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40 servidores das regionais de Xinguara, Redenção, Marabá e São Geraldo do Araguaia foram capacitados em geoprocessamento. - 15/10/2025

  • Descrição:

    Uso de drones e ferramentas digitais moderniza ações de defesa agropecuária no Pará 

     

     

    Defesa Animal

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará realizou na última semana, de 01 a 03, e de 07 a 09 de outubro, o curso de Geoprocessamento para fiscais e agentes estaduais agropecuários, das regionais de Xinguara, Redenção, Marabá e São Geraldo do Araguaia.  

     

    Por iniciativa da Diretoria de Defesa e Inspeção Animal com apoio da Diretoria-geral, o curso capacitou os servidores, que atuam diretamente na Defesa Agropecuária. Auxiliando as atividades do campo, nas situações de focos de doenças, contagem de rebanho e nos planejamentos das rotas de fiscalização.

     

    “Esse é um treinamento de natureza essencialmente técnica, que introduz ferramentas fundamentais para a modernização das nossas ações de defesa agropecuária. O geoprocessamento é hoje uma ferramenta indispensável tanto para o planejamento e execução das atividades de rotina, como para a resposta a situações emergenciais. Aliado a isso, o uso do drone representa um importante avanço tecnológico, permitindo maior precisão nas ações de campo, desde o mapeamento e a contagem de rebanhos até o acompanhamento de focos e áreas de risco” comenta a diretora de defesa e Inspeção animal da Adepará, Graziela Oliveira. 

     

    Defesa Animal

     

     

    Como parte do conteúdo programático, a prática com a utilização de tecnologia para filmar e fotografar as áreas mapeadas, foi uma inovação para a área técnica em defesa Animal.

     

     

    Defesa Animal

     

     

    “Os servidores tiveram a oportunidade de trabalhar com novas ferramentas para melhorar a atuação em campo como: conceitos de cartografia, mapas, auxílio no cadastro das propriedades, mapas de densidade dos animais, perifoco e drone com a legislação, cuidados operacionais e práticas com contagem de rebanho” afirmou o instrutor e engenheiro cartógrafo da Adepará, Elian Trindade. 

     

     

     

    Defesa Animal

     

    O treinamento foi dividido em duas turmas, a primeira realizada para 18 servidores da regional de Xinguara e Redenção, no laboratório de informática do SENAR/ Sindicato Rural de Xinguara. Já a segunda turma do curso aconteceu no Centro Universitário Anhanguera, em Marabá, capacitando um total de 22 servidores, das regionais de Marabá e de São Geraldo do Araguaia. A região sudeste tem um potencial na produção de rebanho, é uma rota estratégia que possui muitas propriedades e número expressivo de animais. 

     


    Como parte da atuação da Unidade de Capacitação e Treinamento,  o Curso se Geoprocessamento é mais uma inovação para a capacitação dos servidores da ADEPARÁ. " Com um conteúdo programático específico, e a prática com a utilização de drone para filmar e fotografar as áreas mapeadas, o curso visa novas perspectivas para a área técnica em defesa Animal. No próximo ano, daremos continuidade na capacitação das outras regionais." relatou a coordenadora de capacitação da Agência, Karla Julieta de Sousa.

     

    Defesa Animal

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Pará realiza primeira exportação de carne bovina com rastreabilidade individual - 14/10/2025

  • Descrição:

    Remessa de 108 toneladas para a China reforça a qualidade alcançada com programa pioneiro para controle do rebanho paraense

     

     

    Pioneirismo

     

     

    O Pará, detentor do segundo maior rebanho do país, com 26 milhões de cabeças de gado, e pioneiro na rastreabilidade individual animal, iniciou a exportação de carne bovina produzida com o Sistema de Rastreabilidade Bovina Individual do Pará (SRBIPA). Do município de Xinguara, conhecido como a capital do boi gordo, saiu a primeira remessa de 108 toneladas com destino à China.

     

    O lote exportado incluía mais de 350 bovinos machos da raça Nelore, com idades entre 13 e 24 meses, transportados em 22 caminhões para um frigorífico com Serviço de Inspeção Federal (SIF) em Água Azul do Norte. O SIF, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), fiscaliza e certifica a produção de alimentos de origem animal, garantindo que o cumprimento de todos os padrões sanitários exigidos para consumo interno e exportação.

     

     

    Após o nascimento, cada animal recebeu dois brincos de identificação: um amarelo, para leitura visual, e outro azul eletrônico, que permite monitoramento por radiofrequência. Durante 90 dias, o rebanho foi alimentado com silagem, capim e ração, seguindo manejo sustentável em pasto rotacionado intensivo. Esse processo garante rastreabilidade completa e fortalece a qualidade e a sustentabilidade em toda a cadeia produtiva da carne.

     

    Pioneirismo

     

     

    Rastreabilidade como diferencial - O SRBIPA faz parte do Programa Pecuária Sustentável do Pará, executado pelo Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará). A iniciativa garante o controle sanitário do rebanho desde o nascimento até o abate, priorizando produtividade, transparência e responsabilidade socioambiental, preservando a cadeia produtiva em todas as fases. O primeiro lote de carne produzido com o sistema registrou ganho médio de 592 kg por animal, totalizando 7.212,48 arrobas.

     

    “O sistema de rastreabilidade é pioneiro no Brasil e qualifica a carne paraense para mercados internacionais, oferecendo garantias sanitárias de produção e de origem do produto, permitindo o acompanhamento até chegar ao frigorífico e fortalecendo a confiança do consumidor”, destaca Jamir Macedo, diretor-geral da Adepará.

     

    Pioneirismo

     

     

    Para o zootecnista e gestor de propriedade rural Adriano Silva, a rastreabilidade agrega valor à produção. “Com o número de identificação de cada animal, é possível acompanhar o ganho de peso individualmente, tornando a produção e a gestão da propriedade mais precisas. Isso impacta diretamente a qualidade do produto final, abre acesso a diferentes mercados e contribui para o desenvolvimento da pecuária no Pará”, afirma.

     

    A partir de janeiro de 2026, a movimentação de bovinos e bubalinos no Pará deverá ser acompanhada de Guia de Trânsito Animal (GTA) e registro obrigatório no SRBIPA. A partir de janeiro de 2027, todo o rebanho estadual deverá estar identificado individualmente. Os brincos de identificação são fornecidos gratuitamente pelo Governo do Pará a produtores com até 100 animais, que podem procurar a Adepará em seu município para adquirir os itens e realizar a identificação individual.

     

    Pioneirismo

     

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Agrônomos têm papel crucial para eficácia do combate à mosca-da-carambola no Pará - 14/10/2025

  • Descrição:

    Ações educativas, monitoramentos e vigilância constante contribuem para manter a exportação de frutos no Estado.

     

    Educação Sanitária

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) não tem medido esforços para manter o território paraense livre da mosca-da-carambola, inseto que é considerado um dos principais inimigos da fruticultura nacional. Na região do distrito de Monte Dourado, no município de Almeirim, divisa do Pará com o Amapá, onde a praga está restrita, a vigilância é constante, para evitar que cargas de frutos sejam transportados de áreas com presença da praga e cheguem ao território paraense.

     

    No esforço para evitar a disseminação da mosca, agrônomos que atuam na educação sanitária visitam comunidades com o objetivo de conscientizar sobre as medidas de prevenção da praga. “Esse trabalho é fundamental para o êxito das demais ações que são desenvolvidas para manter o Pará livre dessa doença. É muito gratificante levar esse conhecimento para mais pessoas e os agentes comunitários de saúde e de endemias exercem um papel importante para que a sociedade em geral possa nos ajudar no enfrentamento da mosca”, ressalta a Fiscal Agropecuária, engenheira agrônoma Gabriela Cunha, responsável pelas ações de educação sanitária para o programa da mosca-da-carambola no Pará. 

     

    Em Cachoeira do Arari, no arquipélago do Marajó, a ADEPARÁ acaba de realizar dois cursos para formação de Agentes Multiplicadores do Programa Nacional de Erradicação da Mosca-da-carambola. As capacitações ocorreram na zona urbana do município com aulas no Museu do Marajó e na zona rural, na Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Bom Jesus, em Retiro Grande.

