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Consulta da Frequência - 05/03/2026

Adepará e Mapa firmam convênio de cooperação técnica para fortalecer o combate a pragas agrícolas no Pará - 05/03/2026

  • Descrição:

    Recursos destinados à defesa agropecuária ampliarão as ações de prevenção e controle de três pragas que ameaçam a produção agrícola paraense

     

     

    Reunião Adepará e MAPA

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) assinaram, nesta quarta-feira (4), na sede da Agência, em Belém, um convênio de cooperação técnica no valor de R$ 2,2 milhões, voltado à execução de ações de emergência fitossanitária no território paraense ao longo de 2026.

     

    A solenidade contou com a presença do secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Carlos Goulart, representando o ministro Carlos Fávaro; do coordenador-geral de Proteção de Plantas do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas (DSV/SDA), Ricardo Hilman; além do secretário de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Giovanni Queiroz; do secretário de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Cássio Pereira, e do superintendente federal de Agricultura no Pará (SFA/PA), Otávio Durans.

     

     

    Diretor Geral Jamir Macedo

     

     

    Para o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, o acordo representa um avanço estratégico para o fortalecimento da defesa agropecuária no Pará, ao integrar esforços das esferas estadual e federal e otimizar processos operacionais.

     

    “Hoje foi um dia muito especial. Nós assinamos o convênio com o Ministério para reafirmar a parceria institucional entre a Agência com o órgão federativo. Isso faz com que o nosso trabalho seja fortalecido frente a três emergências fitossanitárias. Com isso, nós possamos ter uma atuação da defesa agropecuária mais forte e mais presente garantindo assim com que as pragas fiquem longe da nossa produção rural, para que o produtor continue tendo mercado, renda e emprego. Então, a Adepará trabalhando forte para garantir a sanidade da nossa produção. É uma parceria alinhada à diretriz de promover o desenvolvimento do Estado por meio do diálogo e da cooperação institucional. A defesa agropecuária é tratada com responsabilidade no Pará. Temos grandes desafios, mas também resultados consistentes no enfrentamento das emergências fitossanitárias. Este convênio é um marco para o setor para que o produtor continue tendo renda”, destacou.

     

     

    Reunião Adepará e MAPA

     

     

    O secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Carlos Goulart, classificou o ato como a consolidação de uma atuação conjunta que contribui diretamente para a sanidade dos cultivos agrícolas e para o fortalecimento das cadeias produtivas nacionais.

     

    “Os avanços na liderança global do Brasil em diversas cadeias produtivas são resultado do trabalho técnico realizado nos estados. O convênio possibilitará a modernização da estrutura da Agência e a capacitação dos servidores, ampliando a capacidade de resposta da defesa agropecuária no Pará”, afirmou.

     

    O secretário explicou como vai funcionar na prática o repasse. “Esse convênio vai permitir o repasse de recursos de um órgão federal para o estadual. É orçamento na fonte de custeio e investimento para aditivar as ações de fiscalização e controle do órgão estadual. Isso vai permitir que a Adepará possa se estruturar com veículos e instrumentos e custear as atividades na prática dessas emergências fitossanitárias”, concluiu.

     

     

    Secretário Giovanni Queiroz: preservação das lavouras

     

     

    O secretário da Sedap, Giovanni Queiroz, ressaltou que a iniciativa amplia a sustentabilidade das ações de defesa no Estado, com impactos diretos na preservação das lavouras e no apoio aos pequenos produtores. “É importante esse tipo de parceria e a sensibilidade do Ministério de vir aqui para nos dar condições de aparelhar esse órgão extraordinário que nós temos no Pará , que é a Adepará, que tem mostrado um grande serviço para defender o interesse do produtor , particularmente o pequeno produtor que precisa dessa proteção, e o governo do estado se envaidece de ter uma ação como essa”, enfatizou.

     

     

    Diretores da Adepará e MAPA assinam convênio de cooperação

     

     

    Infraestrutura e atuação em todo o território

     

    A Adepará tem como missão planejar e executar a política de defesa agropecuária no Pará, assegurando a sanidade e a qualidade da produção destinada ao mercado consumidor.

     

    Atualmente, a Agência atua em todo o território estadual, por meio de 20 regionais distribuídas nas principais regiões de integração, 178 escritórios locais de sanidade agropecuária e 14 postos de fiscalização. 

     

    O coordenador-geral de Proteção de Plantas do Mapa, Ricardo Hilman, destacou os desafios relacionados à vassoura-de-bruxa da mandioca, praga que recentemente causou prejuízos no Amapá. “A praga provoca impactos sociais, econômicos e ambientais significativos, considerando a relevância da mandioca em todo o País. Apesar dos desafios, contamos com equipes técnicas qualificadas e adotaremos todas as medidas necessárias para mitigar riscos e proteger a produção”, afirmou.

     

     

    Reunião Adepará e MAPA

     

     

    O coordenador também reforçou o papel estratégico da Adepará. “A Agência de defesa do Pará é uma parceira muito próxima do Ministério, sempre temos trabalhado juntos não apenas no Pará mas em outros estados. Devido ao seu corpo técnico qualificado sempre tem ajudado e participado diretamente  das ações. Então, a qualidade técnica  além de toda a estrutura da adepará nos dão uma tranquilidade de que as ações serão feitas e é mais um passo na união dos esforços para que todos os desafios sejam superados”, enfatizou.

     

     

    Reunião Adepará e MAPA

     

     

    Defesa contra pragas agrícolas:

     

    Atualmente, a Adepará atua no enfrentamento de três emergências fitossanitárias prioritárias:

     

    Vassoura-de-bruxa da mandioca – com ocorrência restrita ao Parque do Tumucumaque, sob jurisdição do Amapá. Levantamentos realizados nas áreas produtoras do Pará não identificaram registros da praga no Estado.

     

    Mosca-da-carambola – com monitoramento contínuo, instalação de armadilhas, barreiras volantes e fiscalização permanente na divisa com o Amapá, protegendo polos citrícolas e a produção comercial de frutas.

     

    Monilíase (doença do cacaueiro e do cupuaçuzeiro) – com ações preventivas para evitar a introdução da praga, que pode impactar a produção de cacau, segmento no qual o Pará se destaca como maior produtor nacional de amêndoas.

     

    A cerimônia reuniu ainda o corpo técnico da área vegetal da Agência. A diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, Lucionila Pimentel, avaliou que o convênio chega em momento oportuno e estratégico para as ações de defesa vegetal.

     

     

    Servidores da área vegetal da Adepará

     

    “Estamos tratando de pragas que afetam culturas essenciais para a economia estadual, majoritariamente conduzidas pela agricultura familiar. São cadeias produtivas que movimentam cerca de R$ 10 bilhões anuais e ocupam aproximadamente 600 mil hectares. O reforço de recursos amplia a capacidade de atuação da Adepará, permitindo ações mais consistentes e presença efetiva em todas as regiões do Estado”, concluiu.

