebanhos na época e era o polo da pecuária regional, sendo a primeira região do Estado que alcançou o status de área livre de aftosa com vacinação em 2007”, contou.
Servidores como Geraldo Jota, gerente regional da Adepará em Marabá, disse que o momento é histórico para a região onde a pecuária surgiu na década de 1970 com os primeiros imigrantes vindos do sul do país, trazendo os primeiros bovinos.
“É um grande marco, uma grande conquista , a capital do boi gordo, onde é forte a pecuária e onde o produtor rural que sempre vacinou seu gado todo ano para chegar nesse estágio. Adradeço aos produtores e também aos nossos servidores da Adepará que sempre estiveram ali no campo trabalhando junto com o produtor através da defesa agropecuária e também na fiscalização”.
Defesa Animal - O intenso trabalho de defesa animal realizado pela ADEPARÁ culminou este ano com a conquista do novo status sanitário nacional de zona livre da doença sem vacinação. Com a retirada da vacinação obrigatória, o produtor irá reduzir os custos com a compra de vacina e a produção de carne deve conquistar novos mercados, mais exigentes.
“Com esse pleito de retirada da vacina, começamos a executar ações que nos não executávamos antes. A vigilância baseada em risco, o mapeamento das propriedades de risco e a inspeções clínicas dos animais. Há muitas ações que vamos comecar a executar e outras que vamos continuar mantendo. Agora, é seguir com o plano estratégico a fim de manter o status conquistado”, disse George Santos , fiscal agropecuário e gerente do programa estadual de erradicação da febre aftosa.Novo status sanitário - Estado com maior rebanho do País, mais de 26 milhões de bovinos, e cobertura vacinal acima de 98%, o Pará foi reconhecido com o novo status sanitário por meio da portaria nº 665/2024, do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), com vigência a partir de maio. Agora, o Estado precisa ficar um ano sem vacinar, e por igual período, sem receber animais vacinados, para que possa conquistar o status internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação.
A gerente de Defesa Animal da Adepará, Graziela Oliveira, ressalta que “o reconhecimento internacional de status de área livre de aftosa sem vacinação está prevista para ocorrer em maio de 2025 conforme cronograma e, para isso, devemos continuar cumprindo as ações previstas no Plano Estratégico, mantendo a efetividade dos trabalhos do serviço veterinário estadual”.
Para o vice-presidente do Sindicato Rural de Marabá, Antônio Vieira Caetano, o setor produtivo vive o encerramento de um ciclo. “Nós estamos encerrando esse trabalho. Então, é uma honra para o nosso município e para o Estado. É mais um passo adiante. Recentemente, recebemos a visita de um pessoal dos Estados Unidos para saber da comode da carne, então o pessoal já está vindo nos procurar. É uma fatia do mercado que o Pará pode conquistar com o novo status de área livre de aftosa sem vacinação”.
Segundo o Sindicato, hoje a China é o maior importador de carne paraense e com a habilitação de mais 4 plantas frigoríficas o Pará deve ganhar alcançar novos mercados internacionais incentivando a pecuária sustentável.
“O nosso boi é o boi verde, 100% do Brasil, é o boi da Amazônia. Aqui em Marabá temos a pecuária sustentável mas ainda precisamos de regularização ambiental e fundiária para avançar” , disse o pecuarista.
Estudo Epidemiológico
A ADEPARÁ concluiu as atividades de vistoria e coleta de amostras de sangue de bovinos para o estudo sorológico, com a finalidade de constatar a ausência de circulação viral da febre aftosa para o processo de validação e alcance do novo status sanitário. As coletas foram realizadas em 102 propriedades rurais, de 55 municípios paraenses. Foram coletadas amostras de sangue de 3.400 bovinos, com idades de até 24 meses. Nas propriedades, além das coletas de sangue para testes laboratoriais, os animais foram clinicamente inspecionados.
Pará conquista reconhecimento nacional de Zona Livre de Febre Aftosa sem vacinação - 25/03/2024
- Descrição:
Fotos: ASCOM ADEPARÁ
Todo o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) voltada para manter o rebanho paraense livre de doenças, com cobertura vacinal acima de 98%, foi reconhecido com o novo status sanitário conquistado pelo Pará, de Zona Livre da Febre Aftosa Sem Vacinação, de acordo com a portaria nº 665/2024, do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), publicada no último dia 21, um marco para a pecuária.