     

    Nos cursos, os agentes comunitários de saúde receberam treinamento para poder transmitir informações sobre o inseto e contribuir para manter saudáveis os polos de produção de Citrus existentes no Estado, bem como a exportação de frutas in natura. 

     

    Com 25 anos de trabalho, a agente de saúde Ocirene Santos  já criou um vínculo com a população. “É um tema novo porque falar de alimento é falar de vida. Essa capacitação veio aprimorar nosso conhecimento para a promoção da saúde. É uma informação nova que só vem somar para melhorar nossa comunidade”, frisou.

     

    Por meio de metodologias ativas, aplicação de questionários, palestras e atividades lúdicas, os agentes foram capacitados para repassar informações sobre a praga e, desta forma, contribuir para a defesa vegetal.

     

    Educação Sanitária

     

     

    “As metodologias que foram aplicadas aqui vão ajudar no trabalho dos agentes e também disseminar essas informações sobre essas pragas agrícolas, já que a gente está numa região que tem muitas lavouras As dinâmicas utilizadas foram muito boas e todos puderam participar”, disse Júnior Santos, coordenador de vigilância e saúde de Cachoeira do Arari.

     

    “A mosca não afeta a saúde física, mas como as famílias trabalham com a venda de frutas da região, então se a praga entrar no nosso território pode agravar a situação das famílias porque elas não vão ter o produto e isso pode impactar a fonte de renda das famílias, porque muitos dependem da produção de frutas”, disse Michele  Passinho, que há 14 anos é agente de saúde no Camará. 

     

    De acordo com Olivar Valente, gerente regional de Soure em exercício, além de Cachoeira do Arari, outros 18 municípios do arquipélago são áreas de quarentena para a mosca-da-carambola. “Isso significa que frutos hospedeiros do inseto não podem ser transportados daqui para outros municípios do Estado, sob risco de disseminar a praga”, explicou.

     

     

    Educação Sanitária

     

     

    Cachoeira do Arari é uma área de quarentena para o inseto. No município, o monitoramento ocorre de 15 em 15 dias.  “O trabalho de vigilância realizado pela Adepará funciona com a instalação de armadilhas. Atualmente, existem três armadilhas instaladas na zona urbana da cidade e duas na região do Camará”, informou o Fiscal Agropecuário Luiz Carlos, que atua desde início do programa, há 18 anos.

     

    Na formação, os agentes receberam informações valiosas da Fiscal Agropecuária Fátima Feliz Cavalcanti, veterana da Adepará, que abordou na palestra o histórico do programa e o ciclo do inseto. Ela também explicou que a coleta de frutos nos quintais e áreas produtivas é fundamental para evitar a proliferação da mosca. 

     

    “Manter o quintal limpo é fundamental, porque o ciclo da mosca inicia na árvore e termina no chão, então se o fruto não estiver no chão fica mais difícil para o inseto se proliferar. Qualquer suspeita, avisar a Adepará porque os procedimentos técnicos são de responsabilidade dos Fiscais de defesa agropecuária”, disse a agrônoma.

     

    A Regional de Soure, que abrange sete municípios do Marajó, já realizou cursos de capacitação para agentes comunitários de saúde e agentes de endemias em Salvaterra, Soure e Cachoeira. 

     

     

    Educação Sanitária

     

    Ações simultâneas

    No Pará, são realizadas diversas ações simultâneas para o controle da mosca-da-carambola. Enquanto no Marajó foram realizadas atividades educativas, no município de Capanema, no nordeste do estado, Fiscais Agropecuários realizaram a supervisão do Programa e em Monte Dourado, na divisa com o Amapá, um treinamento formou novos combatentes para atuar na pulverização de áreas, coleta de frutos e enterro de hospedeiros. 

     

    “Com dedicação e compromisso, os servidores têm garantido o bom andamento das ações de campo, assegurando o acompanhamento técnico e a manutenção das armadilhas instaladas na região”, ressaltou o Gerente do programa, o Fiscal Agropecuário Adalberto Tavares. 

     

     Publicação - O Programa é um dos destaques da defesa vegetal no estado do Pará. Este mês um artigo científico sobre as ações da mosca de autoria de agrônomos da ADEPARÁ foi publicado na revista científica Neotropical Entomology. O artigo avaliou a eficácia de medidas fitossanitárias para reduzir a população de insetos em Oriximiná, onde em 2023 foi registrada presença da praga neste município.

     

    O monitoramento ocorreu nos meses de setembro, outubro e novembro em área urbana arborizada de 182 hectares, onde foram capturados 317 espécimes, sendo 274 machos e 43 fêmeas, com maior captura na armadilha do tipo Jackson (67,5 %) que na McPhail (32,5 %). A fase de frutificação foi observada em 93,1 % das fruteiras com armadilhas instaladas. 

     

    Segundo o Gerente, a publicação representa um importante marco científico que reforça a eficácia das ações do Programa Nacional de Erradicação da Mosca-da-Carambola na Amazônia Oriental conduzido pela Adepará no município de Oriximiná, que culminou com a erradicação da praga.

     

     

    Educação Sanitária

     

     

    “A eficácia e medidas fitossanitárias no controle e declínio da população da mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae) sobre as condições climáticas na Amazônia Oriental, é um reconhecimento internacional que valoriza todo o empenho, dedicação e responsabilidade dos gestores e colegas da Adepará, Mapa, Embrapa e Ufra no combate a esta praga quarentenária”, ressaltou Adalberto, que é engenheiro agrônomo e lidera os trabalhos sobre a mosca no Pará.

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Adepará orienta sobre consumo de produtos inspecionados do almoço do Círio - 09/10/2025

  • Descrição:

     

    O selo garante que o alimento é produzido sob boas práticas de fabricação, com
    controle higiênico-sanitário, rotulagem padronizada e rastreabilidade

     

    O selo de inspeção nos produtos de origem animal e vegetal garantem boas práticas de fabricação, rastreabilidade e segurança do alimento.
    O Governo do Pará, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Estado Pará (Adepará), alerta para os cuidados que o consumidor
    deve observar ao comprar os produtos do tradicional almoço do Círio. 

     

    Todos os produtos de origem animal e vegetal precisam obedecer às normas higiênico-sanitárias antes de serem comercializados.
    A engenheira agrônoma responsável pela Gerência de Inspeção vegetal, Joselena Tavares orienta os consumidores. 
     

    “A segurança dos alimentos começa na inspeção. O selo garante que o alimento foi produzido sob boas práticas de fabricação,
    com controle sanitário, rotulagem padronizada e rastreabilidade, garantindo que esses estabelecimentos desenvolvam suas
    atividades em conformidade com as normas higiênico-sanitárias vigentes, promovendo a segurança dos alimentos e possibilitando
    a inserção desses produtos no mercado formal”, comenta. 

     

    maniva com selo

     

    Produto seguro é produto inspecionado

    Para ter a garantia de que um produto foi fabricado em estabelecimento registrado e em boas condições de higiene,
    o consumidor pode conferir os selos de inspeção impressos no rótulo da embalagem:

     

    -Serviço de Inspeção Municipal (SIM)
    -Serviço de Inspeção Estadual (SIE) 
    - Produto Artesanal 
    -Serviço de Inspeção Federal (SIF)
    -Sistema Brasileiro de Inspeção (Sisbi-POA)

    A recomendação da Agência é que o consumidor verifique no rótulo todas as condições que estão sendo oferecidas, como:
    quem fabricou, data de fabricação, prazo de validade, lote, informações nutricionais para ter a garantia de estar consumindo
    um produto seguro e inspecionado pelos órgãos oficiais.

     

    “Em nossas lojas o consumidor já vai encontrar os produtos certificados pelos órgãos competentes, como o tucupi, camarão,
    peixe entre outros. Trabalhamos com encomenda desses produtos para serem enviados pra fora do Estado, por isso é
    importante ter os produtos certificados, é mais uma segurança para quem compra”, afirma o comerciante Gabriel Oliveira. 