     

     

    coordenador-geral de Proteção de Plantas do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas (DSV/SDA) Ricardo Hilman

     

     

    Adepará e MAPA assinam termo de cooperação

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Adepará alerta produtores para prazo final da atualização cadastral da soja 2025/2026 - 02/03/2026

  • Descrição:

    O cadastro é obrigatório e essencial para o controle de doenças e pragas nas plantações do território paraense

     

    Fiscal da Adepará em plantação de soja

     

     

    Termina neste sábado (28), o prazo para o cadastramento anual da soja referente à safra de 2025/2026. A medida vale para todos os produtores, ocorre de forma on-line e busca monitorar as lavouras e reforçar o controle da ferrugem asiática no Estado. Os sojicultores que não se regularizarem estarão sujeitos às penalidades previstas na Lei Estadual Nº 7.392/2010. 

     

    O cadastro faz parte do Programa de Pragas de Importância Econômica da Adepará, gerenciado pela engenheira agrônoma Nubia Vasconcelos, que destaca: “Houve um aumento de plantios em Curionópolis, Eldorado, Marabá, Pacajá, Portel, Novo Repartimento, Capitão Poço e Nova Esperança do Piriá. No município de Pacajá, por exemplo, que tinha apenas uma propriedade que plantava soja, agora possui três. Já em Eldorado do Carajás, onde haviam quatro unidades produtoras, agora existem seis. Logo,  municípios que tinham poucos plantios estão começando a aumentar suas áreas plantadas de soja”. 

     

    Outros municípios que também tiveram a expansão dos plantios de soja identificados pela Adepará foram Breu Branco, Goianésia do Pará e Conceição do Araguaia. 

     

     

    Plantação de Soja

     

     

    As equipes da Adepará são responsáveis pela fiscalização e ações fitossanitárias relacionadas a cultura da soja por todo o Estado. Segundo o fiscal estadual agropecuário da Adepará na região do Xingu, Cássio Polla, em Vitória do Xingu também aumentou o número de  propriedades produtoras de soja. Ele conta que o plantio do grão é considerado recente na região e reforça a importância da ação de monitoramento realizada pela Agência.

     

    “Há pouco tempo começaram os plantios de soja em Vitória do Xingu, mas agora na safra 2025/ 2026 notamos um aumento no número de propriedades. Então, realizamos o monitoramento e também ações de educação sanitária com os produtores para que eles entendam o trabalho da Adepará e qual a importância desse monitoramento, dessa inspeção de pragas que a gente faz nas lavouras”, explicou o agrônomo.

     

    O cadastro é uma importante ferramenta para garantir a prevenção e o controle da ferrugem asiática, uma das doenças mais graves desse cultivo, que é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi. A doença provoca manchas na parte inferior das folhas, que evoluem para lesões que provocam rápida queda das folhas e grandes perdas na produtividade.  

     

     

    Plantação de Soja

     

     

    Para o cadastro anual, o sojicultor deve apresentar os seguintes documentos à Agência:

     

    • Comprovante do pagamento da taxa correspondente à atividade agrícola na propriedade, conforme Lei nº 392, de 07/04/2010 e seu regulamento;
    • Formulário de cadastro próprio, legível e integralmente preenchido;
    • Declaração de Conformidade do vazio sanitário;
    • Documento de identidade (frente e verso);
    • CPF – para Pessoa Física;
    • CNPJ – para Pessoa Jurídica;
    • Comprovante de endereço atualizado;
    • Documento da Propriedade;
    • Contrato de Parceria ou Arrendamento.

     

    Texto: Giovanna Athayde (estagiária) com supervisão de Tatiane Freitas

     

    Fiscal da Adepará em plantação de soja

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Adepará capacita 20 agentes vacinadores contra brucelose em São Domingos do Capim - 28/02/2026

  • Descrição:

    Primeiro curso de 2026 reforça cobertura vacinal e fortalece controle sanitário na Região do Guamá 

     

     

    Capacitação Brucelose

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) realizou, nesta semana, em São Domingos do Capim, na Região de Integração Guamá, o primeiro curso de formação de agentes vacinadores contra a brucelose em 2026. A iniciativa reuniu 20 participantes e teve como objetivo capacitar pessoas com mais de 18 anos que atuam diretamente no manejo de animais em propriedades rurais.

     

    A formação incluiu aulas teóricas e práticas voltadas à imunização de bezerras entre três e oito meses de idade — faixa etária com vacinação obrigatória contra a brucelose. A doença, considerada uma zoonose, pode causar infertilidade nas fêmeas bovinas, gerar prejuízos econômicos à pecuária e representar riscos à saúde humana.

     

     

    Vacinação Brucelose

     

     

    O curso foi realizado na Fazenda Paraíso Noi, que possui aproximadamente 700 bovinos e atua na comercialização de animais para recria e engorda. O proprietário, Diego Costa, destacou a importância da vacinação para a valorização do rebanho.

     

    “Na hora da venda, os compradores perguntam se as bezerras estão vacinadas. Manter a imunização em dia evita problemas na comercialização e garante que tudo esteja dentro das exigências sanitárias, inclusive para o frigorífico”, afirmou.

     

    Conscientização e segurança alimentar

     

    Para o técnico da Secretaria Municipal de Agricultura, Clóvis Wagner, a capacitação também amplia a conscientização sobre os riscos da doença à população. “Foi uma experiência muito positiva. Muitas pessoas desconhecem as consequências da brucelose para o ser humano, principalmente pelo consumo de leite e queijo provenientes de animais infectados. Agora podemos levar essas informações aos produtores e garantir mais segurança ao alimento que sai do município”, ressaltou.

     

     

    Curso Brucelose

     

     

    Atualmente, o rebanho bovino de São Domingos do Capim ultrapassa 51 mil animais, e a pecuária segue em expansão. A parceria entre a Adepará e a Prefeitura, por meio da Secretaria de Agricultura, busca fortalecer a atuação local, formando agentes vacinadores do próprio município para atender especialmente pequenos produtores. “Nós estamos formando profissionais da própria Secretaria para auxiliar produtores que têm mais dificuldade de acesso à vacinação. Com essa capacitação, eles já estão aptos a realizar o procedimento e ampliar a cobertura vacinal”, explicou o fiscal estadual agropecuário Joylson Canto.

     

    Avanço rumo à erradicação

     

    De acordo com a fiscal agropecuária Cleane Pessoa, responsável pela parte teórica do curso, a formação de novos agentes é estratégica para o avanço do programa estadual de controle da brucelose. 

     

     

    Curso de Capacitação Brucelose

     

     

    “Quanto mais agentes capacitados, maior a cobertura vacinal e mais próximo ficamos de sair da fase de controle para alcançar a erradicação da doença, principalmente em municípios que não dispõem de médico veterinário”, destacou.

