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Médicos veterinários concluem 1ª Pós-graduação em Defesa Sanitária e Inspeção de Produtos de Origem Animal - 10/12/2024

  • Descrição:

     

      Inédito na região, o curso teve o objetivo de atualizar o conhecimento
    desses profissionais e torná-los especialistas em defesa e inspeção sanitária.


     

     

    Suzy Barros recebe certificado das mãos da Antonieta Martorano

     

    Vinte e sete médicos veterinários, fiscais estaduais agropecuários, da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará)
    receberam nesta segunda, 09, em solenidade realizada no auditório da sede da Agência, em Belém, os certificados
    de conclusão do I Curso de Pós-Graduação em Defesa Sanitária e Inspeção de Produtos de Origem Animal.

     

    fiscal recebe certificado de conclusão de pós-graduação

     

    Inédito na região, o curso teve o objetivo de atualizar o conhecimento desses profissionais e torná-los especialistas em defesa e inspeção sanitária.
    Além da capacitação profissional, a pós-graduação significa maior valorização do servidor da Adepará, pois favorece, ao término,
    um incremento salarial aos servidores.


    “Nós como gestão nos sentimos orgulhosos em poder proporcionar a formação profissional e valorização do servidor, isto torna a Agência
    cada vez mais forte e com um serviço mais qualificado”, ressaltou o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, que parabenizou os servidores
    que concluíram o curso e ressaltou o investimento proporcionado aos servidores nesta gestão. “Foi a primeira turma de especialização,
    hoje avançamos e estamos proporcionando o mestrado profissional a 20 servidores e nos próximos anos vamos ampliar o número de
    cursos para que este processo de qualificação seja frequente”, concluiu Macedo.

     

     

    Josino Santos

     

     

    Com uma turma formada por veterinários que atuam em na sede e nas regionais, a pós-graduação teve apoio do Conselho Regional
    de Medicina Veterinária, à época presidido pela médica veterinária Maria Antonieta Martorano. “Nós estamos comemorando um grande feito,
    que foi oferecer o primeiro curso de pós-graduação em defesa sanitária animal no Estado do Pará, para os técnicos da Adepará. Agora, nós
    estamos em busca de realizar um outro curso para os colegas que estão no campo. Para terem a mesma oportunidade. É muito importante que
    todos eles tenham esse conhecimento. Então, eu vou em busca de realizar. E, dar essa oportunidade aos nossos outros colegas que estão
    lutando no campo pela nossa defesa agropecuária”, disse Antonieta.


    Antonieta

     

     

    O projeto pedagógico do curso é de autoria do professor doutor Djacy Ribeiro, que pretende estender a especialização para os municípios
    de Marabá e Santarém. “Nós vamos montar um projeto pedagógico híbrido para também oferecer a mesma oportunidade para Marabá e
    Santarém e assim fortalecer a defesa nessas outras regiões do Estado”.

     

     

    turma

     

    Realizado em parceria com o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Pará (CRMV/PA) e a Universidade Federal Rural da
    Amazônia (Ufra), o curso foi viabilizado por meio de emenda parlamentar federal. Com duração de um ano e dividido em 16 módulos,
    a pós-graduação abordou assuntos específicos da área de atuação dos médicos veterinários da Adepará como os Programas Oficiais
    de Defesa Sanitária, Inspeção de Produtos de Origem Animal, Direito Sanitário, Epidemiologia Veterinária, dentre outros. 

     

    Professor

     

     

    O médico veterinário Glaucio Galindo, fiscal agropecuário e gerente do Programa Estadual de Ruminantes, foi o orador da turma.
    Ele destacou a importância do curso para o trabalho desenvolvido pela Agência de Defesa em todo o Estado. “Nós fomos atualizados
    com relação às técnicas, normas sanitárias e todos os procedimentos a serem adotados. Normalmente nós passamos por capacitações
    extremamente técnicas, voltadas à atividade de campo, como necropsia, coleta de material, emergência sanitária animal. A oportunidade
    de fazer uma pós-graduação foi um diferencial para que nós pudéssemos ter um conhecimento abrangente. Estudamos epidemiologia e tantas
    outras disciplinas, interligando nossas áreas de trabalho aos programas sanitários em atividade, para que a gente pudesse integrar esse rol de
    disciplinas, de áreas temáticas, para que a gente possa fazer um trabalho mais sólido, mais robusto, tanto de defesa da sanitária animal,
    quanto de inspeção de produtos de origem animal”, comemorou.