     

     

    tucupi com selo

     

     

    Certificação – A regularização das agroindústrias artesanais é uma política desenvolvida pela Adepará, que impulsiona
    a agricultura familiar e os pequenos produtores. Mas é necessário realizar o cadastramento da produção artesanal, que
    pode ser tanto de pessoas físicas quanto jurídicas.


    Com o registro, o produtor pode comercializar em todo o Estado. Para a obtenção do Selo Artesanal, o estabelecimento precisa
    seguir as boas práticas de fabricação. Para se regularizar, o produtor deve procurar uma unidade da Adepará em seu município
    ou a Gerência de Inspeção e Classificação Vegetal (GICV). É preciso apresentar ao GICV documentos pessoais e fazer o
    requerimento solicitando o registro da empresa. Os documentos são: RG, comprovante de residência e CPF.

     

     

     

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ADEPARÁ participa das celebrações pelo Dia Mundial da Alimentação mobilizando estudantes em torno do consumo de alimentos seguros - 08/10/2025

  • Descrição:

    Atividades educativas na Usina da Paz no Guamá marcaram o encerramento da Semana da
    Alimentação realizada nas escolas públicas de Belém.

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) em parceria com mais de 20 instituições realizou, no final de  semana, na Usipaz Guamá, atividades educativas que culminaram com o encerramento da semana mundial da alimentação.

     

    Na programação, os estudantes recebiam um passaporte para participar de um circuito em que iam entrando nas salas onde aconteceram oficinas; dinâmicas; sorteios; palestras didáticas e degustação de alimentos.

     

    No espaço dedicado a inspeção de alimentos , médicos veterinários e agrônomos falaram de forma lúdica sobre a importância do consumo de frutas e de alimentos que passaram por inspeção sanitária como queijos, leite , iogurte , mel , além de farinhas e demais derivados da mandioca. 

     

    A professora e coordenadora da escola Parque Amazônia, na Terra Firme, Selma Sarraf, acredita que a atividade cumpriu com seu objetivo. 

     

    “É importante esse tipo de trabalho para que eles tenham consciência de que para terem saúde e disposição para estudar e brincar, precisam de uma alimentação  saudável e nutritiva”. 

    Ela também destacou a importância da inspeção. “Quando a gente vai comprar algum alimento a gente observa se possui o selo  de inspeção que indica que o produto passou pelo processo de higienização porque esse cuidado é necessário por questões de saúde”,concluiu.

     

    Educação Sanitária

     

     

    Semana da Alimentação- Durante a semana, em sete escolas públicas de Belém, a equipe de Educação Sanitária da Adepará realizou palestras para estudantes na faixa etária entre 08 a 13 anos de idade disseminando as informações e  orientações sobre segurança alimentar e também sobre o consumo de alimentos de origem animal e vegetal inspecionados.

     

    Criado em 1981, o Dia Mundial da Alimentação é comemorado todo dia 16 de outubro. Atualmente, mais de 150 países celebram a data como uma oportunidade para consciencializar a opinião pública sobre questões relativas à nutrição e à alimentação

     

    Em 2025, a temática da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura – ONU/FAO - foi "De mãos dadas por melhores alimentos e um futuro melhor", que enfatiza a importância da colaboração global para criar sistemas agroalimentares sustentáveis e garantir segurança alimentar para todos. O tema convida governos, organizações, setores e comunidades a trabalharem juntos para transformar o modo como os alimentos são produzidos, distribuídos e consumidos. 

     

    Em Belém, a união de mais de 20 instituições dentre elas  MPPA, ADEPARÁ, PROCON, Sespa, Sesma e demais parceiros , foi decisiva  para a reativação do “PROJETO DE ALIMENTAÇÃO SAUDAVÉL E SUSTENTÁVEL”. “O objetivo é conscientizar sobre os malefícios do consumo de alimentos ultraprocessados consumidos de forma desenfreada por crianças e seus familiares”, disse Alexandre Mendes, gerente de educação sanitária da Adepará.

     

    Educação Sanitária

     

     

    A promotora de justiça Erika Almeida, que coordena o NÚCLEO DE DEFESA DO CONSUMIDOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ -NUCON/MPPA - explicou além das ações com os estudantes,  mais de 500 merendeiras foram capacitadas pela casa do Açaí e receberam a carteirinha de manipulador de alimentos.

     

    “É muito importante mudar esse paladar muito adocicado, muito açucarado, muito industrializado por um paladar mais saudável por comida de verdade. E a comida paraense é uma comida de verdade, não tem nada de industrializada”

     

    Nas atividades realizadas na Usipaz do Guamá turmas de 20 alunos de sete escolas municipais de Belém, acompanhados pelos professores,  também fizeram avaliação nutricional; degustação de açaí e demonstração de equipamentos utilizados no processamento do fruto.

     

    O comerciante Eron Amaral Rocha fez a demonstração do açaí que passa pela tríplice lavagem e pelo processo de branqueamento, o que torna o produto apropriado para o consumo.

     

    “Nós  viemos trazer um pouco do conhecimento que temos a respeito do açaí para os alunos. E despertar essa consciência de consumir um açaí saudável processado de forma correta. Hoje, manipular o açaí virou uma questão de saúde pública. Se manipular errado as pessoas adoecem”, explicou o comerciante que foi o primeiro a receber o selo de qualidade  para o açaí em Belém e o primeiro batedor de açaí capacitado no programa de alimento seguro do Sebrae.

     

     

    Educação Sanitária

     

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Curso de Certificação Fitossanitária para Vassoura-de-Bruxa da Mandioca é ofertado pela ADEPARÁ e MAPA - 30/09/2025

  • Descrição:

     

    VASSOURA-DE-BRUXA-PLANTA_INFECTADA

     

    Engenheiros agrônomos que desejam se habilitar para emissão de certificação fitossanitária para Vassoura-de-Bruxa da Mandioca já podem se inscrever no 37º Curso de Certificação, promovido pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), por meio da Superintendência Federal de Agricultura no Pará (SFA/PA).

     

    O curso será realizado nos dias 29 e 30 de outubro, na sede do SEBRAE de Capanema, no nordeste do Pará, e é destinado a engenheiros agrônomos do setor público, da iniciativa privada ou autônomos.

     

    A capacitação visa preparar profissionais para atuarem na certificação fitossanitária de origem garantindo a sanidade do produto vegetal hospedeiro da Vassoura-de-Bruxa da Mandioca ( Rhizoctonia theobromae ), praga que  foi detectada no Amapá e está sob controle oficial no Pará, em área isolada no Parque do Tumucumaque.

     

     

    Inscrição

    📆 Período de inscrição: de 1º a 29 de outubro


    💲 Valor: R$ 288,07


    📌 Vagas limitadas: apenas 30 disponíveis


    🕒 Carga horária: 16h/aula


    🌐 Ficha de inscrição: disponível nos links abaixo:

     

    📤 Para efetivar a inscrição, é necessário enviar:

    • Ficha de inscrição preenchida
       
    • Comprovante de pagamento
       
    • Cópia da carteira e do registro no CREA/PA
       

    📧 Envio para o e-mail: certificacaoadepara@gmail.com

     

    💳 Pagamento:

    • Banpará: Ag. 015 | C/C 673171-6

     

    Instrutores:

    O curso será ministrado por especialistas de referência na área:

    • Eng. Agr. Milton Leite Alves da Cunha – Auditor Fiscal Federal Agropecuário (SFA/PA/MAPA)
       
    • Eng. Agr. Glauco Antonio Teixeira – Auditor Fiscal Federal Agropecuário (DSV/MAPA)
       
    • Eng. Agr. Ana Thaís Souza de Leão – Fiscal Estadual Agropecuário (ADEPARÁ)
       
    • Eng. Agr. Gleicilene Brasil de Almeida – Fiscal Estadual Agropecuário (ADEPARÁ)
       
    • Eng. Agr. Wilson Emílio Saraiva da Silva – Fiscal Estadual Agropecuário (ADEPARÁ)
       
    • MSc. Eng. Agr. Jackson de Araújo dos Santos – Analista (EMBRAPA Amapá)
       

     

    Contexto Fitossanitário no Pará

    A Vassoura-de-Bruxa da Mandioca ainda não foi identificada em áreas de produção comercial no Pará, mas medidas preventivas vêm sendo intensificadas. A ADEPARÁ atua com ações de fiscalização no trânsito de mudas e manivas, educação sanitária e levantamentos fitossanitários nos principais polos produtores do estado.