     

    Atualização profissional

     

    Produtores também participaram da capacitação. Elielson Oliveira incentivou funcionários a se inscreverem no curso, entre eles Givaldo Souza, gerente da Fazenda Mangabeira, em Muaná, no Arquipélago do Marajó. “Estamos adquirindo conhecimento para voltar para o nosso município e atuar na criação de gado com mais segurança”, afirmou Givaldo.

     

     

    Curso de Capacitação Brucelose

     

     

    A agente vacinadora Josiane Lopes, que já atua na área, buscou atualização profissional. “Estou me reciclando para repassar informações mais atuais e corretas aos pequenos produtores. Manter a vacina da brucelose em dia é um ganho para o rebanho e para uma produção saudável de leite e carne”, enfatizou.

     

    A expectativa da Adepará é que a nova turma fortaleça a rede de vacinação em São Domingos do Capim, ampliando o acesso dos produtores ao serviço e garantindo mais segurança sanitária para a pecuária paraense.

     

     

    Curso de Capacitação São Domingos do Capim

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ADEPARÁ realiza ação em alusão a campanha fevereiro Roxo e Laranja - 27/02/2026

  • Descrição:

    Vacinação, aferição de pressão arterial e teste de glicemia foram alguns dos serviços oferecidos para servidores e colaboradores da Agência.

     

    Ação fevereiro roxo e laranja

     

     

    A agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) realizou nesta sexta-feira (27), no auditório da sede, uma atividade voltada para a campanha Fevereiro Roxo e Laranja, mês dedicado à conscientização sobre doenças crônicas como Lúpus, Alzheimer, Fibromialgia e Leucemia, além da importância da doação de medula óssea.

     

    A campanha tem como objetivo informar e alertar a população a respeito das doenças crônicas e reforçar a importância de estar atento aos sinais e sintomas, para identificação e diagnóstico precoce. A agente fiscal, Gisele Vieira,  reforçou a relevância da ação para fins de informação e compreensão dessas patologias e ressaltou a necessidade de estar em dia com a saúde

     

     

    ação fevereiro roxo e laranja

     

     “Toda campanha que a Adepará oferece para os servidores é muito importante tanto para conhecimento quanto para conscientização, e é muito bom que serviços como vacinação, aferição de pressão e glicemia sejam ofertados, pois é essencial fazer a atualização da carteira de vacinação e cuidar da saúde no geral”, disse a servidora.

     

    A Assistente Administrativa do GDH, Maria José, também dá destaque para a Adepará por promover atividades de conscientização e que incentivem o cuidado com a saúde e bem-estar dos servidores: “É importante que a Adepará tenha abraçado a causa e realizado uma ação para falar e informar sobre essas doenças. Isto demonstra uma  preocupação com a saúde dos servidores”.

     

     

    aferição de pressão arterial

     

     

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ORÇAMENTO - 19/02/2026

ORÇAMENTO - 19/02/2026

Adepará promove ação de combate à gripe aviária durante o Carnaval - 19/02/2026

  • Descrição:

    Em praias muito procuradas no nordeste paraense, equipes da Agência de Defesa Agropecuária alertam ainda para o consumo de alimentos

     

    Com o objetivo de prevenir casos de Influenza aviária, e conscientizar foliões sobre consumo seguro e responsável de alimentos, a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) promove ação de educação sanitária nos municípios de Bragança, Salinópolis, Viseu e Augusto Corrêa, no nordeste paraense. A ação prossegue até terça-feira (17).

     

    A iniciativa ocorre em praias e outros balneários devido ao grande fluxo de pessoas e à presença de aves migratórias, que utilizam essas áreas como pontos de pouso e reprodução. Embora o Pará não registre casos da doença, a vigilância preventiva é fundamental para evitar a introdução do vírus no território estadual.

     

     

    Agentes da Adepará distribuem material informativo

     

     

    Durante o feriado de Carnaval, agentes da Adepará estarão em pontos estratégicos dos balneários, distribuindo material informativo sobre Influenza aviária e orientando a população a consumir produtos de origem animal devidamente inspecionados pelo órgão.

     

    Consumo consciente - A medida reforça a importância da adoção de práticas seguras para proteger a saúde da população. “Devido ao fluxo sazonal do Carnaval, intensificamos a fiscalização em zonas de veraneio para garantir a qualidade dos produtos comercializados. A ação visa sensibilizar a população em geral sobre a necessidade do consumo de itens com selo de inspeção vegetal e animal”, informou o gerente de Educação Sanitária da Agência, Carlos Alexandre.

     

    Na Praia de Ajuruteua, em Bragança, moradores e turistas aproveitaram o sábado (14) para esclarecer dúvidas com os agentes que participaram da ação preventiva, que continua neste domingo (15), na Praia do Atalaia, em Salinópolis.

     

     

    Ação sanitária

     

     

    Cuidado redobrado - A farmacêutica Natália Silva ressaltou a relevância da iniciativa. “Sabemos que não há casos de gripe aviária no Pará, mas qualquer descuido pode trazer prejuízos à saúde. Por isso, é fundamental redobrar os cuidados. Achei a iniciativa muito válida”, disse Natália.

     

    Segundo o motorista Leandro Ferreira, “muitas vezes compramos produtos sem verificar se foram inspecionados. Esse alerta é importante, e nos faz adotar práticas mais seguras”.

     

     

    Equipe que atua na ação preventiva durante o Carnaval

     

     

    Participam da ação agentes de fiscalização e o médico veterinário Joylson Bentes, fiscal estadual agropecuário, que falou sobre a escolha das praias para o trabalho de conscientização. “São locais com grande fluxo e aglomeração durante o Carnaval. Além disso, as praias são os locais onde as aves migratórias pousam para se reproduzir. Como elas vêm de outras regiões, podem trazer esse vírus, que pode contaminar tanto as nossas aves silvestres quanto as aves domésticas, causando um sério risco para os nossos animais de produção, e até mesmo para a nossa saúde pública É um  trabalho preventivo e educativo, com distribuição de folhetos e orientações essenciais para alertar os foliões sobre a Influenza viária, e a importância de consumir apenas alimentos inspecionados”, enfatizou o veterinário.

     

     

    Ação de educação sanitária

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Reunião em Salvaterra mobiliza instituições e produtores para impulsionar a agropecuária no Marajó - 14/02/2026

  • Descrição:

    O objetivo do encontro foi buscar soluções para gargalos logísticos e fortalecimento da agricultura familiar

     

     

    Reunião

     

     

    Salvaterra, na ilha do Marajó, recebeu, nesta quinta-feira (12), um importante encontro voltado ao fortalecimento da produção agropecuária no município. Produtores rurais, representantes de instituições públicas e lideranças cooperativistas se reuniram para discutir estratégias, alinhar ações e construir soluções concretas para ampliar a produtividade, gerar renda e promover o desenvolvimento sustentável na região.

     

    A reunião teve como foco principal a agricultura familiar, reconhecida como pilar da economia local e fundamental para a segurança alimentar e a manutenção das comunidades no campo. Participaram do encontro representantes do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio), Osiane Barbosa; do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PA), Renata Rodrigues; da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Saab), André Salvador; da Universidade do Estado do Pará (Uepa), Carmelita Ribeiro; da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Orlando Lameira; e da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), Andreza Scafi. 

