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Com ações educativas, ADEPARÁ realiza prevenção a pragas e doenças na região do Baixo Amazonas - 03/07/2025
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As atividades visaram ampliar o conhecimento da população sobre as principais pragas e doenças que afetam a produção agrícola e animal, com foco na prevenção e controle sanitário

Palestra nas comunidades rurais
Os municípios de Óbidos e Oriximiná, na região de integração do Baixo Amazonas, receberam ações educativas promovidas pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), por meio da Gerência de Educação Sanitária. As atividades visaram ampliar o conhecimento da população sobre as principais pragas e doenças que afetam a produção agrícola e animal, com foco na prevenção e controle sanitário.
Em Óbidos, às margens do rio Amazonas, as ações foram direcionadas a docentes e discentes dos cursos técnicos do campus local do Instituto Federal do Pará (IFPA). Também foram ofertados cursos voltados à formação de agentes multiplicadores do Programa Nacional de Erradicação da Mosca-da-Carambola, com a participação de agentes comunitários de saúde, agentes de endemias e técnicos da vigilância sanitária.
"Esses cursos seguem um calendário nacional e são essenciais para formar pessoas que atuam tanto na zona rural quanto urbana. Elas se tornam multiplicadoras das informações sobre pragas que impactam os cultivos agrícolas. Com esses dois cursos realizados em Óbidos, já chegamos ao total de 52 formações", informou Gabriela Cunha, fiscal agropecuária e engenheira agrônoma responsável pelas ações educativas do programa.
Durante os cursos, foram utilizadas metodologias ativas de ensino para abordar a mosca-da-carambola, uma das principais ameaças à fruticultura brasileira. O inseto, que se reproduz em mais de 30 tipos de frutas, é combatido por meio de um programa estadual estruturado, que inclui ações de defesa agropecuária e campanhas de conscientização.

Celso Pereira apresentando os programas de defesa agropecuária da ADEPARÁ
Prevenção e controle no campo e nas comunidades
Em Oriximiná, as ações educativas ocorreram em comunidades rurais, como Nova Betel (estrada do BEC) e Maria Ipixi, às margens do rio Nhamundá, na divisa com o município de Terra Santa. Além da mosca-da-carambola, foram abordadas outras ameaças fitossanitárias como a monilíase — doença que atinge o cacaueiro e o cupuaçuzeiro — e a vassoura-de-bruxa da mandioca.
Na área da defesa animal, o agente fiscal agropecuário Celso Pereira apresentou os programas de controle da brucelose, rastreabilidade bovina, sanidade suína, além de reforçar a importância da atualização cadastral dos produtores.
“É fundamental levar informações sobre os riscos sanitários à agricultura das comunidades da região, especialmente em municípios que fazem fronteira com o Amazonas, onde já há ocorrência de monilíase. Com o crescimento da cacauicultura e o apoio do setor industrial, é essencial promover ações educativas para fortalecer a defesa agropecuária”, destacou Olivar Valente, agente da Adepará.

Fiscalização em trânsito e informação acessível
A equipe da Adepará também realizou abordagens educativas em embarcações que transportam cargas e passageiros com destino à cidade de Parintins (AM). Os técnicos distribuíram panfletos informativos e orientaram sobre a importância de evitar o transporte de frutas hospedeiras da mosca-da-carambola, uma das formas mais comuns de dispersão da praga.

Disseminando informações sobre o inseto que é um dos principais inimigos da fruticultura nacional
Programa Estadual de Erradicação da Mosca-da-Carambola
A erradicação da mosca-da-carambola é uma prioridade estratégica da Adepará. Entre as ações executadas, destacam-se:
- Monitoramento com armadilhas georreferenciadas;
- Fiscalização do trânsito agropecuário em áreas de risco;
- Capacitação contínua dos fiscais;
- Campanhas permanentes de educação fitossanitária.
As iniciativas seguem os princípios das Boas Práticas Agrícolas (BPA), promovendo o manejo integrado de pragas, a rastreabilidade das ações no campo e a conformidade com a legislação vigente. Essas práticas contribuem para a obtenção do selo BPA, agregando valor à produção paraense e aumentando sua competitividade em mercados exigentes do ponto de vista sanitário.
“As estratégias adotadas pela Adepará não apenas protegem a fruticultura paraense, mas reafirmam o compromisso do Estado com a sustentabilidade e a excelência produtiva, promovendo um setor agrícola cada vez mais competitivo”, enfatizou Adalberto Tavares, gerente do Programa Estadual de Erradicação da Mosca-das-Frutas.
Pará prorroga vacinação contra a raiva dos herbívoros até 31 de julho - 02/07/2025
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Prazo estendido atende produtores da região nordeste, onde a imunização do rebanho é obrigatória

O Governo do Pará, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), prorrogou até o dia 31 de julho o prazo para a vacinação contra a raiva dos herbívoros. Os produtores devem adquirir e aplicar a vacina até essa data e têm até o dia 15 de agosto para declarar à agência a quantidade de animais vacinados.
A prorrogação atende a uma demanda dos produtores dos 50 municípios da região nordeste paraense, onde a vacinação é obrigatória. Segundo a médica veterinária e fiscal estadual agropecuária Khrisna Tabosa, houve dificuldade na aquisição das vacinas nas revendas cadastradas, o que motivou a medida. "A prorrogação permite que as revendas regularizem o abastecimento e os produtores tenham tempo para adquirir o imunizante e proteger seus rebanhos", explicou.

A não declaração da vacinação torna o produtor inadimplente e impede a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), necessária para transportar bovinos no território estadual. Sem a GTA, a movimentação do rebanho é bloqueada no sistema da Adepará.
Vacinação é obrigatória - A vacinação anual contra a raiva está prevista na Portaria Estadual nº 8.272/2021, com atualização pela Portaria nº 3.897/2025, que estabelece o calendário oficial da campanha e facilita o acesso dos produtores ao serviço de declaração.