Este reconhecimento comprova que a Agência de Defesa possui em seu Serviço Veterinário Oficial, profissionais altamente qualificados garantindo a sanidade do rebanho paraense, com a prevenção e manutenção do status sanitário, propiciando os avanços conquistados.
O novo status sanitário é um marco para a pecuária paraense, resultado do trabalho que é desenvolvido pela ADEPARÁ há mais de 20 anos e empenho de toda a cadeia produtiva do Estado, garante Jamir Macedo, Diretor Geral da ADEPARÁ.
“É uma grande conquista alcançada pelo setor agropecuário do Estado do Pará. A Zona Livre de Aftosa Sem Vacina demonstra que o trabalho executado pela agência de defesa agropecuária do estado é extremamente eficaz, além disso os investimentos em reestruturação, capacitação técnica e desenvolvimento tecnológico amplificaram a atuação, aumentando, portanto a sensibilidade do serviço de defesa agropecuário no estado. Parabéns a todo time de servidores da ADEPARÁ, parabéns a todos os produtores rurais e parabéns a a população paraense”.
A portaria entra em vigor a partir do dia 02 de maio, após a realização da última campanha de vacinação, que foi antecipada e acontecerá de 1º a 30 de abril, seguindo os protocolos do Plano Estadual para suspenção da vacina. O produtor precisa ficar atento ao novo calendário, pois não haverá prorrogação e ao prazo para declarar a vacina, que será até o dia 15 de maio.
“Até a portaria entrar em vigor, precisamos seguir os demais protocolos que é a última etapa de vacinação, de 1º a 30 de abril, declarações até o dia 15 de maio e a sorologia de estudos epidemiológicos, que já está acontecendo em algumas propriedades escolhidas. Tudo isso é um alcance de um sucesso de todo o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Agência de Defesa por meio do Serviço Oficial Veterinário e também, do compromisso dos produtores que nos auxiliam e abraçam a causa, colaborando e se preocupando com a saúde do seu rebanho”, ressalta George Santos, gerente do programa estadual de erradicação da febre aftosa.
Após a etapa de vacinação, as vendas e aplicação de vacina contra febre aftosa estarão proibidas no Estado e partir do dia 1° de maio, haverá restrição de entrada de animais vacinados, assim as fiscalizações nas revendas e do trânsito agropecuário serão intensificadas pela Agência de Defesa.
Novo Status Sanitário
A conquista do novo status sanitário possui recomendações especificas que são determinadas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Além da antecipação da campanha, estão as atividades de vistoria e coleta de amostras de sangue de bovinos, para o estudo sorológico que constata a ausência de circulação viral da febre aftosa, trabalho já iniciado pela Agência de Defesa.
Foto: Agência Pará
Ao todo, 102 propriedades rurais localizadas em 55 municípios do Estado, participarão do estudo. A expectativa é que devam ser colhidas amostras de sangue de 3.400 bovinos, com idades de até 24 meses.
Além dessas recomendações, o Estado precisa ficar um ano sem vacinação, e por igual período, sem receber animais vacinados, para que o Pará possa conquistar o status internacional de zona livre da febre aftosa sem vacina.
Sendo o segundo Estado com maior rebanho do país, formado por mais de 26 milhões de animais, as ações de defesa sanitária, que garantem a qualidade destes animais, serão mantidos e intensificados após a suspensão da vacina, sempre contando com a parceira do produtor rural, parte essencial no processo da lida diária com o rebanho em sua propriedade, identificando e notificando qualquer suspeita de doença ao Serviço Veterinário Estadual.
Pará inicia ações para a conquista de certificação de Zona Livre de Febre Aftosa sem Vacinação - 23/03/2024
- Descrição:

A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) iniciou nesta semana, as atividades de vistoria e coleta de amostras de sangue de bovinos, para o estudo sorológico, e assim constatar a ausência de circulação viral da febre aftosa para o processo de validação e alcance do novo status sanitário de Zona Livre de Aftosa Sem Vacinação do Pará. Esta primeira etapa do estudo segue até o final de março. O próximo passo será a vacinação contra a doença, que acontecerá de 1° a 30 de abril, e que foi antecipada.
As coletas serão realizadas em 102 propriedades rurais, distribuídas em 55 municípios paraenses. A expectativa é que devam ser colhidas amostras de sangue de 3.400 bovinos, com idades de até 24 meses. Nas propriedades, além da coletas de sangue para testes laboratoriais, os animais serão clinicamente inspecionados pelos fiscais estaduais agropecuários e médicos veterinários da Adepará. A previsão é que as atividades de campo do estudo se encerrem até junho deste ano.