    Além disso, uma portaria foi publicada pela Agência estabelecendo regras para controle, prevenção e combate da praga no território paraense, protegendo essa cadeia produtiva.

    A certificação é fundamental para garantir a sanidade da produção de mandioca no Estado - cultura essencial à segurança alimentar na região Norte.

     

     

    📍Serviço

    Curso: 37º Curso de Certificação Fitossanitária para Vassoura-de-Bruxa da Mandioca


    Datas: 29 e 30 de outubro


    Público-alvo: Engenheiros Agrônomos (público, privado e autônomos)


    Local: SEBRAE – Capanema | Rua Dom Pedro II, 418

     

    Informações: (91) 99392-3399 (Unidade de Certificação Fitossanitária )

     

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Adepará promove ações educativas na Semana de Combate à Raiva dos Herbívoros - 29/09/2025

  • Descrição:

    No período de 22 a 26 de setembro, veterinários da Agência de Defesa realizaram programação para conscientizar a população sobre os riscos da zoonose

     

     

    Palestras, dinâmicas,  atividades lúdicas e mobilização marcaram a Semana de Combate à Raiva dos Herbívoros, promovida pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) durante a última semana, em polos da agropecuária no Estado. Em 2025, a Adepará concentrou as ações no Arquipélago do Marajó, especificamente nos municípios de Cachoeira do Arari, Soure e Salvaterra, que apresentaram casos da doença em herbívoros em 2024 e 2025. Também foram realizadas atividades educativas na Região de Integração Baixo Amazonas, no oeste paraense.
     
    Em Cachoeira do Arari, as ações foram destinadas a alunos da Escola Estadual Delgado Leão; em Salvaterra, na Escola de Ensino Técnico do Estado do Pará (EETEPA), direcionadas aos alunos do curso técnico em Medicina Veterinária e universitários do Campus da Universidade do Estado do Pará (Uepa), e em Soure, as ações contemplaram alunos da Escola Edda S. Gonçalves e do curso técnico em Enfermagem da EETEPA.
    A programação envolveu estudantes de várias escolas
    A programação envolveu estudantes de várias escolas
     
    “A Semana de Combate à Raiva é um chamado à prevenção e à união de todos por uma saúde única. Esse trabalho conjunto com produtores, instituições e comunidades fortalece a vigilância e garante respostas mais rápidas e eficazes contra essa zoonose de alta gravidade”, ressaltou Graziela Oliveira, diretora de Defesa e Inspeção Animal da Adepará. 
     
     
    Abordagem lúdica - Em Mojuí dos Campos, município do Baixo Amazonas, o médico veterinário, Anderson Carvalho de Farias, da Agência de Defesa, explicou para 40 estudantes da Escola Municipal Maria do Carmo Félix da Silva como a doença é transmitida por morcego hematófago (que se alimenta de sangue) e ressaltou a importância de vacinar tanto os animais de produção e os animais domésticos.
     
    “Nós abordamos o assunto de uma forma bem lúdica, para que os estudantes possam compreender a importância do assunto e saber que existe controle e combate à doença, realizados principalmente através da vacinação. Além da proteção aos rebanhos pecuários paraenses, é uma proteção à saúde única, ou seja, humana, ambiental e animal”, frisou o veterinário.
     
     
    Dia Mundial - O período escolhido para a ação coincidiu com o Dia Mundial Contra a Raiva, estabelecido pela Alianza Global para o Controle da Raiva (Garc) e reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a fim de promover o combate à doença, conscientizar sobre prevenção e comemorar conquistas.
     
    De acordo com Krishna Tabosa, fiscal estadual agropecuária da Gerência de Sanidade dos Ruminantes (Gesar) e ponto focal do Programa Estadual de Controle da Raiva em Herbívoros, este foi o 4º ano consecutivo que a Adepará promoveu ações de prevenção contra a doença no período que antecede o Dia Mundial Contra a Raiva - 28 de Setembro.
     
    “Tal ação é destinada à conscientização dos riscos envolvidos à raiva em herbívoros (bovinos, bubalinos, cavalos, burros, jumentos, carneiros e bodes), sua prevenção e controle, por meio da mobilização de estudantes, agentes comunitários de saúde e a população em geral”, informou a veterinária.
     
     
    Riscos e atendimento - A raiva é uma grave zoonose que está presente em todos os continentes, afetando mais de 150 países. No homem, sua letalidade se aproxima de 100%. A transmissão ocorre principalmente por contato com saliva de animais infectados, decorrente principalmente de mordedura, e menos frequentemente por arranhaduras e lambeduras em pele lesionada ou em mucosas. É uma doença com protocolos de atendimento bem estabelecidos, os quais, se forem seguidos à risca, são eficazes para a proteção das pessoas.
     
    No Brasil, a doença é endêmica no meio rural, uma vez que animais de produção e animais silvestres são acometidos com regularidade. Os sinais clínicos mais evidentes são incoordenação motora, prostração, paralisia de membros, movimentos de pedalagem e pescoço esticado, seguidos de morte.
     
     
    Educação sanitária - A educação  é um instrumento fundamental para transformar conhecimento em ação. “Ela não apenas dissemina informações, mas desperta a consciência crítica da sociedade, fortalecendo a compreensão de que a prevenção e o controle de doenças na agropecuária dependem do engajamento coletivo”, disse Adriane Moraes, veterinária que coordenou as ações educativas no Marajó. 
     
    Ao sensibilizar e preparar o público, a educação sanitária promove a corresponsabilidade entre produtores, consumidores, estudantes, instituições e comunidade em geral, criando uma cultura de vigilância. “Mais do que um processo de orientação, é uma prática de construção conjunta, capaz de gerar mudanças de atitude e valorizar a saúde única”, ressaltou Alexandre Mendes, gerente de Educação Sanitária da Adepará.
     
    A Adepará orienta produtores, agentes de saúde e a comunidade para que fiquem alertas quanto à suspeita da doença, comunicando imediatamente à Agência sobre animais de produção com sinais clínicos da doença, por meio do site https://www.adepara.pa.gov.br, pessoalmente no Escritório da Adepará ou acessando o e-SISBRAVET - https://sistemasweb4.agricultura.gov.br/sisbravet/manterNotificacao!abrirFormInternet.action
     
     
     
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Manutenção no SIGEAGRO - 22/09/2025

  • Descrição:

    Manutenção Sigeagro



     

    A Agência de Defesa Agropecuária  do Pará (ADEPARÁ) informa que, nos dias 26, 27 e 28 de setembro,  o Sistema de Gestão Agropecuária do Estado (SIGEAGRO),  passará por  manutenção programada para que possa ser efetuada a migração dos dados referente a área vegetal para a versão 2.0 do Sistema.

     

    Será migrado o Módulo do Serviço Oficial e também o Módulo do Produtor. Com isso, a ferramenta irá agilizar o acesso ao sistema para um layout mais eficiente para cadastramento de cultivos agrícolas e emissões de documentos oficiais de trânsito agropecuário.

     

    Após  a migração dos dados, os produtores poderão acessar o Módulo Produtor para realizar sua própria emissão de GTV, dentre outros procedimentos. 


    Para evitar que o produtor fique impossibilitado de movimentar o rebanho durante o período de manutenção, a Agência de Defesa orienta que seja feita a  antecipação da emissão da Guia de Trânsito Animal - GTA.


     

    Manutenção do SIGEAGRO 2.0

    Quando?