     

    Também estiveram presentes membros das duas maiores cooperativas do arquipélago - a Coopapam e a Cafas - além de agricultores das vilas e comunidades quilombolas de São Veríssimo, Maruacá, Monsarás, Condeixa, Vila União, Campina e Vila Ceará, reforçando o caráter representativo e plural da reunião.

     

     

    Reunião

     

     

    O objetivo do encontro foi ouvir diretamente os produtores para identificar as principais demandas e desafios enfrentados no campo. Entre as prioridades apontadas estão a melhoria da infraestrutura municipal, investimentos em sustentabilidade, fortalecimento da comercialização e do escoamento da produção, ampliação de políticas públicas voltadas à agricultura familiar e acesso a tecnologias e inovações adaptadas à realidade dos pequenos produtores.

     

    Durante a reunião, ficou evidente que, apesar do potencial produtivo do Marajó, especialmente nas cadeias da pecuária, agricultura de subsistência e produção agroextrativista, gargalos estruturais ainda limitam o crescimento do setor. A dificuldade de acesso a mercados, a logística precária e a necessidade de assistência técnica contínua foram temas tratados.

     

    A articulação entre cooperativas, órgãos públicos e instituições de apoio foi destacada como caminho estratégico para transformar as demandas levantadas em ações práticas. A expectativa é que, a partir do alinhamento institucional, sejam estruturados projetos e programas que garantam mais competitividade aos produtores locais, fortalecendo a economia rural e contribuindo para a permanência das famílias no campo.

     

     

    Reunião

     

     

    “O encontro é um passo importante na construção de uma agenda integrada para o desenvolvimento agropecuário de Salvaterra e do Marajó, sinalizando que o diálogo entre poder público, entidades de apoio e agricultores é essencial para superar desafios e impulsionar o crescimento sustentável da região”, disse Olivar Valente, gerente regional em exercício da Adepará em Soure. 

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Programação de Carnaval na ADEPARÁ promove integração entre servidores - 13/02/2026

  • Descrição:

    Carnaval Adepará

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) realizou nesta quinta-feira (12) o “Adepará na Folia”, atividade em alusão ao período do Carnaval, época de celebração da cultura brasileira, marcada pela alegria, música e confraternização. A ação contou com a presença de servidores e colaboradores da Agência e teve como objetivo promover a integração entre profissionais de diversos setores.

     

     

    Carnaval Adepará

     

     

    A gerente de Recursos Humanos, Lidivane Costa, ressaltou a importância desse tipo de atividade para a melhoria das relações interpessoais: “O Adepará na Folia veio para trazer integração e união. Foi um momento de muita animação e alegria, pois também é importante descontrair.”

     

     

    Lidivane Costa

     

     

    A programação contou ainda com a apresentação do coral “Vozes da Adepará”, que interpretou marchinhas tradicionais de Carnaval, animando o público presente. Também houve concurso de melhor fantasia e distribuição de brindes aos servidores, tornando o momento ainda mais especial.

     

     

    Adepará na folia

     

     

    Servidores fantasiados

     

     

     

     

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Adepará intensifica fiscalização em haras para prevenir doenças em cavalos - 13/02/2026

  • Descrição:

    Fiscais da Agência de Defesa Agropecuária avaliam as condições de saúde dos animais e verificaram o cumprimento das normas sanitárias

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) realiza fiscalizações em haras para orientar criadores de cavalos sobre prevenção e notificação de doenças que afetam equinos. Neste mês, a unidade local da Adepará, em Paragominas, no sudeste paraense, realizou ações de vigilância ativa em haras do município, onde são criados animais de alto valor zootécnico. A atividade foi conduzida pela fiscal estadual agropecuária Arlinéia Mota, com apoio do auxiliar de campo Derivaldo Barbosa.

     

     

    Saúde Animal

     

     

     

    Os fiscais avaliaram as condições de saúde dos cavalos e verificaram o cumprimento das normas sanitárias. “Nós realizamos inspeções clínicas nos animais e orientações aos proprietários, responsáveis técnicos e tratadores, com ênfase na educação sanitária, na conscientização sobre os riscos de doenças de notificação obrigatória nos equídeos, como Anemia Infecciosa Equina, Mormo, Raiva e Pneumonite Equina, e, sobretudo, na necessidade e obrigatoriedade da notificação imediata à Adepará em casos de suspeita dessas doenças, conforme a legislação sanitária vigente”, ressaltou Arlinéia Mota.

     

    Segundo a fiscal, também foram verificados os protocolos sanitários adotados e o manejo dos animais. “Constatamos que todos os responsáveis demonstraram conhecimento sobre as enfermidades, e se mostraram colaborativos e abertos a contribuir com o trabalho desenvolvido pela Adepará”, informou.

     

    Nos animais avaliados não foi identificado qualquer sintoma clínico compatível com as doenças que mais acometem os equídeos.

     

     

    Saúde animal

     

     

    Enfermidades - A ação foi realizada com o objetivo de conscientizar sobre os riscos de doenças de notificação obrigatória que afetam equídeos. Uma delas é a Rinopneumonia Equina, doença contagiosa de notificação mensal, que tem preocupado os criadores por causa do surgimento de casos no País. A enfermidade apresenta sintomas semelhantes a outras doenças graves, como Anemia Infecciosa Equina (AIE), Mormo e Raiva, o que reforça a importância da vigilância.

     

    De acordo com a médica veterinária Samyra Albuquerque, gerente de Defesa Animal da Adepará, o trabalho do Serviço Veterinário Estadual busca identificar possíveis animais doentes e orientar os criadores sobre cuidados na compra de novos cavalos, medidas de prevenção e reconhecimento precoce dos sintomas.

     

    “A nossa missão é salvaguardar o patrimônio pecuário do Estado, por isso o Serviço Veterinário Oficial (SVO) tem intensificado as ações de vigilância e orientações aos criadores, para que estes tenham cuidado na aquisição de animais, no cumprimento de medidas sanitárias e no trânsito de animais”, ressaltou a gerente.

     

     

    Saúde Animal

     

     

    Causas - A Rinopneumonia Equina é causada por vírus, que afeta principalmente o sistema respiratório dos cavalos, podendo também provocar abortos e, em casos mais graves, alterações neurológicas. Os principais sinais da doença são febre, secreção nasal, tosse e apatia.

     

    A transmissão ocorre pelo contato direto entre os animais, por secreções respiratórias e objetos contaminados, como equipamentos e utensílios de manejo. O diagnóstico é feito por médicos veterinários, por meio de exames laboratoriais.