Todo o trabalho que vem sendo desenvolvimento pela Agência de Defesa para manter o Pará livre da febre aftosa e agora, o pleito para o novo status sanitário, é considerado um marco para pecuária paraense, ressalta o diretor geral da Adepará, Jamir Macedo.
“A antecipação da etapa de vacinação contra febre aftosa para Abril e o trabalho de estudo sorológico são ações importantes e que atendem o cronograma previsto no plano estratégico de retirada da vacina, aliado a isto, asseguram que não existe a circulação viral no estado do Pará, dando maior tranquilidade na defesa do pleito junto a OMSA, que posteriormente certifica o Estado como Zona Livre de Aftosa Sem Vacina. Um grande marco na pecuária paraense”.

O Fiscal Estadual Agropecuário, Glaucio Galindo, coordenador do estudo ressalta que a eficácia desta ação depende do apoio dos produtores rurais que tiveram suas propriedades selecionadas.
“Os produtores das propriedades rurais selecionadas para o estudo terão que manter os animais separados até que os resultados laboratoriais fiquem prontos, sendo fundamental o apoio deles em mais esta etapa para que possamos pleitar o novo status sanitário”.

A tão almejada certificação de Zona Livre de Febre Aftosa sem vacinação, ainda possui outros componentes que estão sendo trabalhados pelo Estado, além do estudo sorológico, como as notificação de suspeitas de doenças vesiculares, vigilância em estabelecimentos rurais e de abate, em aglomerações de animais, e de atendimento ao Plano de Ação elaborado pela Agência de Defesa.
“A ADEPARÁ tem cumprido todos as ações preconizadas no pleito para retirada de vacina contra febre aftosa. Foi dado início no processo do inquérito com a coleta de amostras nos bovinos, onde o apoio do produtor é primordial para um bom andamento dessa etapa, seguido pela vacinação que ocorrerá em abril”, ressaltou Graziela Oliveira, gerente de defesa animal.
Após a etapa de vacinação, as vendas e aplicação de vacina contra febre aftosa estarão proibidas no Estado e partir do dia 1° de maio, haverá restrição de entrada de animais vacinados, assim as fiscalizações nas revendas e do trânsito agropecuário serão intensificadas pela Agência de Defesa.
ANTECIPAÇÃO DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO
Para que possa obter o novo status sanitário de Zona Livre de Febre Aftosa sem vacinação, o Estado precisa seguir algumas recomendações específicas determinadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no Plano Estratégico Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, entre elas está a antecipação da última campanha de vacinação, além do estudo sorológico.
Diferentes das campanhas anteriores, não haverá prorrogação desta etapa que acontecerá de 1º a 30 de abril, onde serão vacinados os bovinos e bubalinos de todas as idades.
Após a imunização dos animais, o produtor tem até o dia 15 de maio para comprovar a vacinação do rebanho, procurando uma unidade da Adepará do seu município.
O Pará é considerado pela Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA) zona livre de febre aftosa com vacinação desde 2018, após a ADEPARÁ realizar intensas ações voltadas para a sanidade dos bovídeos e sempre manter a cobertura vacinal acima de 98% durante as campanhas.
Com a retirada da vacinação, os trabalhos de defesa sanitária, que garantem a qualidade do rebanho, serão mantidos e intensificados pela Agência de Defesa, sempre contando com a parceira do produtor rural, que é parte importante no processo da lida diária com o rebanho em sua propriedade, identificando e notificando qualquer suspeita de doença ao Serviço Veterinário Oficial do Estado.
Adepará lança última campanha de vacinação contra a Febre Aftosa em Faro e Terra Santa - 14/03/2024
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Nos municípios de Faro e Terra Santa, na região oeste do Estado, os produtores terão um prazo de 45 dias para vacinar o rebanho. A vacinação contra a febre aftosa inicia nesta sexta-feira, 15 de março, e se estende até 30 de abril. Eles também precisam declarar a quantidade de animais vacinados até o dia 15 de maio. Vale lembrar que nenhum dos prazos será prorrogado.
A abertura ocorrerá às 9h da manhã, na quadra da Escola Padre José Nicolino, em Terra Santa, com a presença de representantes da Adepará, do Sindicato de Produtores Rurais e da Prefeitura Municipal.