Veterinária Khrisna Tabosa e grupo de veterinários do programa
"A raiva não tem cura. É uma doença letal e a vacinação é a forma mais eficaz de prevenção. O produtor tem o dever de proteger seus animais, aplicando a vacina e informando a Adepará sobre o número e as espécies vacinadas", reforçou a veterinária Khrisna Tabosa.
Controle e prevenção - A campanha faz parte do Programa Estadual de Controle da Raiva dos Herbívoros (PECRH), cujo objetivo é reduzir os prejuízos econômicos da doença na pecuária paraense, além de proteger a saúde pública. O programa também realiza o controle de morcegos, hematófagos e ações de educação sanitária.
Serviço:
Campanha Anual de Vacinação Raiva dos Herbívoros
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Vacinação - até 31 de julho de 2025
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Declaração da vacina - até 15 de agosto de 2025
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Veranistas recebem ação educativa da Adepará sobre gripe aviária - 02/07/2025
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Equipes de educação sanitária integram as ações da Operação Verão 2025, em pontos de praias e balneários que recebem aves migratórias
Em Mosqueiro, as atividades educativas foram realizadas nas praias, orlas e mercados.
Durante o veraneio, a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) reforça sua presença na “Operação Verão 2025”, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup). A ação inclui atividades educativas em sete municípios paraenses que estão na rota de aves migratórias, com foco na prevenção da gripe aviária e na importância do consumo de alimentos com selo de inspeção.
Equipes compostas por médicos veterinários, engenheiros agrônomos e fiscais agropecuários percorrem, aos fins de semana, Belém (incluindo Mosqueiro), Salinópolis, Bragança, Salvaterra, Soure, Santarém e Conceição do Araguaia. As abordagens ocorrem em locais com grande circulação de pessoas, como praias, mercados, orlas e feiras. A expectativa é alcançar mais de 15 mil pessoas, com o apoio de 50 servidores e 12 veículos da Agência.
No primeiro final de semana da operação, as ações aconteceram em Mosqueiro, na região metropolitana de Belém, e em Salinópolis, no nordeste do Estado.
“A presença da Adepará em mais um verão é essencial para levarmos informação diretamente à população. Explicamos como identificar os sintomas da gripe aviária e como se prevenir, já que a doença pode ser transmitida para humanos e afetar a produção avícola, impactando também a economia do Estado”, destacou o gerente de Educação Sanitária da Adepará, o engenheiro agrônomo Carlos Alexandre Mendes.
Adepará integra as ações da “Operação Verão 2025”
Em Mosqueiro, as equipes atuaram nas praias, mercados e orlas. A comerciante Fátima Soares aprovou a iniciativa. “Com os casos no Rio Grande do Sul, ficamos apreensivos. Saber que a situação não atingiu nossa produção e que o consumo de carne de frango inspecionada é seguro nos tranquiliza”, afirmou.
Já em Salinópolis, os fiscais agropecuários abordaram banhistas nas praias do Atalaia e Farol Velho, distribuindo materiais informativos sobre a gripe aviária — uma síndrome respiratória que atinge aves domésticas e silvestres. Eles reforçaram que produtos com selo de inspeção não oferecem risco de contaminação.
A Adepará conta com mais de 400 agroindústrias registradas no Serviço Estadual de Inspeção Vegetal, todas fiscalizadas regularmente. Na área animal, o Estado possui 169 estabelecimentos registrados no Serviço de Inspeção Estadual (SIE), sendo 32 deles também certificados pelo Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi), o que permite a comercialização em todo o país. Outros 78 estabelecimentos produzem alimentos artesanais com selo de origem animal.
Ao todo a Adepará conta com 12 veículos e 50 servidores durante a operação
“O selo de inspeção é uma garantia de qualidade. Nossa campanha reforça a importância de consumir produtos seguros, com origem conhecida. Em 2025, ampliamos o número de municípios atendidos na ação de verão, mostrando nosso compromisso com a saúde da população paraense”, finalizou Carlos Alexandre Mendes.
Em Altamira, Adepará entrega certificados de registro para mais duas agroindústrias de chocolate da região do Xingu - 30/06/2025
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Já são quatro as agroindústrias de chocolate certificadas com selo artesanal pela Agência de Defesa na região.

A maior vitrine para os chocolates produzidos na região da Transamazônica e Xingu, o Festival Internacional do Cacau e do Chocolate – Chocolat Xingu, realizado em Altamira, também tem servido como palco para apresentar marcas de chocolate em barra que conquistaram o selo de produto artesanal vegetal, concedido pelo Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará).
Nos municípios de Brasil Novo e Altamira, quatro agroindústrias familiares já foram autorizadas pela Adepará a processar o cacau em fábricas instaladas nas próprias propriedades. A produção é baseada, em grande parte, em sistemas agroflorestais sustentáveis, que aliam cultivo de cacau orgânico à preservação da floresta.
Com o apoio da Adepará e de parceiros institucionais, a produtora Irandi Frutuoso apresentou pela primeira vez no festival a marca Frutuoso, que leva o nome da família e utiliza matéria-prima oriunda de uma plantação com 7 mil pés de cacau. Foram dois anos de trabalho para erguer a pequena fábrica na propriedade, onde hoje ela transforma 4 toneladas de cacau por safra em barras, nibs e bombons.
“Foi uma roça construída com esforço de toda a família, e agora estamos colhendo os frutos. Agradeço à equipe da Adepará, que nos orientou durante todo o processo para tornar essa fábrica uma realidade”, declarou Irandi, a terceira produtora com agroindústria certificada pela agência em Brasil Novo, município que possui mais de 1.400 produtores de cacau cadastrados.

Governador do Pará Helder Barbalho e a vice Hana visitaram o estande da Adepará e conheceram os produtos com selo artesanal na região
Durante o Fórum da Cacauicultura da Transamazônica e Xingu, realizado dentro da programação do festival, Irandi recebeu das mãos dos servidores da Adepará o certificado de registro da agroindústria. A empresária Rosângela Ozawa, da Ozawa Chocolates, também foi contemplada com a certificação oficial.
Segundo o fiscal agropecuário Pedro Araújo, a Adepará atua desde 2017 com o programa Artesanal Vegetal, que inicialmente contemplava polpas e farinhas, e agora avança sobre o setor de chocolates.
“Esse reconhecimento é fundamental para garantir a procedência sustentável dos produtos feitos com cacau da Amazônia, obedecendo critérios higiênico-sanitários. A transformação da amêndoa em chocolate agrega valor e fortalece a economia local”, pontuou.

Os fiscais agropecuários da Adepará também participaram como palestrantes no painel sobre o Selo da Produção Artesanal nas Fábricas de Chocolate, destacando a importância da certificação para impulsionar o desenvolvimento regional.
“É gratificante ver, no coração da Amazônia, pequenas fábricas funcionando e verticalizando a produção. É o reflexo de muito esforço físico, técnico e financeiro”, afirmou Lucionila Pimentel, diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará.
Um dos destaques do painel foi a empreendedora Jiovana Lunelli, do Cacau Xingu, primeira agroindústria de chocolate registrada no Pará com o selo artesanal. Jiovana destacou a importância da certificação estadual e do reconhecimento pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

“O Cacau Xingu foi o primeiro da Transamazônica a entrar na vitrine do MDA como produto da agricultura familiar. Ter um produto certificado é garantir que estamos entregando algo seguro e de qualidade. Buscamos a Adepará justamente para validar isso”, explicou.
Jiovana agora se prepara para representar o Xingu na COP30, em novembro, em Belém. Ela criou uma linha especial de chocolates inspirados na conferência climática, com foco na origem sustentável do cacau cultivado em sistemas agroflorestais.
“Queremos mostrar que a agricultura familiar da Amazônia tem potencial, sim, para apresentar produtos competitivos e certificados. Chegou a hora de parar de vender só amêndoas e começar a transformar, gerar valor, emprego e qualidade de vida. Nosso chocolate tem história, rastreabilidade e sabor único”, afirmou.
Durante o evento, os visitantes podem conhecer os produtos das agroindústrias locais no estande da Adepará, onde também estão sendo prestadas orientações sobre o registro de produção artesanal. A equipe da regional de Altamira, que cobre oito municípios produtores de cacau, também realiza ações educativas nos portos, rodoviária e aeroporto, reforçando as medidas de prevenção contra a Monilíase, doença que ainda não está presente no Pará graças ao trabalho contínuo de vigilância agropecuária.