     

    Glaucio Galindo

     

     

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ADEPARÁ participa de evento nacional em comemoração a criação de programas de sanidade de aves e suínos - 09/12/2024

  • Descrição:

    O Estado possui mais de 21 mil propriedades com criação de suínos e rebanho superior a 299 mil animais.

     

    Foto: Divulgação

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) participou nos dias 3 e 4 de dezembro, em Brasília, do evento que marcou os 30 anos do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA) e os 20 anos do Programa Nacional de Sanidade Suídea (PNSS), realizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

     

    Com o tema "Saúde Animal em Constante Evolução: 30 anos do PNSA e 20 anos do PNSS", o evento contou a presença de representantes das Agências de Defesa Agropecuária de todo o País, responsáveis pela execução das ações dos programas no âmbito dos Estados.  

     

    Instituídos pelo Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, os programas são responsáveis pela sanidade de aves e suínos no país. 

     

    Foto: Divulgação

     

    O Serviço Veterinário Oficial do Pará foi representado pela gerente do Programa Estadual de Sanidade Avícola (PESA), médica veterinária e fiscal agropecuária Lettiere Lima, e pela gerente do Programa Estadual de Sanidade Suídea (PESS), médica veterinária e fiscal agropecuária Elaine Serrão, que participaram de reuniões técnicas, painéis internacionais, mesas redondas e debates.

     

    "Acompanhamos palestras de vários estados que compartilharam suas experiências na execução do programa nacional de sanidade suína, bem como painéis internacionais com representantes da Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai e Estados Unidos, sobre a execução da defesa agropecuária nos seus países. Também foram discutidas estratégias para os próximos anos nos estados quanto ao plano estratégico Brasil livre de peste suína clássica", contou a fiscal Elaine Serrão.

     

    No Pará, desde 2018 a Agência de Defesa é responsável pela execução das ações do Programa realizando vigilância, profilaxia, controle e erradicação de doenças que afetam os suínos. O Estado possui mais de 21 mil propriedades com criação de suínos e rebanho superior a 299 mil animais.

     

    Foto: Divulgação

     

    Já o Programa de sanidade avícola existe há 17 anos no Pará, garantindo a sanidade dessa cadeia produtiva.

    "Desde 2007 nós contribuímos com a defesa sanitária avícola através das ações de vigilância ativa na avicultura comercial; em aves de subsistência em áreas de maior risco para introdução de Influenza Aviária; realizando atendimento à mortalidade excepcional de aves silvestres; atendimento a suspeita de síndrome respiratória e nervosa das aves; no registro sanitário de granjas comerciais; no controle e monitoramento de Salmonella spp (bactéria responsável por intoxicações alimentares graves) em granjas de corte; e também no trabalho conjunto com outras instituições para o enfrentamento da emergência sanitária de Influenza Aviária no Pará", explicou a fiscal Lettiere Lima.

     

    Segundo a veterinária, “o evento foi uma experiência única onde os Serviços Veterinários nacionais e internacionais compartilharam suas experiências vividas com os focos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade. Foi bastante orientativo para o programa estadual de sanidade avícola”, concluiu.

     

     

    Defesa e inspeção

    No ciclo 2022-2023, as ações de vigilância realizadas pelo programa estadual de sanidade avícola para influenza aviária e doença de Newcastle, doenças que acometem aves domésticas e silvestres e podem ocasionar prejuízos à avicultura, foram destaque nacional. Segundo o Mapa, o Pará foi o estado com a maior quantidade de propriedades com aves de subsistência amostradas e também o que teve o maior número de coletas de campo, 3.730. Na avicultura industrial, o Pará participou do estudo com 98 granjas, ficando em 9º lugar geral.

     

    No primeiro trimestre de 2024, segundo o Serviço de Inspeção Estadual, o Pará produziu mais de 23 mil toneladas de produtos de carne de frango e mais de 89 milhões de toneladas de ovos.

     

    lETTIERE lIMA E DRA DILMARA REISCHAK

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Adepará apresenta ações do Programa Pecuária Sustentável durante o 62º Encontro Ruralista - 06/12/2024

  • Descrição:

    O sistema de identificação individual do rebanho bovino e bubalino proporcionará o fortalecimento e agregação de valor da produção pecuária para alcançar mercados internacionais.