De acordo com a médica veterinária Roberta Fulco, Fiscal Estadual Agropecuária responsável pela Unidade da Adepará em Faro e Terra Santa, além de ser a última, esta campanha é considerada a mais importante para o Estado.
"É a mais importante porque vai ser a última e vamos poder avançar para o status de zona livre de febre aftosa sem vacinação. É muito importante destacar que a partir de agora as campanhas de vacinação serão atualizações cadastrais, ou seja, o produtor vai até a Adepará para comunicar o nascimento, a morte ou relatar o surgimento de algum sintoma diferente no animal", enfatizou a veterinária.
O gerente do Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, George Santos ressalta que para obter o novo status sanitário de Zona Livre da doença sem vacinação, o Pará precisará seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Como o processo de suspensão da vacina inicia em maio, além da antecipação da campanha, o Estado precisará ficar um ano sem vacinar o rebanho, e por igual período, sem receber animais vacinados em seu território.
Além disso, houve a intensificação das inspeções sanitárias e fiscalizações nas propriedades e um diferencial na vigilância epidemiológica, que agora trabalha baseada em risco, ou seja, no risco de reintrodução da doença. “Nós estamos realizando uma vigilância muito mais pontual, onde, de fato, há maior probabilidade de reintrodução da doença, que são as propriedades de risco, que estão sendo mapeadas. Os produtores precisam estar muito mais atentos aos sinais clínicos das doenças, em perceber e notificar a Agência de Defesa para que possamos fazer um diagnóstico clínico, e se for necessário, um diagnóstico laboratorial para termos a certeza de qual doença se trata e assim poder ter todas as condições de combater", destaca George.
Rebanho Faro e Terra Santa - O município de Terra Santa possui 35 mil animais, entre bovinos e bubalinos. Em Faro, são 10 mil cabeças de gado. Na última campanha de vacinação, os municípios alcançaram índice de cobertura vacinal de 100%.
O que é a Febre Aftosa?
A febre aftosa é uma doença provocada por um vírus que acomete animais que tem o casco partido como os bovinos, os sintomas são: febre alta, aftas na boca e feridas nas patas. A doença se alastra muito rápido e em caso de sintomas a Adepará deve ser imediatamente avisada.Antecipação da campanha da aftosa
No restante do Estado, a última campanha de vacinação contra a febre aftosa foi antecipada de maio para abril. A imunização do rebanho será de 1o de abril a 30 de maio. A partir de maio, a vacina será substituída por uma vigilância baseada em risco.SERVIÇO:
- Abertura da Última Campanha de Vacinação Contra a Febre Aftosa em Faro e Terra Santa
- Data: 15 de março
- Horário: 9h
- Local: Quadra da escola Padre José Nicolino, em Terra Santa.Última Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa em Faro e Terra Santa - 15 de Março a 30 de Abril de 2024. Prazo para declarar: Até 15 de Maio.
Última campanha de vacinação contra a febre aftosa é antecipada no Estado - 01/03/2024
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Diferente das campanhas anteriores, não haverá prorrogação desta etapa que deve ocorrem de 1º a 30 de abril.
Foto: Marco Nascimento / Ag. Pará
O Estado do Pará se prepara para a retirada da vacinação contra a Febre Aftosa, que acontecerá em maio deste ano, possibilitando a abertura de novos mercados com a maior visibilidade internacional dos produtos de origem animal, entre outros benefícios à pecuária paraense. A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) organiza a última vacinação do rebanho de bovinos e bubalinos, a qual foi antecipada e vai acontecer no período de 1° a 30 de abril. Diferentes das campanhas anteriores, não haverá prorrogação desta etapa.
Com um rebanho formado por mais de 26 milhões de animais, o Pará é o segundo estado com maior rebanho do país, diante desta realidade, a imunização é para animais bubalinos e bovinos de todos as idades, e a Agência de Defesa trabalha para atingir 100% de rebanho imunizado. Após o processo de imunização dos animais, o produtor tem até o dia 15 de maio para comprovar a vacinação do rebanho, procurando uma unidade da Adepará do seu município.
"Após inúmeros processos e um trabalho intenso da defesa animal, chegamos a mais uma etapa para que possamos avançar e alcançar o novo status sanitário de zona livre da doença sem vacinação. Esta é a última campanha e isso irá reduzir os custos com a vacinação do produtor rural, e também vai possibilitar a abertura de novos mercados que são mais exigentes, proporcionando a geração de mais empregos e de renda para a produção pecuária local", finalizou o diretor geral da Adepará, Jamir Macedo.