    Dias  26, 27, 28 de Setembro de 2025

     

    Retorno?

    Segunda -feira, 29 de Setembro de 2025

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Inscrições abertas para 1ª corrida e caminhada da ADEPARÁ - 19/09/2025

  • Descrição:

    cartaz corrida

     

    As inscrições para a Primeira Corrida e Caminhada, realizada pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ), estão abertas. As inscrições são on-line, através do site da plataforma Sympla.

     

    O evento faz parte da programação em comemoração aos 23 anos da Agência e será realizado no dia 14 de dezembro, às 6h da manhã, com saída e chegada no Parque Estadual do Utinga Camillo Vianna, em Belém. Serão dois percursos, um de 3km para caminhada e outro de 6km para a corrida.

     

    A I Corrida e Caminhada da ADEPARÁ é uma forma de incentivar as boas práticas esportivas entre os servidores contribuindo para o combate ao sedentarismo e promovendo uma vida saudável com mais qualidade de vida. 

    “Procurando incentivar nossos servidores, colaboradores em união com  a comunidade para ter melhor qualidade de vida. Teremos a caminhada de 3km e a corrida de 6km, para que todos possam participar de acordo com seu preparo físico. Queremos destacar que cuidar da saúde é fundamental e que podemos fazer isso de forma coletiva, unindo trabalho, esporte e qualidade de vida” disse a gerente de  desenvolvimento humano da ADEPARÁ, Lidivane Costa. 

     

    Com o evento, a ADEPARÁ  demonstra o seu compromisso institucional de valorizar o seu capital humano ao promover saúde, bem-estar e qualidade de vida para servidores, colaboradores e toda a comunidade que atua na defesa agropecuária do Estado.

     

     

    Programação


    14/12/2025 (Domingo)

    06h - Concentração

    06h45 – Aquecimento 

    07h – Largada corredores (6km)

    07h10 – Largada dos caminhantes (3km)

     

    Pós-prova

    Medalhas, frutas e hidratação 

    09h – Alongamento / relaxamento coletivo / sorteios de brindes.


    “Convidamos todos a estarem conosco, nesta primeira corrida fazendo esse momento especial. Mais do que uma corrida, é uma celebração da vida, da saúde e da união. Venha correr, caminhar e se divertir com a gente” , comenta a gerente. 


     

    Serviço: 

    1ª Corrida e Caminhada ADEPARÁ, nesta edição, serão oferecidas 500 vagas. As inscrições podem ser feitas entre os dias 17 de setembro até 03 de dezembro, ou até o preenchimento total das vagas, pelo site 1ª Corrida e Caminhada ADEPARÁ em Belém - Sympla. 

     

    A retirada dos kits, será realizada nos dias 11, 12 e 13 de dezembro, na sede da Adepará, na travessa da Estrella nº1184, no bairro Pedreira, em Belém.

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Fé e Gratidão marcam os 23 anos da ADEPARÁ com visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré - 18/09/2025

  • Descrição:

    diretor entrega certificados de área livre de aftosa sem vacinação

     

    Em um momento de fé, emoção e celebração, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) comemorou seus 23 anos de fundação, nesta quarta-feira (17), com a ilustre visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré — um dos maiores símbolos da devoção paraense.

     

     

    chegada da imagem

     

    A chegada da imagem à sede da Agência, por volta do meio-dia, foi marcada por gestos simbólicos e muita emoção. Entregue pela Diretoria da Festa de Nazaré (DFN) às servidoras Norma Teixeira, uma das pioneiras da instituição, e Soraya Martins, chefe de gabinete, a imagem peregrina foi conduzida ao auditório pelos diretores Raimundo Belo e Lucionila Pimentel, onde recebeu uma calorosa recepção ao som do coral "Vozes da ADEPARÁ", formado por cerca de 30 servidores. Com cantos marianos e músicas religiosas, o grupo homenageou a padroeira com reverência e alegria.

     

    círio na adepará

     

    Dentro do auditório, servidores esperavam para prestar suas homenagens. O momento foi conduzido por uma breve celebração do diácono, que saudou Nossa Senhora de Nazaré e abençoou os presentes. Ao final, muitos puderam se aproximar da imagem, registrar o momento e fazer suas preces e agradecimentos.

     

    visita da peregrina


    Aniversário com sabor de missão cumprida

    A celebração religiosa foi um dos destaques das comemorações pelos 23 anos da ADEPARÁ, que também reuniu servidores em um animado parabéns com direito a um bolo de 1,5 metro. O diretor-geral da Agência, Jamir Macedo, reforçou a importância da instituição para o desenvolvimento do agronegócio no Pará, um dos pilares da economia estadual.


    “A ADEPARÁ é vital para o setor onde atua. Representamos a segunda maior pauta do PIB paraense e prestamos suporte a mais de 140 mil produtores rurais. Somos quase mil servidores espalhados por todo o estado, garantindo a sanidade animal e vegetal com dedicação e excelência”, destacou Macedo.

     

    Diretor-geral

     

     

    Durante a cerimônia, Macedo também entregou os certificados que reconhecem o Pará como zona livre de febre aftosa sem vacinação. Os documentos foram recebidos por Graziela Oliveira, diretora de Defesa e Inspeção Animal, e Glaucy Carreira, responsável pela Gerência Estadual de Vigilância para Febre Aftosa, Doenças Vesiculares e Análise de Risco (GEVFAR) — conquista que reforça o compromisso técnico e sanitário da Agência, guardiã de um dos maiores patrimônios pecuários do País, o segundo maior rebanho bovino do Brasil com mais de 26 milhões de animais e o primeiro em búfalos.

     

    equipe


    Fé e missão: um dia inesquecível

    Para a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal, Lucionila Pimentel, o encontro entre espiritualidade e compromisso público deu um tom especial à data.

    “Celebrar nosso aniversário recebendo a Imagem Peregrina é um privilégio. Que Nossa Senhora de Nazaré continue sendo nossa guia e protetora, abençoando cada servidor, suas famílias e os nossos projetos”, afirmou emocionada.

    O diretor administrativo-financeiro, Raimundo Belo, também compartilhou reflexões espirituais, citando trechos bíblicos de São Paulo e São Tiago, e destacou a importância da gratidão e da fé diante dos desafios diários.

    “A vida é feita de obstáculos, mas também de conquistas. E é com fé que seguimos nossa missão, certos de que somos instrumentos de Deus em nossa caminhada”, completou.

     

    Raimundo Belo

     

    Compromisso que se renova

    A celebração dos 23 anos da ADEPARÁ foi mais do que uma comemoração institucional — foi um momento de renovação da fé, da missão e do propósito coletivo de servir ao cidadão paraense, do campo à cidade. Que os próximos anos tragam ainda mais conquistas, guiados pela proteção divina e pelo trabalho incansável de quem faz da Agência um orgulho para o Pará.

     

    Jamir, Grazi e Glaucy

     

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Adepará comemora 23 anos de avanços históricos na defesa agropecuária - 17/09/2025

  • Descrição:

     

     

    Modernização, identidade territorial e agroindustrialização marcam trajetória da Agência,
    referência nacional na defesa da saúde animal e vegetal

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) completa, nesta quarta-feira (17), 23 anos de atuação estratégica
    em prol da sanidade animal e vegetal, da proteção da biodiversidade e da valorização das cadeias produtivas da
    agricultura familiar. Fundada em 2002, a Agência se tornou referência nacional ao articular segurança sanitária,
    inovação tecnológica e políticas públicas voltadas ao fortalecimento da sociobioeconomia amazônica. 
     

     

    Ao longo de sua trajetória, a Adepará consolidou um modelo institucional que alia modernização,
    vigilância agropecuária, apoio técnico e articulação territorial, promovendo um agro de baixo impacto
    ambiental e alto retorno social.

     

    rastreabilidade

     

     

    Sanidade e rastreabilidade: segurança para o produtor e para o consumidor

     

     

    Entre os marcos mais recentes, destaca-se a conquista da certificação internacional de zona livre de febre aftosa
    sem vacinação, obtida em 2025. O reconhecimento abriu caminho para a ampliação das exportações de carne
    paraense, assegurando padrões sanitários rigorosos exigidos por mercados internacionais.