     

     

    Saúde Animal

     

     

    Prevenção - A Adepará orienta que a prevenção inclui vacinação, isolamento de cavalos recém-adquiridos por até 30 dias e adoção de medidas de biossegurança nos haras. Não há tratamento específico contra o vírus, sendo indicado apenas o tratamento de suporte. Mesmo após a recuperação, o vírus pode permanecer no organismo do animal e se manifestar novamente em situações de estresse.

     

    Em casos suspeitos, a orientação é que sejam imediatamente comunicados pelo produtor às unidades da Adepará nos municípios ou notificados por meio do Sistema Brasileiro de Vigilância e Emergências Veterinárias (Sisbravet), ferramenta eletrônica específica para gestão dos dados obtidos na vigilância passiva em saúde animal, desenvolvida para o registro e acompanhamento das notificações de suspeitas de doenças e das investigações realizadas pelo Serviço Veterinário Oficial.

     

     

    Saúde Animal

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ADEPARÁ recebe reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal por atuação durante a COP 30 - 13/02/2026

  • Descrição:

    Agência de Defesa Agropecuária do Pará foi elogiada pelo apoio técnico e institucional durante visita da direção da OMSA, realizada em novembro, em Belém

     

    Visita

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) recebeu uma carta oficial de agradecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), destacando a contribuição da instituição para o êxito da visita da Direção Geral da entidade ao estado, durante a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), sediada em Belém, em novembro de 2025.

     

    No documento, assinado pela diretora-geral da OMSA, Emmanuelle Soubeyran, a organização reconhece o papel estratégico da Adepará na promoção da saúde animal e no fortalecimento das políticas sanitárias alinhadas aos objetivos globais de sustentabilidade, proteção ambiental e bem-estar animal.

     

     

    Visita

     

     

    “A parceria entre a Adepará e a OMSA é um exemplo claro de como a união de esforços entre organismos governamentais e internacionais pode gerar resultados significativos para o desenvolvimento sustentável”, afirma um trecho da carta.

     

     

    OMSA

     

    Destaque internacional para a governança sanitária do Pará

     

    Durante a visita técnica ao Pará, a diretora da OMSA esteve em uma propriedade rural no município de Inhangapi, no nordeste paraense, escolhida por adotar práticas de manejo sustentável e tecnologias de rastreabilidade do rebanho. A fazenda ocupa 3.300 hectares, com criação de gado em 1.300 hectares de pasto manejado.

     

    A comitiva também visitou um frigorífico da região, voltado para o abate e processamento de bovinos, que contribui significativamente para o fortalecimento das exportações de carne bovina paraense.

     

     

    Visita

     

     

    A OMSA ressaltou ainda que o compromisso institucional e a competência técnica da Adepará são fundamentais para o avanço da governança veterinária no Brasil, com impactos positivos em nível nacional, regional e global.

     

    Reconhecimento reforça trajetória da Adepará

     

    Para o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, o reconhecimento internacional valoriza os mais de 20 anos de atuação da agência na política pública de defesa agropecuária do Pará.

     

    “A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará desenvolve há mais de 20 anos a política pública de defesa agropecuária com excelência. Os resultados estão aí para comprovar, e esse reconhecimento da Dra. Emmanuelle, presidente da OMSA, nos enche de alegria e orgulho. Nos deixa com o sentimento de dever cumprido e nos dá mais força para seguir firmes, atuando em nosso estado, contribuindo para o desenvolvimento produtivo, geração de emprego e renda”, destacou.

     

    A Gerente de defesa animal da ADEPARÁ  Samyra Albuquerque, parabenizou todos os servidores que atuam na defesa animal: “​Este reconhecimento internacional não é fruto do acaso. Ele é o reflexo direto da dedicação, do empenho técnico e da competência de cada um que atua tanto na Unidade Central quanto na ponta. ​O selo de confiança de uma entidade global como a OMSA valida o compromisso de cada servidor com a sanidade agropecuária.
    ​Em nome da diretoria, meu mais sincero parabéns. Vamos seguir juntos, com a mesma excelência, para manter o Pará como referência técnica perante o mundo”.

     

    OMSA e o papel da saúde animal no mundo

     

    A Organização Mundial de Saúde Animal é uma entidade intergovernamental responsável por melhorar a saúde animal e garantir a segurança dos alimentos de origem animal em escala global, respeitando as realidades culturais e econômicas dos países membros.

     

     

    Visita

     

     

    Em maio de 2025, durante evento realizado na França, a OMSA concedeu ao Pará o certificado internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação — reconhecimento que reforça a robustez do sistema de defesa sanitária implementado pelo governo estadual.

     

    Carta OMSA 

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Governo do Pará articula com o Ministério da Agricultura medidas para proteger preço do cacau e barrar importações - 09/02/2026

  • Descrição:

    Estado reforça apoio aos produtores contra a desvalorização do fruto; audiência em Brasília buscará revisão de normas para conter entrada de cacau africano e garantir sanidade das lavouras.

     

    Produtores

     

     

    O governo do Pará enviou, na manhã desta sexta-feira (3), uma comitiva ao município de Medicilândia, no Sudoeste paraense, para dialogar com produtores de cacau das regiões do Baixo Xingu e da Transamazônica, que enfrentam a queda no valor pago pelo quilo do produto e o aumento da concorrência com a importação do fruto do continente africano.

     

    O governador Helder Barbalho informou que já articulou, junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária, uma reunião para tratar do tema nos próximos dias, com o objetivo de buscar soluções que garantam a valorização da produção paraense e a proteção da cadeia produtiva.

     

    “Tomei a providência de telefonar ao ministro Fávaro para pedir audiência para debater uma solução e avaliar as importações de produtos que têm diminuído o valor da produção brasileira. De imediato, o ministro marcou para a próxima quarta-feira, dia 11, em Brasília. Estaremos lá com uma comissão de produtores, o secretário de Desenvolvimento Agropecuário do Pará, Giovanni Queiroz, a Adepará e deputados, para pedir que possamos suspender a importação de produtos”, destacou o chefe do Executivo paraense.

     

    Comercializado como commodity e atrelado às oscilações do mercado internacional, o cacau sofreu desvalorização nos últimos meses, agravada pelo aumento das importações. O Pará é, atualmente, o maior produtor de cacau do Brasil, respondendo por mais da metade do volume nacional. Em 2024, a produção estadual ultrapassou 153 mil toneladas, gerando mais de 320 mil empregos diretos.

     

    Mobilização e defesa sanitária 

     

    A mobilização em Defesa da Cacauicultura ocorreu às margens da Rodovia Transamazônica e reuniu agricultores, lideranças políticas e representantes da comunidade. O secretário de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Giovanni Queiroz, ressaltou o compromisso do Estado em buscar soluções estruturantes, como a atração de empresas para o processamento do cacau na própria região.

     

    Secretário Sedap - Giovanni Queiroz

     

     

    O diretor-geral da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), Jamir Macedo, também reforçou o apoio do Estado aos produtores. “Viemos ouvir os anseios do setor e buscar, de forma célere, soluções que protejam e preservem a produção paraense, garantindo renda, mercado e o escoamento adequado da produção para o produtor rural”, afirmou.