O Chocolat Xingu segue até domingo (29), no Centro de Eventos de Altamira, com entrada gratuita. A iniciativa é promovida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), e pela Prefeitura de Altamira.
Adepará destaca final do prazo da 1ª etapa da vacinação contra brucelose no Pará - 25/06/2025
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Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) alerta que a vacinação é obrigatória e necessária somente uma vez na vida do animal

Na próxima segunda-feira, 30 de junho, termina o prazo para o produtor rural vacinar as fêmeas bovinas e bubalinas de 3 a 8 meses de idade contra a brucelose, uma doença que provoca a infertilidade e tem grande impacto para a pecuária.
A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) alerta que a vacinação é obrigatória e realizada apenas uma vez na vida do animal.
De acordo com o fiscal estadual agropecuário e médico veterinário, Glaucio Galindo, gerente de ruminantes da Adepará, na data de encerramento da 1ª etapa de vacinação contra a brucelose, também vai terminar o prazo para os produtores rurais declararem a quantidade de animais que foram vacinados.

“A declaração deve ser realizada através da apresentação do Atestado de Vacinação (documento original) emitido por médico veterinário cadastrado no Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal PECEBT e a nota fiscal de compra da vacina nos escritórios da Adepará”.
O médico veterinário explica que existem dois imunizantes que podem ser aplicados nas bezerras, as vacinas B19 e RB 51. Na RB51 há diferença na marcação dos animais.
“Na RB51, a marcação é feita com a letra V do lado esquerdo da face do animal, enquanto que, quando o animal é vacinado com a vacina B19, a marcação feita é o último algarismo do ano, no caso de 2025, é o número 5”, orienta o gerente.

O Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) estabelece um índice vacinal de no mínimo 80%. Até o momento, a estimativa da ADEPARÁ é que mais de 47% das propriedades já tiveram a vacinação registrada no sistema de dados da Agência de Defesa neste semestre no Pará.
A não vacinação ou não comprovação da vacinação acarreta em bloqueio da emissão de Guias de Trânsito Animal, além de penalidades administrativas como a lavratura de multa.
Serviço:
1ª Etapa de Vacinação contra a Brucelose termina na segunda-feira, 30 de junho de 2025.
Governo do Estado entrega usina de geração de energia solar para Adepará - 25/06/2025
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Unidade dispõe de 2.224 placas para energia limpa para todas as unidades da Agência, o que evita a emissão de 740 toneladas de dióxido de carbono/ano

A usina fotovoltaica para a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), em Santa Izabel do Pará, na região metropolitana de Belém, foi entregue pela vice-governadora do Pará, Hana Ghassan, nesta terça-feira (24). A unidade já está funcionando, com a geração de energia limpa e sustentável.

A iniciativa alia responsabilidade social à preservação ambiental buscando soluções utilizando tecnologia como fonte de energia limpa, renovável e econômica para a administração pública. O terreno com 9.500m2, tem 2.224 painéis solares com capacidade estimada de abastecer mais de 7 mil residências, gerando 1.404.000 kilowatt-hora de energia por ano e garantindo uma economia de R$65.910,00 por mês com a conta de energia elétrica da Agência.

O investimento é de R$ 8,2 milhões, assegurando um exemplo concreto de mais limpa para o Pará. “Essa usina vai abastecer direto todos os prédios da Adepará, com isso vai diminuir a conta de energia da Adepará, sobra mais recurso para serem investidos em coisas muito importantes para agricultura, para o dia a dia da população” afirmou a vice-governadora, Hana Ghassan.

Com foco na sustentabilidade, a usina de geração de energia solar da Adepará vai garantir o abastecimento de 167 unidades em todo o território paraense. “Nós temos um Governo do Estado extremamente presente, com obras em todo o Pará. Nós temos um Estado do Pará agro, pujante, referência na produção de bovinos, dendê. Aqui, em Santa Izabel, tem um polo avícola forte. A usina solar chega para reestruturar a Agência de Defesa”, explicou o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo.

Tecnologia e redução da emissão de gases poluentes
Criada há 22 anos, a Adepará investiu nos últimos anos em tecnologia e infraestrutura. Foram adquiridos 95 carros, 50 motocicletas e 16 lanchas voadeiras, reforçando a capacidade de atender melhor os produtores rurais em 20 regionais, garantindo defesa agropecuária com 14 postos de fiscalização.
Além da produção de energia elétrica para abastecer as unidades, também irá funcionar carregador para carros elétricos um na usina e cinco carregadores na sede da Adepará, no bairro da Pedreira, em Belém.

“Nós estamos em um ano de COP e temos que pensar no meio ambiente, pensar em energia limpa e a partir daí a gente olha o aspecto econômico. A implantação dessa usina fotovoltaica vai trazer mais recursos para administração e vamos poder investir em outras áreas da Adepará” comentou o diretor administrativo e financeiro da Adepará, Raimundo Belo.
A energia solar é um incentivo ao uso de fontes de energia alternativas nos órgãos públicos, reafirmando o papel do Pará como protagonista nas agendas ambientais e no enfrentamento às mudanças climáticas. Evitando emissões de dióxido de carbono (CO₂) que ocorreriam se essa energia fosse gerada por fontes fósseis. Com a usina, evita-se o lançamento na atmosfera de 62 toneladas de gases de efeito estufa por mês e 744 toneladas por ano.
ADEPARÁ e MAPA ofertam curso para engenheiros agrônomos emitirem certificação de frutos produzidos no Pará - 23/06/2025
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A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) está com inscrições abertas para mais uma formação de engenheiros agrônomos interessados em obter a habilitação para emitir certificados fitossanitários de origem para frutos produzidos no território paraense.
A nova edição do Curso de Habilitação de Responsáveis Técnicos para Emissão de Certificado Fitossanitário de Origem (CFO) e Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC) será realizado no período de 08 a 11/07/2025, no município de Tomé Açú, na região de integração do rio Capim, e será voltado para a mosca-da-carambola, praga que possui mais de 30 tipos de frutos hospedeiros, e para a monilíase, doença do cacaueiro que acomete frutos de cacau e cupuaçu.
Esclarecemos que os participantes serão capacitados a reconhecer a praga quarentenária Moniliophthora roreri, porém a habilitação para a referida praga ocorrerá após mudança de status, de acordo com ato normativo do MAPA.
Ofertado em parceria com a Superintendência Federal de Agricultura no Pará (SFA-PA), do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o curso oferece 30 vagas para profissionais da agronomia.
Durante o curso, serão ministradas aulas expositivas e também práticas em campo. Os instrutores são fiscais estaduais agropecuários da ADEPARÁ e especialistas nas pragas quarentenárias, monilíase e mosca-da-carambola.
Para realizar as inscrições, os interessados devem preencher a ficha de inscrição, efetuar o pagamento da taxa, que é gerada nas unidades da ADEPARÁ e encaminhar o comprovante de pagamento para o email certificacaoadepara@gmail.com
Este ano, a ADEPARÁ já realizou curso de certificação voltado para as pragas do cacau e da banana em Altamira, na região do Xingu.
Serviço:
Curso de Certificação Fitossanitária - CFO e CFOC para monilíase e mosca-da-carambolaPeríodo: 08 a 11 de julho de 2025
Local:Tomé Açu
INSCRIÇÃO:
Requisitos: Exclusivo para Engenheiros Agrônomos, com registro no CREA (apresentar cópia da carteira do CREA via e-mail).
FICHA DE INSCRIÇÃO A PREENCHER (Clique para acessar o PDF)
FICHA DE INSCRIÇÃO A PREENCHER (Clique para acessar em Word)
Comprovante de Pagamento da Inscrição (via e-mail).
E-mail: certificacaoadepara@gmail.com
Corporativo: (91) 99392-3399
Governo do Estado fortalece defesa agropecuária em Mocajuba - 23/06/2025
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Cooperação técnica e novos veículos contribuem para a ampliação das ações da Adepará no município, produtor de pimenta-do-reino, cacau e açaí
O Governo do Pará, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adepará), assinou um Termo de Cooperação Técnica com a Prefeitura Municipal de Mocajuba, na Região de Integração Tocantins, na manhã desta terça-feira (17). O objetivo é melhorar as ações de defesa agropecuária no município, que se destaca pela produção de pimenta-do-reino, cacau e açaí. A parceria foi firmada durante reunião na Câmara de Mocajuba, com representantes da Adepará, secretários municipais e vereadores.
Pela Adepará participaram a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal, Lucionila Pimentel; o gerente do Programa Estadual de Sementes e Mudas, Cleber Eufrásio Sampaio, e o gerente regional de Abaetetuba, Leonaldo Donato Dias, além de outros servidores da Agência que atuam na região. Na reunião também foi celebrado um Termo de Cessão de Veículos, destinados às ações de secretarias municipais.