Uma das estratégias que a Adepará vai adotar para a última campanha a partir de março, são as orientações que as equipes de Fiscais Estaduais Agropecuários, Agentes Fiscais e Auxiliares de Campo realizarão em todo o Estado com os produtores, sindicatos e parceiros para esclarecer sobre todo o processo de retirada da vacinação. Além de realizar a mobilização por meio das redes digitais e imprensa local.
Após o dia 30 de abril, fim do prazo para a vacinação, outras medidas também serão adotadas, como as fiscalizações que serão intensificadas nas revendas, considerando a proibição da venda de vacinas contra a doença, e no trânsito agropecuário, onde animais bovinos e bubalinos vacinados não poderão entrar no Estado.
"Essa é a nossa última campanha de vacinação no Pará, após iremos iniciar outras ações para seguirmos os passos para a suspensão da vacina, implementando nossas vigilâncias baseadas nos riscos de uma possível reintrodução da doença, bem como sensibilizarmos produtores para a responsabilidade compartilhada e fazê-los conhecedores dos sinais clínicos das doenças que causam vesículas, nos notificar o quanto antes para que possamos investigar, coletar material e enviar para diagnóstico. O produtor agora precisa estar muito mais atento aos seus animais, que é o seu patrimônio", ponderou George Santos, gerente do programa estadual de erradicação da febre aftosa.PARÁ LIVRE DA FEBRE AFTOSA
Gerenciado pelo Programa de Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, desde o ano de 2018, o Estado do Pará é considerado área livre de febre aftosa com vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA), consequência das inúmeras ações realizadas pela Agência de Defesa, e sempre mantém a cobertura vacinal em acima de 98%.
Nesses casos, considerando a erradicação da Febre Aftosa, o Pará para obtenção de novo status sanitário de Zona Livre da doença sem vacinação, precisará seguir algumas recomendações específicas que são determinadas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Entre elas, está a antecipação da campanha, pois todo o processo de suspensão da vacina precisa ser iniciado em maio, visto que o Estado precisa ficar um ano sem vacinação, e por igual período, sem receber animais vacinados.
A partir de março deste ano, será realizada a sorologia, um estudo que vai acontecer em algumas propriedades que o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) vai selecionar para testar alguns animais e constatar a ausência de circulação viral para o processo de validação e alcance do novo status sanitário de Zona Livre de Aftosa Sem Vacinação do Estado.
Com isso, os trabalhos de defesa sanitária, que garantem a qualidade do rebanho, serão mantidos e intensificados, sempre contando com a parceira do produtor rural, que é parte importe no processo da lida diária com o rebanho em sua propriedade, identificando e notificando qualquer suspeita de doença ao Serviço Veterinário Estadual.
AÇÕES DE DEFESA ANIMAL
Com a retirada da vacina, algumas ações especificas de defesa animal serão intensificadas pelo serviço veterinário oficial, como a vigilância epidemiológica. Para que isso aconteça, será implantado o programa de Vigilância Baseada em Risco para a Febre Aftosa (PVBR), o qual consiste em realizar o mapeamento das propriedades com maior risco de possível reintrodução da doença, visitas periódicas nestas propriedades, além das orientações aos produtores para que fiquem atentos ao seu rebanho, e notifiquem a Adepará em caso de qualquer suspeita.
Só no ano passado, a Adepará realizou mais de 14 mil vigilâncias em propriedades, executados em todo o território paraense. As ações previstas no plano estadual de retirada da vacina também incluem a vacinação fiscalizada, que ocorre quando o Serviço Veterinário Oficial acompanha a vacinação dos animais nas propriedades. Durante este trabalho, os fiscais estaduais realizam ainda inspeções de patas e bocas em animais susceptíveis à febre aftosa.
Todo o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Adepará e os avanços alcançados, comprovam que a Agência possui profissionais qualificados para realizar o Serviço Veterinário Oficial, que vem se aperfeiçoando cada vez mais para oferecer um trabalho de qualidade, e assim garantir o avanço e manter o novo status sanitário.