     

    Outro avanço importante é a implementação do Sistema de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará (SRBIPA), por meio do
    programa Pecuária Sustentável que já conta com mais de 100 mil animais identificados, ampliando a gestão da propriedade,
    transparência e a segurança sanitária da cadeia produtiva da pecuária.

     

    Apoio à agroindustrialização e fortalecimento das cadeias locais

     

    A Agência tem desempenhado papel fundamental no incentivo à formalização de agroindústrias familiares, promovendo
    a agregação de valor e a valorização dos saberes tradicionais.

     

    Atualmente, o Pará tem 169 estabelecimentos registrados no Sistema de Inspeção Estadual (SIE), sendo 32 com
    SISBI-POA (comercialização nacional), além de 78 estabelecimentos de produtos artesanais de origem animal e
    mais de 300 agroindústrias de mandioca e polpas de frutas com selo artesanal vegetal.

     

    Regiões produtoras como a Transamazônica e o Xingu já começam a se destacar também na produção de
    chocolates com selo artesanal, impulsionando o valor agregado de cadeias produtivas locais e fortalecendo
    a identidade amazônica no mercado nacional.

     

     

    “Agroindustrializar com identidade também é agir pelo clima. As agroindústrias familiares promovem
    cadeias curtas, que reduzem transporte, diminuem emissões e fortalecem as economias locais.
    Quando formalizamos esses empreendimentos, garantimos segurança sanitária e legalidade
    sem apagar a cultura, ao contrário, damos a ela condições de crescer. Valorizar produtos regionais
    é preservar a floresta, desenvolver o território e cuidar do clima cuidando das pessoas”, afirma
    Joselena Tavares, gerente de inspeção da Adepará.

     

    Presença territorial e estrutura técnica qualificada

    A Adepará mantém uma das maiores estruturas de defesa agropecuária do País. São cerca de mil servidores,
    entre eles 172 médicos veterinários e 100 engenheiros agrônomos, com 176 unidades físicas distribuídas
    estrategicamente em todos os municípios paraenses.

     

    Nos últimos anos, foram inauguradas novas sedes próprias em Juruti, Castanhal e Soure, além da aquisição
    de lanchas e veículos para reforçar o atendimento ao produtor em áreas remotas, especialmente em territórios
    ribeirinhos e de produção familiar.

     

    “Nós temos uma missão bem definida, que é executar ações de sanidade e qualidade para  colocar o
    nosso agronegócio, tanto no aspecto empresarial quanto da agricultura familiar, cada vez mais pujante,
    competitivo e sustentável”, destaca a diretora de defesa e inspeção vegetal, Lucionila Pimentel.

     

    Educação sanitária e combate a pragas
     

    A educação sanitária também ganha força como instrumento estratégico de prevenção contra pragas para
    ampliar a defesa fitossanitária. A I Caravana da Educação contra a Vassoura-de-Bruxa da Mandioca, realizada
    em Cametá, mobilizou comunidades, escolas e especialistas para proteger uma das culturas mais simbólicas da Amazônia.

     

    “Educar é prevenir. Nossas ações aproximam o cidadão da defesa agropecuária, criando uma rede de proteção
    ativa contra pragas e doenças " , afirma Carlos Alexandre Mendes, gerente de Educação Sanitária da Agência.

     

    defesa da soja

     



    Tecnologia, inovação e energia limpa

     

    Sob a gestão do diretor-geral e fiscal agropecuário Jamir Macedo, a Adepará tem apostado na inovação como
    pilar de sua atuação. Sistemas digitais para comunicação, gestão documental e rastreabilidade de produtos
    como dendê e açaí estão modernizando os processos internos e a relação com os produtores.

     

    Em 2025, a Adepará entregou a primeira usina de energia solar, localizada em Santa Izabel do Pará, com
    capacidade estimada de geração de 1,4 milhão de kWh por ano. A iniciativa reduz custos operacionais e
    contribui diretamente para a mitigação das emissões institucionais.

     

    Além disso, o novo Centro de Inteligência e Corregedoria passou a funcionar em um prédio reformado,
    com foco na ampliação do controle interno, na transparência e na integridade das ações da Agência.

     

    “Nosso trabalho é diário, lado a lado com o produtor, garantindo rebanhos livres de doenças, lavouras
    protegidas e alimentos seguros. A defesa agropecuária é a base de um agro sustentável, resiliente
    e competitivo” , destaca Jamir Macedo, que também preside o Conselho Gestor do Programa
    Pecuária Sustentável do Pará (COGES/Pecuária).

     

    brincos do boi


     

    Um legado que fortalece a Amazônia

     

    A veterinária Maria Teresa Santos, uma das pioneiras da Agência, resume a trajetória da Agência com orgulho:
    “Vi a Adepará nascer e me orgulho de fazer parte dessa história. Foram muitos desafios e muitas conquistas,
    sempre com o mesmo objetivo: proteger e fortalecer a produção agropecuária do Pará.”

     

    Com 23 anos de história, a Agência segue firme em sua missão institucional: proteger a produção agropecuária,
    garantir a segurança alimentar e promover o desenvolvimento sustentável dos territórios amazônicos —
    onde a floresta, alimento e identidade caminham juntos.

    juruti

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Conselho Regional de Medicina Veterinária do Pará reconhece Diretor-geral da Adepará por sua contribuição à saúde pública - 15/09/2025

  • Descrição:

     

     

    O título de médico veterinário do ano, destaca a importância da profissão
    para o desenvolvimento e sanidade da produção do estado. 

     

     

    Em alusão ao Dia Nacional do Médico Veterinário, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Pará (CRMV/PA),
    realizou nessa quinta-feira,11, homenagem ao diretor-geral da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ),
    Jamir Macedo, como médico veterinário do ano. Esse reconhecimento é pela sua contribuição à saúde pública e serviços prestados
    ao estado, fortalecendo o agronegócio paraense.  O evento fez parte da programação de encerramento da 49ª edição da
    Semana do Veterinário (SEMAVET), realizado no auditório do Campus Alcindo Cacela da Universidade da Amazônia (UNAMA), em Belém. 

     

     

    Médico veterinário formado pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), em 2006,Jamir Macedo possui pós-graduação
    em Higiene e Inspeção de Produtos de Origem Animal pela Universidade Castelo Branco de Brasília em 2008. O veterinário iniciou
    a carreira em Conceição do Araguaia, atuando na saúde pública do município. 

     

     

    “O título de médico veterinário do ano, não é apenas um reconhecimento de um profissional de excelência, mas também um
    exemplo de dedicação ética, compromisso com a medicina veterinária. Simbolizando a trajetória de alguém que vai além da
    técnica, mas de uma pessoa que inspira e motiva colegas transformando vidas por meio do serviço agropecuário”,  afirmou
    a presidente do CRMV/PA, Nazaré Fonseca.  

     

     

    certificado CRMV

     

     

    Servidor de carreira, atua há 15 anos na defesa agropecuária, como fiscal estadual agropecuário, onde foi responsável
    pelos programas sanitários em Abaetetuba e no arquipélago do Marajó.  Como gestor, no comando  da Agência de Defesa
    desde 2020, Jamir Macedo se destaca pela sua liderança e comprometimento com a excelência das ações que visam
    proteger o território paraense de doenças, objetivando o fortalecimento da agropecuária no estado e promovendo a
    segurança alimentar. 

     

     

    Segundo Jamir Macedo,  esse  reconhecimento ocorre em um momento especial para o estado que tem alcançado
    inúmeras conquistas na defesa agropecuária, como o reconhecimento internacional de zona livre de aftosa sem vacinação,
    a rastreabilidade do rebanho bovino e bubalino e a abertura de novos mercados para os produtos de origem animal.