Participantes da reunião que celebrou a parceria entre Estado de Prefeitura de Mocajuba
“Com essa parceria queremos garantir maior competitividade às Associações e Cooperativas de Agricultores do Município, com a certificação artesanal de suas produções, participando das chamadas públicas dos mercados institucionais, gerando novas oportunidades, emprego e renda. Além de monitorar os plantios de cacau e trabalhar ações de educação sanitária, com o objetivo de garantir a sanidade desses plantios e prevenir a entrada da Monilíase, pois Mocajuba destaca-se na produção de cacau de várzea, sendo esta uma das bases econômicas do município”, ressaltou Lucionila Pimentel.
Para Milson Pantoja, presidente da Câmara Municipal de Mocajuba, a parceria atenderá a demandas do produtor rural. “Vários criadores vão ser beneficiados com essa estrutura que vocês estão cedendo para o nosso município. A gente já agradece de coração toda a equipe da Adepará, ao governo do Estado”, disse o vereador.
Gestão - A parceria fortalece a Adepará em Mocajuba, concretizando o compromisso da gestão com o fortalecimento das atividades no campo e o apoio contínuo às ações de defesa agropecuária. “A iniciativa reafirma o empenho da gestão em proporcionar melhores condições de trabalho às equipes e assegurar a presença efetiva da Adepará nos territórios, cumprindo sua missão de proteger e valorizar a produção agrícola e pecuária do Estado”, enfatizou Cléber Sampaio.

Lancha que será usada nas ações de servidores da Adepará
Também foi entregue uma lancha voadeira e uma moto à unidade da Adepará no município, para fortalecer as atividades de campo realizadas pelas equipes da Agência, incluindo visita a propriedades rurais, cadastro agropecuário, fiscalização do trânsito de produtos, inspeção e vigilância sanitária, e vistoria de agroindústrias de produtos de origem vegetal.
Mocajuba é um dos 14 municípios atendidos pela Regional da Adepará instalada em Abaetetuba. “Boa parte da produção agrícola dos municípios banhados pelo Rio Tocantins está localizada na margem oposta às sedes urbanas. Nesses casos, o uso da voadeira e da moto facilita a execução das ações de fiscalização e inspeção nas áreas produtivas. Além disso, o tempo de resposta diante da ocorrência de doenças ou pragas é crucial para o sucesso e a eficácia das medidas de controle, tornando o deslocamento rápido um fator estratégico nessas operações”, enfatizou o gerente Cléber Sampaio.

Maior alcance - Os veículos também serão fundamentais à execução dos programas de defesa animal no município, onde também há rebanhos bovinos e bubalinos, e criação de suínos e peixes. “São desenvolvidos diversos programas da área animal. São equipamentos vitais, que reforçam as atividades e ampliam a nossa capacidade de atuação", disse o fiscal agropecuário Enéas Marcelino.
Segundo Aldo Serrão, chefe de gabinete da Prefeitura, “está sendo celebrada uma ação integrada entre governos, que vai fortalecer a estrutura de órgãos públicos importantes, como a Adepará, que é primordial para o desenvolvimento do Estado. É a reconstrução das estruturas para a reestruturação do setor produtivo e a consolidação de ciclos econômicos”.
Da reunião também participaram os vereadores Elkson do Carmo, José Pantoja, Raimunda Dutra e Raimundo Barbosa.
SENAGRI 2025 encerra edição histórica na Amazônia com foco em bioinsumos e agropecuária sustentável - 13/06/2025
- Descrição:
Evento promovido pela primeira vez em Belém reuniu especialistas, produtores rurais,
autoridades e representantes de cadeias produtivas do agronegócio
O maior evento nacional dedicado aos insumos agropecuários chegou ao fim, nesta sexta-feira (13), após três dias
de intensos debates e troca de experiências. A programação de encerramento valorizou a cultura do Pará com a
apresentação do Coral “Vozes da Adepará", que mostrou os ritmos da região como o carimbó e as toadas de boi.
Promovido pela primeira vez na região Amazônica, o II Seminário Nacional sobre Insumos Agropecuários (SENAGRI 2025)
reuniu mais de 500 participantes em Belém (PA), entre especialistas, produtores rurais, autoridades e representantes de
cadeias produtivas do agronegócio.Realizado pelo Governo do Pará, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ), o encontro
consolidou a região como protagonista nas discussões sobre sustentabilidade, bioinsumos e inovação no campo. A programação
contou com mais de 60 palestras, três encontros nacionais e debates em torno de 17 eixos temáticos ligados à sanidade
agropecuária e ao desenvolvimento rural sustentável.
“O SENAGRI cumpriu seu papel de valorizar o potencial agropecuário da Amazônia e fortalecer o intercâmbio técnico
entre os estados. O evento promoveu uma troca rica de experiências entre os setores público e privado, reafirmando
a importância do diálogo e da cooperação para o avanço sustentável do agro na região”, destacou Jamir Macedo,
diretor-geral da ADEPARÁ.Educação sanitária e protagonismo técnico - Entre os destaques da programação, o painel sobre educação
sanitária chamou a atenção do público, com a presença do médico veterinário Clovis Improta, referência
nacional na área. Ele defendeu o papel transformador da educação na prevenção de pragas e doenças no campo.“Sem educação, não há como implementar medidas sanitárias eficazes. O problema não está no escritório — está na
lavoura, no rebanho. E a mudança começa dentro das famílias, inclusive pelas crianças, que muitas vezes são agentes
de transformação nas propriedades”, afirmou Improta.O fiscal agropecuário Clóvis Carneiro, da gerência de educação sanitária da ADEPARÁ, atuou como moderador e
reforçou a relevância do tema. “Foi um momento de grande interação e reflexão. Discutimos não apenas a educação
sanitária, mas também o papel das novas tecnologias e a importância de uma comunicação mais eficaz com o
produtor rural e a sociedade em geral.”