     

    Segundo ele, além de competir com a produção nacional de amêndoas, a importação não se submete aos mesmos padrões rigorosos de segurança sanitária, o que eleva o risco de introdução de pragas e doenças exóticas no Brasil, especialmente aquelas presentes na África. 

     

     

    Giovanne Queiroz

     

     

    Jamir também comenta que “a legislação que regulamenta a importação de cacau necessita ser revista ou aprimorada, a fim de estabelecer um controle mais rigoroso para proteger a sanidade do País, adotando medidas mais protecionistas. Portanto, a importação, além de afetar a competitividade e os preços, representa um risco significativo se não for acompanhada de um controle criterioso de pragas e doenças provenientes de outros países”, pontuou o diretor.

     

    Atualmente, a Adepará atua na certificação de agroindústrias artesanais de chocolate na região do Xingu e também na vigilância das lavouras em todo o território paraense para garantir a sanidade da produção cacaueira no Estado.

     

     

    Dr Jamir DG, Rubão gerente regional ADEPARA Altamira secretário de agricultura Giovani

    Jamir Macedo, Rubens Moraes gerente regional ADEPARA Altamira e o secretário de agricultura Giovani Queiroz.

     

    Impacto no Campo - Para quem vive da terra, a situação é crítica. José Santo de Moraes, produtor em Medicilândia, destacou que o quilo do cacau, antes comercializado por R$ 80, hoje não ultrapassa R$ 20 - uma queda de 75%. “Essa queda brusca no preço nos causa muita preocupação. Estamos lutando por um valor justo para o nosso produto e pedindo apoio do Estado para garantir a sobrevivência das nossas famílias. Também questionamos as importações de cacau que, muitas vezes, entram no país sem a mesma carga tributária”, ressaltou o produtor. 

     

     

    Produtores

     

     

    Outro participante da mobilização, Waltenir Moraes, produtor da agricultura familiar, reforçou a importância do apoio estadual. “Medicilândia produz cerca de 54 mil toneladas de cacau por ano. Precisamos valorizar esse produto e garantir um preço justo. O apoio do governo do Pará é fundamental, porque é quem consegue levar nossas demandas ao governo federal e defender os interesses dos produtores”, concluiu.

     

    O governo do Pará já investiu, somente em 2025, mais de R$ 8,6 milhões no fortalecimento da cadeia produtiva, incluindo a entrega de equipamentos, capacitação técnica e implantação de sistemas de cadastro rural para otimizar os investimentos públicos no setor.

     

     

    Jamir Macedo

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Parceria entre produtores e Adepará fortalece combate à raiva animal no arquipélago do Marajó - 09/02/2026

  • Descrição:

    Após notificação voluntária, equipe técnica percorre 28 horas de deslocamento para realizar vacinação, captura de morcegos e educação sanitária em áreas isoladas de Chaves.

     

    Raiva Animal

     

     

    Uma ação estratégica da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), realizada no final de janeiro, em Chaves, no Marajó, reforçou a importância da parceria entre o poder público e o setor produtivo na proteção da sanidade animal. Motivada por uma notificação voluntária de morte de animais com sintomas neurológicos, a equipe técnica percorreu cerca de 28 horas de deslocamento para atuar no controle da Raiva Herbívora na região do Cururu, garantindo a imunização do rebanho e a segurança da saúde pública no arquipélago do Marajó.

     

    A ação foi motivada pelo relato de uma produtora rural, que se deslocou até a Unidade Local da Adepará em Breves para relatar a morte de animais com sintomatologia nervosa e o aumento das agressões de animais do rebanho por morcegos na região do Cururu, uma localidade de Chaves. Diante do risco de Raiva Herbívora, uma zoonose que pode ser transmitida aos seres humanos, a equipe técnica não mediu esforços e se deslocou para a região.

     

    O Fiscal Estadual Agropecuário e médico veterinário Diego Moura, acompanhado pelo auxiliar Raimundo Júnior, enfrentou uma jornada logística complexa: foram cerca de 28 horas de deslocamento para chegar à localidade isolada do arquipélago. Durante os dez dias de atuação no campo, a equipe da Adepará executou um protocolo rigoroso de defesa sanitária, que incluiu: Vigilância Ativa para monitoramento direto do rebanho e identificação de possíveis novos casos neurológicos, além de inspeção clínica para descartar outras enfermidades de interesse da defesa agropecuária; captura de Morcegos Hematófagos para controle populacional do principal transmissor da raiva (Desmodus rotundus); Vacinação Antirrábica para proteção direta dos animais que fazem parte das propriedades da comunidade; reuniões com produtores para orientação sobre manejo e prevenção.

     

    Raiva Animal

     

     

    “A notificação feita por uma produtora, que se deslocou de tão distante, indica que a mesma tem conhecimento e mais: reconhece a Adepará como órgão oficial de defesa sanitária animal a quem recorrer para buscar ajuda e orientações técnicas. Durante o período da missão, não foram registradas novas mortes e após a imunização imediata dos rebanhos ali presentes, espera-se que ocorra a estabilização da situação”, explicou a gerente de Defesa Animal, Fiscal e médica veterinária Samyra Albuquerque.

     

    Importância de notificar

     

    A notificação de doenças de interesse epidemiológico não é apenas um dever do produtor, mas uma ferramenta de proteção do seu patrimônio pecuário. Quando o produtor informa a Adepará sobre animais doentes ou mortandade incomum, ele permite que o Serviço Veterinário Estadual: Impeça a disseminação de doenças para propriedades vizinhas; confirme a suspeita por meio da coleta de amostras para diagnóstico laboratorial e garanta a segurança alimentar e o acesso a mercados que exigem rebanhos sadios.

     

     

    Raiva Animal

     

     

    A Adepará reforça que qualquer sintoma de doença ou de mortalidade no rebanho ou plantel deve ser reportado imediatamente à unidade local mais próxima. No Marajó, a parceria entre o corpo técnico da Agência de Defesa em Breves e os produtores rurais dos municípios controlados pela Unidade local, mesmo nas regiões mais distantes, tem feito a diferença para o desenvolvimento agropecuário e garantia da saúde animal e pública.

     

    Serviço:

     

    Para notificar a suspeita de doença ou mortalidade de animais do seu rebanho ou plantel, acesse o link: E-SISBRAVET.

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ADEPARÁ homenageia servidor que deixa a Agência após aposentadoria - 05/02/2026

  • Descrição:

    Benjamim

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) homenageou, nesta quinta-feira (05), o fiscal agropecuário e engenheiro agrônomo Carlos Benjamim da Costa Martins, que se despede da instituição em razão de sua aposentadoria. Para marcar o momento, foi realizado um café da manhã especial na sala de reuniões da Diretoria-Geral.

     

    Durante a homenagem, Carlos Benjamim recebeu das mãos do diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, uma carta e uma placa em reconhecimento aos 21 anos de relevantes serviços prestados ao Estado do Pará.