     

    Jamir Macedo, Diretor-geral

     

    “Nós precisamos celebrar o papel do profissional que está a serviço da saúde pública.  E para mim é uma grande
    honra receber esse título do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Pará. Estou imensamente feliz. Mas,
    é importante frisar que o médico veterinário tem um papel fundamental para a saúde pública, para o desenvolvimento
    do agronegócio. Dedico esse reconhecimento a todos os veterinários da Adepará, que estão comigo lado a lado para
    garantir a sanidade da nossa produção”, comentou.

     

     

    médico veterinário do ano

     

     

     

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ADEPARÁ e parceiros realizam mutirão de cadastramento de produtores de abacaxi em Salvaterra - 10/09/2025

  • Descrição:

    equipe em Salvaterra



     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) iniciou, nesta semana, um mutirão voltado à agricultura familiar em Salvaterra, arquipélago do Marajó, com o objetivo de atualizar os cadastros já existentes e cadastrar novos produtores, propriedades rurais e unidades produtivas para a emissão da Guia de Trânsito Vegetal (GTV) do abacaxi, principal produto da região.

     

    cadstro de produtores
     

     

    O mutirão acontece na sede da Cooperativa de Agricultura Familiar do Marajó (COOPAFAM), na Vila de Condeixa, e conta com a participação de instituições parceiras como EMATER, SEBRAE, SAAB e BASA.


    Durante a ação, a ADEPARÁ cadastra novos produtores e atualiza cadastros de quem já cultiva abacaxi no município. A atualização cadastral envolve, além de documentos pessoais, informações sobre as roças. Os produtores devem levar RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de posse da terra. Após o cadastro, a equipe acompanha o produtor até o plantio e realiza a coleta de coordenadas geográficas da unidade produtiva onde o produtor já fica apto para a emissão da GTV.

     


    plantações de abacaxi

     

    O gerente em exercício da Regional de Soure, Olivar Valente, explicou que o produtor recebe orientação sobre como emitir a GTV usando o celular, com o login de produtor, ou pelo computador, a partir de casa. “É uma forma de dar mais autonomia ao produtor, ampliando a liberdade para que ele possa gerenciar e emitir a GTV”, afirmou.


     

    O trabalho da defesa agropecuária em Salvaterra fortalece a agricultura familiar e oferece acompanhamento técnico e de gestão para a cadeia produtiva do abacaxi. “Salvaterra está no início do processo para a obtenção da Indicação Geográfica (IG) do abacaxi. Nesta etapa de cadastros, levantamentos de áreas e das unidades produtivas, estamos consolidando as bases de dados para a IG”, destacou o gerente da ADEPARÁ.

     

    equipe da ADEPARÁ realizando as ações
     

     

    Segundo Glaub da Silva Oliveira, presidente da COOPAFAM, as parcerias fortalecem a cadeia produtiva na ilha. “É um trabalho que já vem sendo feito há cerca de um ano, de forma coletiva, que valoriza o cooperativismo. Isso é muito importante para que nossos agricultores tenham acesso às políticas públicas”, comentou.


    Sobre a cooperativa, Oliveira ressaltou que a parceria com a ADEPARÁ tem sido fundamental para desenvolver o potencial da produção de abacaxi no município.

    O agricultor familiar Rosenildo Teixeira faz seu depoimento enfatizando a importância da GTV para o escoamento da produção de maneira organizada e regulamentada. “Com a GTV, conseguimos vender o nosso abacaxi diretamente para o mercado. Antes, muitos produtores não tinham esses cadastros. Hoje entendemos o quanto é importante cadastrar, realizar vistorias e levantar quantos agricultores existem em Salvaterra”, concluiu.




     

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Médicos veterinários fortalecem a defesa agropecuária em regiões de grande importância para o agronegócio - 09/09/2025

  • Descrição:

    No Dia do Médico Veterinário, comemorado em 09 de setembro, conheça histórias de profissionais em um dos campos de atuação dessa profissão: a defesa agropecuária

     

     

    Na Adepará, 172 profissionais atuam na promoção da saúde única, conceito que integra a saúde animal, a saúde humana e a preservação do meio ambiente. Esses profissionais têm papel fundamental na proteção da pecuária paraense e na garantia de alimentos seguros e de qualidade para a população.

     

     

    Dedicação no campo: a história de Karinny Campos

    Na região de Carajás, onde além da mineração a pecuária leiteira e de corte impulsionam a economia, o trabalho da defesa agropecuária é conduzido por médicos veterinários que têm amor pelo que fazem.

     

    A fiscal agropecuária Karinny Campos é responsável pela sanidade de cerca de 370 mil bovinos no município de Eldorado do Carajás, na Regional de Marabá. Natural de Xinguara, ingressou na Agência em 2009, aos 21 anos, após formar-se em Medicina Veterinária pela UFPA.

     

    “Sou de uma região de grandes propriedades rurais, e a medicina veterinária surgiu como uma profissão com boas oportunidades de trabalho. Encontrei na defesa agropecuária a chance de atuar em diversas áreas: clínica, prevenção de doenças, educação sanitária e orientação técnica. Descobri uma profissão essencial para a sociedade, que além de cuidar dos animais, protege contra doenças, garante alimentos seguros e fortalece a economia por meio da agropecuária”, afirma.

     

    Apaixonada pelo que faz, Karinny destaca: “Sinto orgulho de ter escolhido a Medicina Veterinária e de ter encontrado nela algo em que eu pudesse trabalhar por amor, como se todos os dias fossem o primeiro”.

     

     

     

    Do Marajó à gestão estratégica: a trajetória de Samyra Albuquerque

     

    Na sede da Adepará, em Belém, médicos veterinários coordenam programas sanitários, definem estratégias e gerenciam ações que protegem os rebanhos do estado.

     

    É o caso de Samyra Albuquerque, gerente de epidemiologia. Atuando na Agência desde 2008, Samyra já passou por diversas regionais e construiu uma sólida carreira. “Atuei no Marajó, em Breves, Afuá e Aurora do Pará, vivenciando de perto os desafios da defesa agropecuária. Essas experiências me ensinaram o valor da dedicação e da proximidade com os produtores. Hoje, na epidemiologia, coordeno ações que visam antecipar e prevenir crises sanitárias.”

     

    Ela ressalta a importância da preparação: “Capacitar o corpo técnico é fundamental. A epidemiologia nos permite monitorar, planejar e dar respostas rápidas a emergências. O nosso objetivo é proteger o patrimônio pecuário do estado, garantindo a segurança da produção e a saúde da população”

     

     

    Evolução e reconhecimento: Sumaya Paulino

     

    A médica veterinária Sumaya Paulino integra a Adepará desde 2004. Recém-formada, deixou o setor privado para assumir sua vocação na defesa e inspeção agropecuária.

     

    “Comecei em Tailândia e logo atuei na inspeção, área em que estou há quase 20 anos. Acompanhei a evolução da Agência, desde os tempos em que fazíamos registros manuais até a estrutura moderna de hoje. Esse crescimento fortaleceu a imagem do fiscal agropecuário perante a sociedade, que reconhece nosso trabalho como essencial para o bem-estar coletivo”, destaca.

     

    Para Sumaya, o maior legado é o respeito conquistado: “Hoje somos vistos de forma positiva, porque a população compreende que o nosso trabalho garante alimentos seguros e protege contra doenças. Isso é motivo de orgulho”

     

     

     

    Novos horizontes: a rastreabilidade com John Robert Almeida

     

    O avanço da rastreabilidade bovina e bubalina tem aberto novas frentes de atuação para os médicos veterinários no Pará. O jovem profissional John Robert Almeida iniciou sua trajetória no arquipélago do Marajó e hoje integra a equipe responsável pela identificação individual de animais.

     

    “Meu sonho inicial era cuidar de cães e gatos, mas quando conheci a defesa agropecuária descobri a grandeza dessa profissão. A Adepará me proporcionou experiências práticas em diferentes regiões e contato com colegas que se dedicam diariamente à sanidade animal. É gratificante saber que nosso trabalho contribui para que alimentos de qualidade cheguem à mesa das famílias”, relata.