Encontros nacionais - Paralelo ao seminário, três eventos nacionais ampliaram o escopo técnico da programação:
-Encontro Nacional sobre Sementes e Mudas (ENASEM): debateu legislação, transporte e
comercialização de sementes no Brasil.-Encontro Nacional sobre Fiscalização de Agrotóxicos (ENFISA): tratou dos avanços regulatórios e de controle no uso de defensivos agrícolas.
-Encontro Nacional de Defesa Vegetal: reforçou a necessidade de capacitação contínua dos profissionais do setor.
Luiz Guamá, gerente de agrotóxicos da ADEPARÁ, destacou a importância de trazer o evento para o Norte do país. “É fundamental descentralizar o debate e permitir que a Amazônia participe da construção de soluções técnicas. Os bioinsumos, por exemplo, ganharam destaque por apresentarem alternativas sustentáveis ao uso de agrotóxicos, ajudando a mudar a percepção do público sobre o tema.”

Amazônia em evidência e protagonismo feminino - Sediada em Belém, cidade que receberá a COP30 em 2025, esta edição do SENAGRI também evidenciou o papel estratégico da região Norte na agenda climática global. A ADEPARÁ apresentou suas estratégias para garantir a sanidade agrícola e pecuária nos 144 municípios paraenses, reforçando o agronegócio como motor de emprego e renda.
O painel “Mulheres no Agro” trouxe o protagonismo feminino para o centro dos debates, destacando iniciativas lideradas por mulheres da agricultura familiar e de agroindústrias locais.
“Estamos vendo cada vez mais mulheres à frente de empreendimentos rurais. É uma transformação que promove autonomia, renda e desenvolvimento local”, afirmou Lucionila Pimentel, diretora de defesa e inspeção vegetal da ADEPARÁ.

Destino da próxima edição - Com um saldo positivo e considerado um marco para o setor agropecuário da região, o SENAGRI já tem novo destino: a próxima edição será realizada em Santa Catarina.
“Foi uma troca de experiências fantástica. Embora o modelo de fiscalização seja o mesmo, cada estado tem suas particularidades e adaptações. Levar essa discussão para outros pontos do Brasil é essencial para fortalecer a defesa agropecuária nacional”, concluiu Luiz Guamá.

Reuniões técnicas e debates nacionais marcam a abertura do SENAGRI 2025 em Belém - 11/06/2025
- Descrição:
Maior evento nacional sobre insumos agropecuários segue até quinta, 12, com foco no fortalecimento do setor

Começou nesta terça-feira (10), no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, em Belém, a segunda edição do Seminário Nacional sobre Insumos Agropecuários (SENAGRI 2025), considerado o maior evento do setor no país. Pela primeira vez realizado na capital paraense, o seminário é promovido pelo Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), e reúne especialistas e representantes de diversos elos das cadeias produtivas do agronegócio brasileiro.
Com mais de 500 participantes, o evento foi oficialmente aberto na noite desta terça-feira, em cerimônia marcada pela apresentação do coral Vozes da Adepará, formado por 20 servidores da agência. A solenidade contou com a presença de autoridades estaduais e federais, além de representantes de agências de defesa agropecuária de todo o Brasil.
O diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, destacou a importância do evento para a valorização do potencial agropecuário da região amazônica e o fortalecimento do intercâmbio técnico entre os estados.
“Nós temos um ambiente de negócios voltado para o agro muito próspero. O Pará tem se consolidado como uma potência do agro nacional, e estamos muito felizes de realizar esse evento, que traz discussões de alto nível para o nosso estado”, enfatizou.
O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Goulart, ressaltou a relevância do SENAGRI no atual cenário, em que o Brasil foi reconhecido como território livre de febre aftosa sem vacinação.
“O evento permite a discussão ampla sobre os sistemas de defesa e sobre como aprimorar as políticas públicas para garantir a segurança sanitária. Esse reconhecimento internacional reforça a importância do trabalho desenvolvido pelas equipes técnicas em todo o país”, afirmou.
O secretário estadual de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Giovanni Queiroz, também enalteceu a atuação da Adepará na proteção da produção paraense. “A nossa Adepará é exitosa, competente, atuante, e isso faz a diferença para garantir a sanidade da nossa agropecuária. Vocês zelam pelo alimento produzido no campo e pela segurança do que chega à mesa da população”, frisou.
Programação técnica
O primeiro dia de atividades foi marcado por debates simultâneos em três importantes encontros nacionais do setor:
- Encontro Nacional sobre Fiscalização de Agrotóxicos (Enfisa): discutiu a implementação da nova legislação brasileira sobre o tema;
- Encontro Nacional sobre Sementes e Mudas (Enasem): abordou o aprimoramento do Sistema Nacional de Sementes e Mudas;
- Encontro Nacional sobre Sanidade Vegetal (Ensave): focou nas ações de prevenção e controle de pragas no território nacional.
Painéis temáticos ainda trataram de temas como agrotóxicos, fertilizantes, sanidade vegetal e saúde animal. Um dos destaques foi a palestra do pesquisador Alfredo Homma, da Embrapa Amazônia Oriental, que abordou os desafios e oportunidades da agricultura na Amazônia no cenário pós-COP30.Outro tema relevante foi apresentado por Glauco Teixeira, auditor fiscal federal do Mapa, que detalhou estratégias nacionais de combate a doenças como a monilíase e a vassoura-de-bruxa na mandioca. Já Barbra Lopes, coordenadora do Programa Pecuária Sustentável, falou sobre Rastreabilidade e Defesa Agropecuária, reforçando as ações para garantir segurança sanitária e transparência na produção animal.
Fórum e articulações
Paralelamente à programação técnica, o SENAGRI 2025 também sedia a reunião do Fórum Nacional de Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa), espaço dedicado à discussão de diretrizes conjuntas na área de defesa agropecuária.
O evento segue com programação até esta quinta-feira (12), reunindo especialistas e autoridades para debater o futuro do setor no Brasil.
Pará sedia evento nacional sobre insumos agropecuários - 09/06/2025
- Descrição:
O seminário reúne profissionais do setor produtivo e instituições técnicas para discutir avanços do setor agropecuário, com foco na sustentabilidade e segurança alimentar

A capital da Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 30), também se transformará na capital do agronegócio brasileiro. Belém sedia, a partir do dia 10 até 12 de junho, no Hangar Convenções & Feiras da Amazônia, o 2º Seminário Nacional sobre Insumos Agropecuários (Senagri-2025).
Realizado pelo Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), o encontro é promovido pela Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária (SBDA) e vai reunir especialistas, profissionais, distribuidores e representantes do setor público e privado para discutir e promover inovações tecnológicas, políticas e práticas de fiscalização para o setor agropecuário, com foco na sustentabilidade e segurança alimentar.