Pará se prepara para retirada de vacinação contra a Febre Aftosa em 2024 - 15/12/2023
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Tendo o Pará , o 2º maior rebanho bovino do país, formado por mais de 25 milhões de animais, o Estado se prepara para a retirada da vacinação contra a Febre Aftosa que deve ocorrer já no primeiro semestre de 2024, possibilitando a abertura de novos mercados com a agregação de valor aos produtos de origem animal, entre outros benefícios à pecuária paraense. Todo esse trabalho vem sendo desenvolvido pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ), através do Programa de Estadual de Erradicação da Febre Aftosa.
Desde o ano de 2018, o Estado do Pará é considerado área livre de febre aftosa com vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), consequência das inúmeras ações realizadas pela Agência de Defesa. E sempre mantém a cobertura vacinal em acima de 98%.
Nesses casos, considerando a erradicação da Febre Aftosa, o Pará trabalha para obtenção de novo status sanitário de Zona Livre da doença sem vacinação, sendo necessário seguir algumas recomendações específicas que são determinadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no Plano Estratégico Estadual de Erradicação da Febre Aftosa.
A Agência já concluiu 88% das ações previstas no plano, e vem intensificando o trabalho de vigilância epidemiológica. Só em 2023, a Adepará já realizou mais de 14 mil vigilâncias em propriedades, executados em todo o território paraense. As ações previstas no plano estadual também incluem a vacinação fiscalizada, que ocorre quando o Serviço Veterinário Oficial acompanha a vacinação dos animais nas propriedades. Durante este trabalho, os fiscais estaduais realizam ainda inspeções de patas e bocas em animais susceptíveis à febre aftosa.
Todo o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Adepará e avanços alcançados, comprova que a Agência possui profissionais qualificados para realizar o Serviço Veterinário Oficial, que vem se aperfeiçoando cada vez mais para oferecer um trabalho de qualidade, e assim avançar e manter o novo status sanitário.
O Pará também detém o status de maior exportador de gado vivo do país, o que mostra a qualidade do serviço veterinário oficial do Estado. Com a retirada a vacina, possibilitará a abertura de novos mercados, como Japão, União Europeia e Canadá, que são mercados melhor pagadores, proporcionando agregação de valor aos produtos de origem animal, geração de emprego e renda, além de outros incentivos à produção pecuária.
A última vacinação está prevista para abril de 2024. Ainda no primeiro semestre do próximo ano, acontecerá a sorologia, um estudo que será realizado em algumas propriedades que o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) vai selecionar para testar alguns animais e constatar a ausência de circulação viral para o processo de validação e alcance do novo status sanitário de Zona Livre de Aftosa Sem Vacinação do Estado.
Com isso, os trabalhos de defesa sanitária, que garantem a qualidade do rebanho, serão mantidos e intensificados, sempre contando com a parceira do produtor rural, que é parte importe no processo da lida diária com o rebanho em sua propriedade, identificando e notificando qualquer suspeita de doença ao Serviço Veterinário Estadual.
AÇÕES DE DEFESA ANIMAL
Com a retirada da vacina, algumas ações especificas de defesa animal serão intensificadas pelo serviço veterinário oficial, como a vigilância epidemiológica. Para isso, será implantado o programa de Vigilância Baseada em Risco para a Febre Aftosa (PVBR), que consiste no mapeamento das propriedades com maior risco de ocorrência de doença, visitas periódicas nestas propriedades, além das orientações aos produtores para que fiquem atentos ao seu rebanho, e notifiquem a Adepará em caso de qualquer suspeita.
RASTREABILIDADE BOVINA
Visando obter o controle efetivo do trânsito de cada animal que circula no território paraense, tendo como pilares a rastreabilidade e a implantação de chips no gado, a fim de preservar a cadeia em todas as fases, da produção à comercialização. O Governo do Estado está implantando o Programa Estadual de Integridade e Desenvolvimento da Cadeia Pecuária, estando na fase de execução de ações do Grupo de Trabalho composto por 21 instituições, entre setores estaduais, privados e pecuário.
A Agência de Defesa será responsável pela normalização do processo, elaborando um plano para este trabalho. Após aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o plano será implementado no Estado com um cronograma, para que todos os animais sejam identificados.
A iniciativa também será vinculada aos demais programas ambientais já implantados, garantindo assim, o desenvolvimento da cadeia e a qualidade do rebanho, promovendo a sustentabilidade e aumentando a produtividade e renda dos produtores.
Além disso, o processo de rastreabilidade será essencial para manter a preservação sanitária do rebanho, principalmente após a última vacinação contra a febre aftosa, prevista para ocorrer no primeiro semestre de 2024.

