     

     

    Um compromisso que vai além dos animais

     

    Há cinco anos, a Adepará é administrada pelo fiscal agropecuário médico veterinário Jamir Macedo, servidor de carreira que conhece profundamente os desafios e conquistas da defesa agropecuária.

     

     

    Uma gestão que valoriza o trabalho realizado por uma equipe de profissionais presentes em todos os municípios e que sustenta a posição do Pará como o segundo maior rebanho bovino do Brasil, com mais de 26 milhões de cabeças e maior rebanho bubalino do País, com 782 mil animais.

     

    Os médicos veterinários da Adepará têm presença marcante em todas as etapas da cadeia produtiva: da vacinação e vigilância constante no campo à inspeção de alimentos. Eles acompanham a produção de carne, leite, pescado e mel, garantindo que alimentos seguros e de qualidade cheguem à mesa da população.

     

     "Esses profissionais carregam a responsabilidade de proteger um dos maiores patrimônios do estado, preservar a saúde pública, garantir a qualidade dos alimentos e impulsionar o agronegócio. Um compromisso diário que fortalece não apenas o setor produtivo, mas a confiança da sociedade no alimento que chega à sua mesa”, enfatiza Jamir Macedo, diretor-geral da Adepará.

     

     

     

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GERÊNCIA DE PROGRAMA ESTADUAL DE SANIDADE AVÍCOLA E DOS ORGANISMOS AQUÁTICOS - GPESAOA - 08/09/2025

PROGRAMA ESTADUAL DE SAÚDE DAS ABELHAS - PESAB - 08/09/2025

  • Descrição:

    Objetivo Geral

    Apoiar a apicultura e a meliponicultura no estado do Pará por meio das atividades pertinentes à Defesa Sanitária Animal, como educação sanitária, investigação epidemiológica, diagnóstico, monitoramento, controle e prevenção de pragas e doenças. O objetivo é manter as colmeias saudáveis, garantindo produção adequada em quantidade e qualidade de produtos, além de contribuir para a polinização dos pomares, essencial para a agropecuária do estado.

     

    Objetivos Específicos

    1. Manter um cadastro atualizado dos produtores;
    2. Controlar e prevenir pragas e doenças por meio da fiscalização da entrada de produtos nas barreiras sanitárias;
    3. Atender notificações de suspeita de doenças;
    4. Encaminhar amostras para laboratório para diagnóstico;
    5. Realizar vigilância epidemiológica de focos de doenças-alvo do programa;
    6. Atuar em conjunto com a Inspeção de Produtos de Origem Animal para vigilância em estabelecimentos de beneficiamento de mel e produtos das abelhas;
    7. Desenvolver ações de educação sanitária por meio de reuniões, esclarecimento sobre as atividades da Defesa Sanitária, importância do cadastramento, notificação de doenças, emissão da GTA, aplicação de questionários para diagnóstico educativo e produção de material informativo;
    8. Monitorar propriedades para identificar a presença de pragas e doenças, bem como sua distribuição geográfica;
    9. Realizar estudos epidemiológicos sobre doenças que afetam as abelhas;
    10. Emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA);
    11. Planejar e executar ações do programa;
    12. Identificar propriedades de risco;
    13. Capacitar tecnicamente profissionais e promover educação continuada em sanidade apícola e meliponicultura;
    14. Conhecer, propor e revisar normas voltadas à sanidade apícola e da meliponicultura;
    15. Interagir com outras instituições para desenvolver atividades conjuntas voltadas à manutenção e ao crescimento da apicultura e da meliponicultura no estado.

     

    Papel dos Apicultores e Meliponicultores

    1. Cumprir as normas sanitárias, especialmente as exigências para o trânsito de abelhas;
    2. Manter atualizado o cadastro do apiário e do meliponário junto ao Serviço Veterinário Oficial;
    3. Comunicar imediatamente à Adepará qualquer alteração significativa na condição sanitária do apiário ou meliponário;
    4. Utilizar apenas insumos agropecuários registrados no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), respeitando suas indicações de uso;
    5. Registrar o trânsito de colmeias e rainhas, a ocorrência de doenças, bem como os medicamentos, produtos veterinários e demais insumos agropecuários utilizados.

    A participação dos apicultores e meliponicultores, por meio do cumprimento das normas sanitárias e do correto manejo dos apiários e meliponários, é fundamental para a efetivação dos objetivos do Programa Estadual de Saúde das Abelhas no Pará.

     

    Papel dos Médicos Veterinários do Setor Privado

    Os médicos veterinários do setor privado podem prestar serviços no âmbito do PESAB, observando as normas sanitárias, especialmente a obrigação de notificação imediata ao Serviço Veterinário Oficial em caso de suspeita de doenças de notificação obrigatória.

     

    Cadastro na Adepará

     

    Apicultores e meliponicultores, façam seu cadastro na Adepará!

    Para se cadastrar, é necessário comparecer à unidade da Adepará mais próxima de sua residência. Além disso, o transporte regular das colmeias, atendendo às exigências sanitárias, como a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), é essencial para garantir um controle sanitário adequado.

    O cadastro é obrigatório e tem como objetivo monitorar, prevenir e controlar possíveis pragas e doenças que possam afetar as abelhas. Além disso, permite o atendimento e a avaliação de casos de intoxicação por agrotóxicos e o planejamento de políticas públicas para o desenvolvimento do setor produtivo.

     

    Trânsito de Abelhas

    Todo o trânsito de abelhas, independente do destino e da finalidade, está condicionado à emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) e à apresentação dos demais documentos sanitários e fiscais, observadas as legislações vigentes

     

    Legislação Estadual

     

    1. Resolução COEMA nº 184, de 23 setembro de 2024 - Dispõe sobre os procedimentos de licenciamento ambiental para a prática da meliponicultura, os critérios para uso e manejo sustentável das abelhas Nativas sem ferrão (ANSF), no âmbito do estado do Pará, e altera os anexos das Resoluções COEMA nº 117, de 25 de novembro de 2014, e no 165, de 24 de agosto de 2021.

     

    Legislação Federal

     

    1. NOTA TÉCNICA Nº 2/2024/ DICOE II/ CDVIG/ CGVSA/ DAS/ DAS/ MAPA – Nota técnica conjunta entre as áreas de saúde animal, saúde única e boas práticas e sanidade vegetal para estabelecer medidas de investigação conjunta de abelhas por suspeita de intoxicação.
    2. NOTA TÉCNICA Nº 10/2018/DSE/CAT/DSA/CGSA/DSA/MAPA/SDA/MAPA - Medidas prescritas pelo Departamento de Saúde Animal – DSA para controle e erradicação do Pequeno Besouro das Colmeias - PBC (Aethina tumida) a partir de recomendações do Grupo Ad Hoc sobre Aethina tumida.
    3. Nota Técnica nº 9-2019-SDA-MAPA – Infestação de colmeia pelo Aethina tumida
    4. IN 21 2013 abelhas e produtos apícolas
    5. Instrução Normativa n° 16, de 08 de maio de 2008 - Instituir o Programa Nacional de Sanidade Apícola PNSAp, no âmbito do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
    6. PORTARIA SDA Nº 795, DE 10 DE MAIO DE 2023 - Define as normas higiênico sanitárias e tecnológicas para estabelecimentos que elaborem produtos de abelhas e seus derivados.
    7. PORTARIA Nº 665, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2021 -  Institui o Catálogo Nacional de Abelhas-Nativas-Sem-Ferrão.
    8. Portaria n° 248, de 30 de dezembro de 1998 - Aprovar as metodologias para Pesquisa de Bacillus larvae em Mel, em anexo.
    9. Resolução CONAMA 346 de 16 de agosto de 200 disciplina a utilização das abelhas silvestres nativas, bem como a implantação de meliponários
    10. IN IBAMA nº 169 de 20 de fevereiro de 2008 Instituir e normatizar as categorias de uso e manejo da fauna silvestre em território brasileiro …

     

    Outros Documentos

     

    Manual de Doenças das Abelhas

    Manual de colheita e envio de amostras de abelhas

     

     

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