Durante três dias, 17 eixos temáticos, fóruns e encontros nacionais debatem questões estratégicas da produção, distribuição e regulamentação de insumos agropecuários, além de apresentar soluções tecnológicas e inovações que impactam diretamente a agropecuária no Brasil.
A vasta programação inclui um total de 67 palestras; mesas redondas; encontros sobre diversos temas relacionados ao Agro (agrotóxicos, sementes, mudas, fertilizantes, bioinsumos, máquinas equipamentos e implementos, sanidade vegetal, saúde animal); além de oito reuniões institucionais (Seminário da Comissão Nacional do Agronegócio e a Reunião da União Nacional dos Fiscais Agropecuários - Unafa); e importantes encontros técnicos como o Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa), o Encontro Nacional sobre Sementes e mudas (Enasem), Encontro Nacional de Fiscalização e Agrotóxicos (Enfisa) e Encontro Nacional sobre Sanidade Vegetal (Ensave), que discutirão questões relacionadas à fiscalização de agrotóxicos, sementes, mudas e sanidade vegetal.

A palestra magna de abertura do evento terá como palestrante o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Goulart, que é engenheiro agrônomo e mestre em Agricultura Tropical e Subtropical, com ênfase em Fitossanidade, pelo Instituto Agronômico de Campinas.
Jamir Macedo - Diretor-geral da Adepará/ Foto: Divulgação/Adepará
Para o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo será “um momento muito importante para fortalecer as ações de defesa agropecuária no Pará e no Brasil, tendo em vista os esforços que tem sido para manter o território paraense livre de doenças e fortalecido na busca por novos mercados para os produtos agropecuários”.
A expectativa é receber 700 participantes entre fiscais agropecuários (agrônomos e veterinários), agentes fiscais agropecuário, técnicos, produtores rurais (agricultores e pecuaristas), profissionais liberais da agropecuária, universitários das áreas de agronomia, medicina veterinária, zootecnia, entre outros cursos.

De acordo com o fiscal estadual agropecuário Luiz Guamá, gerente de agrotóxicos da Adepará, o Senagri se constitui em um evento grandioso, uma oportunidade para debater grandes questões que envolvem as políticas públicas da defesa agropecuária, bem como uma chance que os profissionais terão de atualizar os conhecimentos sem precisar sair do Estado.
“O evento vai trazer para os participantes e, principalmente, para os servidores da Adepará informações novas para o nosso time de fiscais do campo, gerentes técnicos que coordenam os programas de defesa agropecuário, onde teremos a oportunidade de reciclar nossos conhecimentos nos temas da defesa e inspeção vegetal e saúde animal. Vamos ter ainda debates sobre a utilização de drones, que hoje é uma tecnologia de muita eficiência, mas que precisa ser feita por pessoas capacitadas. Além disso, iremos debater sobre a lei de agrotóxicos e a nova lei sobre bioinsumos, que são aqueles que vem da natureza, que são menos agressivos ao meio ambiente”, detalhou.
Serviço:
Seminário Nacional Sobre Insumos Agropecuários (Senagri/2025)
Data: 10/06
Hora: 18h30 - Abertura oficial
Local: Hangar – Convenções e Feiras da Amazônia.
19h - Cerimônia de Abertura
19h30 - Palestra magna - Agricultura tropical e desenvolvimento sustentável
Palestrante Carlos Goulart, Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária -Mapa
Programação completa e formulário de inscrição: www.senagri25.com
Adepará entrega certificados para duas agroindústrias de chocolate de Brasil Novo - 09/06/2025
- Descrição:
Estande da Agência de Defesa Agropecuária do Pará recebeu 400 pessoas durante a Feira do Cacau e do Chocolate e Flor Pará, no Hangar, em Belém

A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) fez a entrega oficial dos certificados de registro artesanal para duas agroindústrias produtoras de chocolate do município de Brasil Novo, na região da Transamazônica, durante a Feira do Cacau e do Chocolate e Flor Pará 2025, de 5 a 8 deste mês, no Hangar, em Belém.
As fábricas certificadas são a “Chocolate Cacau Xingu” , que teve o registro concedido em março de 2025 e a “Kakao Bluemenn Chocolates”, habilitada em maio de 2025 para produzir 20 tipos de chocolate artesanal com sabores regionais.
Com a concessão dos registros, as agroindústrias passam a ser acompanhadas tecnicamente pela Adepará, para que os processos de fabricação estejam em conformidade com as legislações sanitárias vigentes, o que se assegura a rastreabilidade, a origem e a qualidade dos produtos, além de fortalecer a credibilidade junto ao mercado consumidor e ampliar as oportunidades de comercialização.
De acordo com a gerente de inspeção vegetal da Adepará, Joselena Tavares, a certificação marca um importante avanço na formalização e valorização dos produtos da sociobiodiversidade amazônica.
“O registro dessas agroindústrias é uma conquista coletiva que reúne técnica, identidade cultural e protagonismo feminino. Ver mulheres à frente de empreendimentos que produzem chocolates premiados a partir do cacau amazônico, cultivado em sistemas agroflorestais, é uma demonstração concreta de que é possível gerar renda, conservar a floresta e garantir segurança alimentar. O selo artesanal vegetal concedido pela Adepará assegura que esses produtos atendem aos critérios higiênico-sanitários exigidos pela legislação, fortalecendo o acesso a mercados e estimulando práticas sustentáveis. É assim que contribuímos diretamente para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ao fomentar a inclusão produtiva, a valorização da sociobiodiversidade e o fortalecimento da agricultura familiar no Pará”.

Para a produtora Jiovana Lunelli, do Cacau Xingu, o selo valida todo um processo artesanal que vai desde o cultivo das amêndoas até a elaboração final do chocolate, utilizando ingredientes selecionados e respeitando práticas sustentáveis.“Esse selo é muito importante porque ele garante segurança para quem produz e também para quem consome. Ele ajuda a divulgar a cacauicultura no estado e no município de Brasil Novo e vai agregar muito mais valor ao nosso produto no sentido de que nós trabalhamos com cacau orgânico em sistema de agrofloresta, respeitando a sustentabilidade e a floresta viva” , ressaltou.
Com cinco chocolates premiados e detentora da melhor amêndoa do Brasil, a Bluemenn Chocolates agora também possui o selo artesanal vegetal da ADEPARÁ.

“O selo artesanal significa que a gente está dentro dos parâmetros de fabricação conforme a legislação, tanto na parte de produção do cacau, como também na produção do chocolate. O espaço onde a gente produz o chocolate, as metodologias que utilizamos na fabricação segue um padrão exigido, por isso que a gente está recebendo esse selo, e pra nós é importantíssimo o fato de saber que a gente hoje tem o selo artesanal, já que são poucos chocolates dentro do pará que tem esse selo”, comemora Verônica Preuss.
Visitação - Durante a feira, a Adepará esteve presente com um estande institucional, promovendo ações de educação sanitária e divulgação dos produtos inspecionados pelo serviço estadual. Os visitantes puderam conhecer farinhas, farofas, tapiocas, molhos de pimenta e macaxeira a vácuo, todos provenientes de agroindústrias registradas em diferentes regiões do Pará.

Além dos produtos de origem vegetal, a exposição também contemplou alimentos de origem animal, como queijos, iogurtes e ovos líquidos, demonstrando a diversidade da produção agroindustrial paraense. Nos quatro dias de evento, mais de 400 pessoas visitaram o espaço da Agência de Defesa.