     

     

    DG e Benjamim

     

    Ao prestar a homenagem, Jamir Macedo destacou a competência, a sabedoria e a dedicação do servidor ao longo de sua trajetória na Agência.

     

    “O senhor Benjamim foi fundamental na construção da Agência de Defesa Agropecuária. Ele está conosco desde a criação da autarquia e participou ativamente de diversos setores, sempre ensinando e contribuindo com muitos colegas, graças à sua experiência e ao seu perfil colaborativo”, ressaltou o diretor-geral.

     

     

    Servidores

     

    Carlos Benjamim ingressou na Adepará por meio de concurso público, em 2004. Ao longo de sua carreira na instituição, atuou tanto nas atividades finalísticas quanto na área administrativa. Antes disso, também ocupou cargos relevantes na esfera pública, como a direção da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater/PA).

     

    “Foram 21 anos de serviço na Agência de Defesa Agropecuária, e 30 anos na EMATER. Espero que a Adepará continue nesse ritmo de crescimento, tanto na área animal quanto vegetal, prestando um excelente serviço à sociedade”, afirmou o servidor.

     

     

    Janile

     

    Nos últimos três anos, Carlos Benjamim esteve lotado na Corregedoria da Adepará, onde contribuiu para a consolidação de diversos projetos ao lado da gerente do setor, Maria Janile. Durante a homenagem, ela destacou a importância da parceria e agradeceu pelos ensinamentos recebidos.

     

    “Ficamos muito felizes com a presença dele na Corregedoria, por toda a experiência que agregou à Adepará ao longo dos anos, colaborando na área técnica e atuando como nosso orientador nesses quase três anos de trabalho conjunto”, afirmou.

     

     

    Homenagem


     

    Outras homenagens

     

    Na unidade da Adepará localizada no bairro da Cidade Velha, onde funciona a Corregedoria, Carlos Benjamim também foi homenageado pelos colegas de trabalho. Um café da manhã especial reuniu servidores de diversos setores que atuam no prédio, como Inteligência, Arquivo, Publicação e Gerência de Multas, além de colegas de outros municípios.

     

    Entre os presentes estava o fiscal agropecuário estadual Josino Santos, gerente regional da Adepará em Paragominas, que destacou as qualidades pessoais e profissionais do homenageado.

     

    “Carlos Benjamim é uma pessoa íntegra, educada e sempre prestativa. Sempre admirei a forma respeitosa com que tratava todos os servidores. Essa é a lembrança que fica, e sou muito grato pelo tempo em que trabalhamos juntos”, afirmou o médico-veterinário.

     

     

    Homenagem Benjamim

     


     

    Lazer com a Família e Pescaria 

     

    Após as homenagens, Carlos Benjamim contou que pretende dedicar mais tempo à família, especialmente às netas, além de viajar com os familiares para Salinópolis e visitar o filho, que mora em Marabá. Entre os planos para a nova fase, ele também pretende aproveitar momentos de lazer, como a pescaria, atividade que aprecia.

     

     

    Benjamim

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Produtores recebem orientações da Adepará para proteger a mandiocultura no Estado - 05/02/2026

  • Descrição:

    Em Bragança, com apoio do Mapa e da Secretaria de Agricultura do município, produtores de farinha aprenderam a identificar a praga que ameaça a mandioca

     

     

    Defesa Agropecuária

     

     

    A mandioca, base da alimentação e da economia de muitas famílias paraenses, está no centro de uma grande mobilização preventiva no Estado. De olho na proteção das lavouras e da tradicional farinha de Bragança, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) vem intensificando ações educativas junto aos produtores rurais.

     

    O alerta ocorre porque o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) prorrogou, por mais um ano, o estado de emergência fitossanitária relacionado à vassoura-de-bruxa da mandioca, uma doença causada pelo fungo Rhizoctonia theobromae. A medida, oficializada pela Portaria nº 880, de 22 de janeiro de 2026, mantém as ações de prevenção e controle no Pará e no Amapá, diante do risco de avanço da praga.

     

    Atualmente, no Pará, a doença está restrita ao Parque Ambiental do Tumucumaque, que abrange parte dos municípios de Almeirim e Oriximiná. Mesmo assim, o cuidado é redobrado para evitar que o problema chegue a outras regiões produtoras do estado.

     

    Bragança: tradição e qualidade 

     

     

    Defesa Agropecuária

     

     

    Um dos principais focos das ações educativas foi o município de Bragança, na região do rio Caeté, reconhecido por produzir uma das farinhas que mais se destacam no Pará. A farinha lavada artesanal de Bragança, feita a partir da mandioca amarela fermentada em água, é um patrimônio da agricultura familiar e possui selo de Indicação Geográfica (IG), que atesta sua qualidade e origem.

     

    Para proteger essa cadeia produtiva tão importante, a Adepará, em parceria com a Superintendência Federal de Agricultura (SFA/PA) e a Secretaria Municipal de Agricultura de Bragança, promoveu encontros em comunidades produtoras de farinha, associações de agricultores, feiras e mercados. Engenheiras agrônomas explicaram, de forma simples, como identificar os sintomas da vassoura-de-bruxa e quais cuidados devem ser adotados para evitar a entrada da praga nas lavouras.

     

    Informação como principal defesa

     

     

    Defesa Agropecuária

     

     

    Durante as atividades, os produtores receberam orientações sobre medidas básicas de biossegurança, como o cuidado com mudas, ferramentas e o trânsito de material vegetal entre propriedades.

     

    Produtor de mandioca há anos, Euclides Paixão cultiva dois hectares e produz cerca de seis sacas de farinha por semana. Ele conta que ficou preocupado ao saber da ameaça. “Quando ouvi falar da vassoura-de-bruxa, fiquei apreensivo com o impacto que isso pode ter na economia do município. Se essa praga chegar aqui, a produção será muito afetada. Precisamos aprender a proteger nossas lavouras”, afirmou.

     

    A fiscal da Adepará, Marluce Bronze, reforça que não existe, até o momento, um produto químico eficaz contra o fungo. Por isso, a informação e a rapidez na comunicação são fundamentais.

     

    “É essencial que o produtor reconheça os sintomas e avise imediatamente a Adepará ou a Secretaria de Agricultura. Quanto mais rápido o contato, maiores as chances de conter a doença e evitar que ela se espalhe”, explicou.

     

    Ações para 2026

     

     

    Defesa Agropecuária

     

     

    Além das ações já realizadas, Adepará, SFA/PA-MAPA e prefeitura de Bragança alinharam novas estratégias para 2026, como o treinamento de agentes de saúde e de endemias, que atuarão como multiplicadores de informações nas comunidades rurais. Também está em estudo a realização de uma Caravana de Educação Sanitária, reunindo técnicos de diferentes órgãos para ampliar o alcance das orientações.

     

    Segundo a também fiscal da Adepará, Gabriela Cunha, a iniciativa vai além da questão produtiva. “Bragança é referência nacional em qualidade de farinha. Nosso trabalho é proteger não só a economia local, mas também uma tradição cultural que faz parte da identidade do município”, destacou.

     

    Alcance das ações

     

     

    Defesa Agropecuária

     

     

    Ao todo, as ações educativas alcançaram mais de 7 mil pessoas, incluindo trabalhadores de casas de farinha, produtores rurais, feirantes, associações de agricultores familiares e ouvintes de rádios locais — reforçando que, quando o assunto é defesa da agricultura, a informação ainda é a melhor prevenção.

     

    Além das ações educativas, a Adepará intensificou o monitoramento das rotas de mandioca e até o momento considerando todo conjunto de ações realizadas, que incluem a fiscalização no trânsito, a educação sanitária e os levantamentos de detecção, não foram encontrados focos da praga no Pará. 

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Sojicultores paraenses têm até 28 de fevereiro para realizar cadastro obrigatório na Adepará - 31/01/2026

  • Descrição:

    Medida visa o controle da ferrugem asiática e o monitoramento fitossanitário das lavouras no Estado; atendimento presencial ocorre em unidades da Agência

     

    Servidor em campo de Soja

     

     

    Os sojicultores têm até o dia 28 de fevereiro de 2026 para realizarem o cadastro, de forma presencial, nas unidades da Adepará. A medida, obrigatória para todos os produtores de soja no Estado, é essencial para o monitoramento de pragas no território paraense, conforme portaria estadual n° 5177/ 2025, que estabelece as medidas fitossanitárias para proteção da lavoura de soja.

     

    Segundo a fiscal agropecuária Carla Pará, as unidades da Adepará nas regiões produtoras de soja estão funcionando no horário de 9h às 15h, para o atendimento ao produtor que comparecer para a realização do cadastro. A engenheira agrônoma da equipe da Gerência de Pragas de Importância Econômica, responsável pelas ações de defesa vegetal para o controle da ferrugem asiática da soja, reforça que a falta de qualquer documento exigido suspenderá o procedimento.

     

    “O cadastro é uma importante ferramenta para garantir a prevenção e o controle da praga no Estado do Pará, aliada às ações de fiscalização de trânsito agropecuário, educação sanitária e  levantamento de detecção de pragas. Nossos servidores vão verificar toda a documentação, fazer a conferência dos dados e auxiliar o produtor no preenchimento correto do formulário de cadastro”, informou.

     

     

    Servidor em campo de soja

     

     

    A partir do conhecimento das áreas com soja no Estado, a Adepará pode planejar e executar as ações de defesa fitossanitária, previstas no Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), para o fortalecimento da cadeia produtiva no Estado.

     

    Ferrugem asiática 

     

    Phakopsora pachyrhizi é um fungo que causa a ferrugem asiática da soja, uma das doenças mais graves desse cultivo. Na América do Sul, a ferrugem representa uma grande ameaça à produção de soja. O fungo é muito agressivo, provoca rápida queda das folhas e grandes perdas na produtividade. Quando a doença não é controlada a tempo e as condições climáticas são favoráveis, as perdas podem chegar a 80% ou até 90% da produção.

     

    Para a efetivação do cadastro anual, o sojicultor deve apresentar os seguintes documentos à Agência:

     

    - Comprovante do pagamento da taxa correspondente à atividade agrícola na propriedade, conforme Lei nº 392, de 07/04/2010 e seu regulamento;

    - Formulário de cadastro próprio, legível e integralmente preenchido;

    - Declaração de Conformidade do vazio sanitário;

    - Documento de identidade (frente e verso);

    - CPF – para Pessoa Física;

    - CNPJ – para Pessoa Jurídica;

    - Comprovante de endereço atualizado;

    - Documento da Propriedade;

    - Contrato de Parceria ou Arrendamento. 

     

     

    Servidoras em plantação de soja

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Prêmio Produtividade 2026 - 30/01/2026

  • Descrição:

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) informa que o formulário para solicitar o Prêmio Produtividade 2026 já está disponível no site da instituição.

     

    O Prêmio Produtividade foi criado pela Lei nº 7.782/2014 e regulamentado pelo Decreto nº 1.494, de 25 de fevereiro de 2016.

     

    O prêmio é destinado aos servidores da Adepará, ocupantes de cargos efetivos e comissionados, e está relacionado ao aumento da arrecadação do Estado, conforme previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias do Pará.

     

    Para ter direito ao prêmio, o servidor deverá comprovar o exercício no cargo por, no mínimo, 8 (oito) meses, contínuos ou não, no período de janeiro a dezembro do ano de apuração da arrecadação.

     

    Para essa comprovação, o servidor deverá preencher o formulário e encaminhá-lo à Unidade Prêmio Produtividade 2026 (UPP2026) *, solicitando o pagamento do prêmio. A Gerência de Recursos Humanos irá verificar as informações e publicar, no Diário Oficial do Estado, a Portaria com a lista dos servidores que terão direito ao Prêmio Produtividade.

    *O formulário deve ser enviado via Processo Administrativo Eletrônico (PAE) 4.0 para a Unidade Prêmio Produtividade 2026 (UPP2026) até a data limite de 13/02/2026. Na criação do documento no PAE 4.0 selecionar:

    REQUERIMENTO / GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO E PRODUTIVIDADE - GDP

     

     

    FORMULÁRIO

     

    DECRETO

     

    PLANO DE CARGOS ADEPARA

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ADEPARÁ realiza programação em alusão ao Janeiro branco - 26/01/2026

  • Descrição:

    Programação Janeiro Branco

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) realizou nesta segunda-feira, 26, uma programação em alusão ao Janeiro branco, mês que visa a conscientização para a importância da saúde mental e emocional.

     

    O evento contou com a participação de servidores e colaboradores da Agência, além de funcionários da SESMA e do CEREST Belém (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador) que falaram sobre a campanha e reforçaram a importância de cuidar do bem-estar mental. 

     

    A Assistente Administrativa Maria José falou sobre os benefícios da palestra: “O Janeiro Branco é um mês muito importante pois é destinado a saúde mental, e após essa palestra já sabemos como prevenir e como proceder caso sejam identificados sinais de adoecimento mental” disse a servidora.

     

     

    Programação Janeiro Branco

     

     

    Janeiro Branco:

     

    O Janeiro Branco é uma campanha nacional brasileira, criada em 2014, dedicada a conscientizar sobre a importância da saúde mental e emocional. Realizada no início do ano, busca sensibilizar a população a incluir o cuidado com as emoções nas resoluções de ano novo, prevenindo doenças como ansiedade, depressão e o suicídio. 

     

    A Gerente de desenvolvimento humano Lidivane Costa ressaltou sobre a necessidade dos servidores e trabalhadores no geral refletirem sobre seu bem-estar: “é um momento pro trabalhador refletir sobre sua saúde mental, e saber que é importante buscar ajuda se necessário”

     

     

    Programação Janeiro Branco

     

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