Fórum de discussões - A Agência de Defesa também participou das discussões envolvendo a cadeia do cacau como a prevenção de pragas. O assunto prendeu a atenção dos produtores rurais de diversas regiões que participam do Fórum da Cacauicultura.

Em uma das programações, a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal, Lucionila Pimentel, fez a mediação da palestra do agrônomo Paulo Albuquerque, do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e da Comissão da Lavoura Cacaueira (CEPLAC) , que abordou o controle e manejo da monilíase, uma praga que ameaça as plantações de cacau e que já está presente em estados do Acre e Amazonas.
Diante dos desafios para a prevenção da doença no estado, os órgãos oficiais estão atuando em várias frentes que envolvem o enfrentamento da praga.
“O Departamento de Sanidade Vegetal, juntamente com a CEPLAC e os órgãos estaduais de defesa vegetal, estão desde 2013 atuando no Plano Nacional de Prevenção da Monilíase, que foi o primeiro plano de contenção para doença de planta no Brasil. Então, esse plano está apoiado em seis pilares: prospecção de focos. ações de contenção, treinamento de pessoal porque sem capacitação técnica você vai acabar disseminando mais a doença, educação sanitária, onde entra não só os produtores, mas a sociedade como um todo, além do trânsito de material vegetal e as pesquisas”, destacou Albuquerque.
No evento, a Adepará também participou da câmara setorial do cacau, evento que reúne instituições públicas, iniciativa privada e produtores, reunião que discute as políticas públicas para o setor da cacauicultura e apresenta alternativas para que os produtores conquistem novos nichos de mercado.

“Os melhores produtores de cacau hoje estão no pódio, sendo premiados como as melhores amêndoas. E nós temos obrigação de fortalecer as parcerias estratégicas para garantir um futuro sustentável para a cacauicultura no nosso estado, com certificação, rastreabilidade e livre de doenças e pragas“, disse Lucionila Pimentel, diretora de defesa e inspeção vegetal da Adepará.
SEPLAD autoriza promoção vertical de 93 servidores da ADEPARÁ - 06/06/2025
- Descrição:
Um total de 93 servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) vão ter
direito a Promoção Vertical, conforme Lei n° 7.782/2014, que dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreiras
e Remuneração dos Servidores da Agência de Defesa.
O direito à promoção vertical foi concedido a fiscais agropecuários, agentes fiscais agropecuários, auxiliares de
campo e assistentes administrativos, por meio da Portaria N° 1005/2024, de 21 de março de 2024, publicada no
DIÁRIO OFICIAL Nº 35.754, 22 de março de 2024.
A solicitação foi encaminhada à Secretaria de Estado de Planejamento e Administração (SEPLAD) para implementação
na folha. Segundo a Comissão Permanente de Avaliação e Desempenho (CAPE) após uma revisão minuciosa e
consideração dos critérios estabelecidos, o processo foi encaminhado à Diretoria Administrativa e Financeira a
fim de viabilizar a possibilidade financeira e orçamentária para a implementação das promoções.
Em diálogo com a SEPLAD, a Adepará obteve a autorização para conceder os benefícios e já assegurou que existe
orçamento para a efetivação das promoções.“Os valores a serem pagos já estão garantidos. Foi um processo construído desde o ano passado e que agora foi
finalizado de forma favorável aos servidores, que avançam na carreira pública com salários ajustados em 8%
conforme a legislação que rege a promoção funcional”, disse Jamir Macedo, diretor-geral da Agência.
Promoção vertical - Visa incentivar a melhoria de desempenho e permitir a mobilidade dos servidores na carreira da
ADEPARÁ. Esta mudança consiste na transição do servidor de uma classe para outra, imediatamente superior do
mesmo cargo, após esgotar as referências da classe anterior.
Clique AQUI e veja a lista de servidores promovidos.
Adepará prorroga prazo para atualizar cadastro de animais de produção no Estado - 06/06/2025
- Descrição:
A campanha iniciou em maio e foi prorrogada por mais um mês com o objetivo de manter a saúde dos rebanhos
A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) prorrogou o prazo para que os produtores façam a
atualização cadastral dos animais de produção nas propriedades rurais do Estado.A prorrogação da Portaria N.º 2229, de 29 de abril de 2025, que estabeleceu a obrigatoriedade e as diretrizes
da Campanha de Atualização Cadastral de Animais, foi publicada nesta quarta-feira, 04, no Diário Oficial do Estado (DOE).O novo prazo para a entrega dos documentos foi estendido até o dia 16 de julho de 2025. Até essa data, o produtor rural
ou seu representante legal, precisa comparecer a uma unidade da Adepará, levando um documento oficial com foto e a
relação completa de todas as espécies existentes nas propriedades, como: bovinos, búfalos, equinos, asininos, muares,
suínos, ovinos, caprinos, aves, abelhas e animais aquáticos.
Nesta etapa da campanha, os produtores dos municípios do Arquipélago do Marajó não vão precisar fazer a atualização cadastral.
Cadastro Agropecuário - O cadastro agropecuário é muito importante porque fornece, entre outras informações,
o conhecimento dos territórios, o que permite o desenvolvimento de estratégias de prevenção, mitigação, controle e
erradicação de doenças, promovendo a saúde do rebanho.Com o recente reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação, o cadastro dos rebanhos
se torna fundamental para que o produtor rural mantenha as medidas de vigilância baseada em risco, adotadas em
substituição à retirada da vacinação contra a febre aftosa. Dentre as ações estão a inspeção clínica de animais
suscetíveis à febre aftosa, mapeamento das propriedades, inspeção regular de propriedades e o cadastro agropecuário.
Atualmente, o Pará possui o segundo maior rebanho do País com mais de 26 milhões de animais. Em todo o Estado, existem
mais de 120 mil produtores cadastrados na Agência de Defesa, que produzem em cerca de 20 milhões de hectares de terra,
aproximadamente 15% do território paraense.
Adepará adota novas regras sanitárias para o trânsito de aves e ovos no Pará - 06/06/2025
- Descrição:
Pará não registrou casos de gripe aviária, e a medida preventiva da Agência de Defesa Agropecuária do Estado quer proteger a produção avícola
O Pará segue adotando medidas preventivas contra o vírus da gripe aviária no território paraense. Além das ações de vigilâncias realizadas pelo serviço veterinário oficial por meio do programa estadual de sanidade avícola, o governo já publicou um decreto preventivo para a utilização de recursos em caso de emergência sanitária.
A medida mais recente foi a publicação de uma portaria da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), publicada, na terça-feira (3), no Diário Oficial do Estado (DOE), estabelece uma série de condições sanitárias para o trânsito agropecuário de aves e ovos no território paraense.
“O objetivo é prevenir a produção de aves contra a entrada da influenza aviária de alta patogenicidade, causada pelo vírus H5N1. Fica proibida a entrada de aves e ovos férteis vindos de Estados com casos de gripe aviária confirmada” disse o gerente de trânsito agropecuário da Adepará, Paulo Bastos.
Segundo a portaria nº 2962/2025, está proibida a entrada de aves e ovos vindos de Estados, onde a doença foi confirmada. Aves vivas, ovos férteis, aves ornamentais e silvestres oriundas de Estados com ocorrência confirmada de gripe aviária não podem entrar no Pará.
“Se a carga vier de Estados que não têm casos confirmados da doença, o transportador terá de apresentar a Guia de Trânsito Animal (GTA) válida e o atestado veterinário, garantindo que os animais estejam saudáveis. Esse documento deverá ser emitido em até 72 horas antes do transporte dos animais. É necessário que o local que vai receber as aves ou ovos esteja cadastrado na Adepará. Caso contrário, a carga voltará ao local de origem, não poderá seguir viagem. O decreto vale para todos os tipos de aves, tanto para aves silvestres, como aves domésticas e comerciais ", comenta o gerente de trânsito agropecuário da Agência de Defesa, Paulo Bastos.
No período de vigência da portaria, a Adepará intensificará a fiscalização nos 14 Postos Fixos de Fiscalização Agropecuária existentes no Pará, e quem desobedecer a norma estará sujeito às penalidades previstas em lei.
A Adepará reitera que o Pará não registrou nenhum caso de gripe aviária. Todos os casos suspeitos, tiveram a coleta de material para exames no laboratório federal de agricultura do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e os resultados foram negativos e os casos foram descartados.
Serviço:
Proibição do trânsito de aves e ovos de locais com ocorrência de gripe aviária. (Portaria Nº 2962/2025)
Vigência: Desde dia 2 de junho de 2025, por tempo indeterminado até à revogação ou nova norma.
Adepará recolhe polpas de frutas clandestinas em supermercados de Tomé Açu - 06/06/2025
- Descrição:
Ação contou com Ministério Público do Pará e Vigilância Sanitária do Município
Uma ação conjunta de fiscalização envolvendo fiscais da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), agentes
do Ministério Público do Pará (MPPA) e equipes da Vigilância Sanitária do Município de Tomé Açu, retirou de circulação polpas
de frutas clandestinas que estavam sendo comercializadas em supermercados do município e do distrito de Quatro Bocas.A operação ocorreu, na terça-feira, 3, e recolheu aproximadamente 540 quilos de polpas de frutas sem procedência de origem,
o que coloca em risco a saúde do consumidor.
De acordo com o fiscal agropecuário Nelson Leite, engenheiro agrônomo responsável pela Gerência de Produto Artesanal de
Origem Vegetal (GPAOV), o objetivo deste tipo de fiscalização é garantir a segurança alimentar, tendo em vista que o registro
de inspeção indica que o produto obedeceu às normas sanitárias de higiene e as boas práticas de fabricação.“Os produtos que foram recolhidos pela vigilância municipal são feitos de forma clandestina, sem indicar a procedência.
A fiscalização tem esse intuito de retirar do mercado esses produtos clandestinos, que concorrem de forma desleal com os
produtos oriundos das agroindústrias regulamentadas , que cumprem toda a exigência da legislação e são regularmente
inspecionados”, explicou o gerente.
Certificação de agroindústrias - Existem hoje 242 estabelecimentos autorizados a processar polpas de frutas registrados
no Serviço Estadual de Inspeção Vegetal, que passam por inspeção regular da Adepará. O principal benefício do selo de
produto artesanal concedido aos empreendedores pela Adepará é a habilitação dos estabelecimentos que processam
polpas de frutas a comercializar os produtos em todo o território paraense, além de possibilitar que eles forneçam
alimentos para a merenda escolar por meio de parcerias com as prefeituras locais.A produção de polpas de frutas no Pará é de aproximadamente 3.500 toneladas por ano. A atividade é desenvolvida
em 82 municípios paraenses e contribui para alavancar a economia em diversas regiões do Estado, fortalecendo
o desenvolvimento regional e gerando emprego e renda para a população dos municípios onde elas são instaladas.Em maio, a Adepará realizou a entrega de certificados de registro para o funcionamento de novas agroindústrias de
polpas de frutas nos municípios de Primavera, Cametá , Igarapé Miri e Bragança.Os estabelecimentos interessados em regularizar a situação junto a Adepará devem procurar uma unidade da
agência de defesa que está presente nos 144 municípios do Estado.“Nós estamos prontos para atender quem quer se regularizar. A Agência de Defesa oferece orientação e suporte
durante todo o processo, que inclui desde a apresentação de documentos pessoais, requerimento para registro
da empresa, visita de inspeção e adequação da infraestrutura, caso seja necessário. Às vezes, a pessoa já tem
um espaço e precisa apenas se adequar às normas”, orienta Nelson Leite.
Adepará prorroga prazo para atualizar cadastro de animais de produção no Estado - 05/06/2025
- Descrição:
A campanha iniciou em maio e foi prorrogada por mais um mês com o objetivo de manter a saúde dos rebanhos
A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) prorrogou o prazo para que os produtores façam a atualização cadastral dos animais de produção nas propriedades rurais do Estado.
A prorrogação da Portaria N.º 2229, de 29 de abril de 2025, que estabeleceu a obrigatoriedade e as diretrizes da Campanha de Atualização Cadastral de Animais, foi publicada nesta quarta-feira, 04, no Diário Oficial do Estado (DOE).
O novo prazo para a entrega dos documentos foi estendido até o dia 16 de julho de 2025. Até essa data, o produtor rural ou seu representante legal, precisa comparecer a uma unidade da Adepará, levando um documento oficial com foto e a relação completa de todas as espécies existentes nas propriedades, como: bovinos, búfalos, equinos, asininos, muares, suínos, ovinos, caprinos, aves, abelhas e animais aquáticos.
Nesta etapa da campanha, os produtores dos municípios do Arquipélago do Marajó não vão precisar fazer a atualização cadastral.
Cadastro Agropecuário - O cadastro agropecuário é muito importante porque fornece, entre outras informações, o conhecimento dos territórios, o que permite o desenvolvimento de estratégias de prevenção, mitigação, controle e erradicação de doenças, promovendo a saúde do rebanho.
Com o recente reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação, o cadastro dos rebanhos se torna fundamental para que o produtor rural mantenha as medidas de vigilância baseada em risco, adotadas em substituição à retirada da vacinação contra a febre aftosa. Dentre as ações estão a inspeção clínica de animais suscetíveis à febre aftosa, mapeamento das propriedades, inspeção regular de propriedades e o cadastro agropecuário.
Atualmente, o Pará possui o segundo maior rebanho do País com mais de 26 milhões de animais. Em todo o Estado, existem mais de 120 mil produtores cadastrados na Agência de Defesa, que produzem em cerca de 20 milhões de hectares de terra, aproximadamente 15% do território paraense.
Nas 20 regionais da Adepará, os servidores estão prontos para receber o produtor rural que for atualizar os dados. “Esse período da atualização cadastral movimenta as unidades da Agência de Defesa em todo o Estado, tendo em vista que estamos presentes nos 144 municípios paraenses, e requer um esforço maior dos servidores para garantir a prestação de um atendimento de qualidade ao produtor rural que se desloca para fazer o recadastramento dos rebanhos”, disse Lucionila Pimentel, diretora-geral em exercício.
Serviço:
Campanha de Atualização Cadastral de Animais - Prorrogada até 16 de julho.