     

    Foto: Divulgação

     

    Iniciativa pioneira, o Programa Pecuária Sustentável do Pará, que vai identificar individualmente, por meio de elementos visuais (brincos), bovinos e bubalinos até 2026 em todas as regiões do Estado, foi um dos temas da programação do 62° Encontro Ruralista, realizado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa) nos dias 03 e 04 de dezembro, em Belém.

     

    Operador da rastreabilidade identificando o animal

     

    Operador da rastreabilidade identificando o animalFoto: DivulgaçãoO diretor de Defesa e Inspeção Animal, Josino Santos, explicou as diretrizes do programa, que tem a rastreabilidade como um dos pilares. “A identificação individual do rebanho bovino e bubalino será feita através do Sistema de Rastreabilidade Bovídea do Pará (SRBIPA) que está sendo executada pela Adepará. O produtor vai declarar essas informações do seu rebanho identificado junto ao sistema. Todo o rebanho deverá ser identificado. Então, a nossa meta é atingir 100% de identificação individual dos animais transportados até dezembro de 2025” disse.

     

    Durante o evento, os produtores rurais de diversas regiões do Estado puderam esclarecer dúvidas sobre a implementação da política de rastreabilidade, uma iniciativa inovadora que alia o setor público e a iniciativa privada com o objetivo de garantir uma pecuária sustentável e de alta produtividade.

     

    O 62º Encontro Ruralista do Pará reúne lideranças do setor agropecuário para debater a produção sustentável e traçar metas visando a realização da COP 30, em novembro de 2025, em Belém. O evento é uma realização do Sistema Faepa (Federação da Agricultura e Pecuária do Pará) / Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural no Pará), e Sebrae no Pará.

     

    Presidente da Faepa, Carlos Xavier

     

    Presidente da Faepa, Carlos Xavier - Foto: Divulgação

     

    “Nós avançamos na época da vacinação da aftosa e conseguimos vacinar todo o rebanho livre de aftosa, e conseguimos suspender a vacinação, olha o avanço que nós tivemos. O que nós produzimos no Pará, nós temos que vender pra fora. A rastreabilidade será um avanço para alcançar esses mercados”, comentou o presidente da Faepa, Carlos Xavier.

     

    Pecuária Sustentável - Além de Belém, outros municípios do Pará estão recebendo os técnicos da Adepará para divulgar o programa e capacitar o operador da rastreabilidade. Em Paragominas, durante os dias 3 e 4, pecuaristas, produtores rurais, médicos veterinários, engenheiros agrônomos, zootecnistas, funcionários de fazenda e técnicos agrícolas foram capacitados sobre o SRBIPA.

     

    Foto: Divulgação

     

    O sistema de identificação individual do rebanho bovino e bubalino proporcionará o fortalecimento e agregação de valor da produção pecuária para alcançar mercados internacionais. Ao todo 67 OPRs estão habilitados pela Adepará para atuarem como agentes da rastreabilidade. O produtor vai poder acompanhar o crescimento do seu animal, ganho de peso, desempenho produtivo e controle de sanidade dos animais.

     

    Na propriedade ‘Sitio Domani’, na PA-125, em Paragominas, Região de Integração do Rio Capim, 80 cabeças de gados foram “brincadas”. O processo funciona da seguinte forma: nessa primeira etapa, todo animal bovino ou bubalino que estiver em trânsito deve ser identificado até dezembro de 2025 com dois brincos, um para cada orelha sendo um visual e outro eletrônico, permitindo uma leitura por radiofrequência RFID. 

     

    Diretor de defesa e inspeção animal, Josino Santos

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Papel do engenheiro agrônomo é tema de palestra no IFPA de Conceição do Araguaia - 06/12/2024

  • Descrição:

    Campus do IFPA em Conceição do Araguaia receb palestra da ADEPARÁ.

     

    Fiscal que minsitrou a palestra

     

     

    Estudantes do curso de agronomia e agropecuária, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), assistiram na última quinta-feira,05, uma  palestra sobre o "Papel do engenheiro agrônomo na defesa vegetal - o que faz um fiscal agropecuário?" , na Sala de Estudos do Centro Experimental Agroecológico do Araguaia (Ceagro),  no Campus Conceição do Araguaia.

     

    publico

     

    A palestra foi ministrada pela engenheira agrônoma Luciana de Souza Lopes, que é fiscal estadual agropecuário (FEA) e atua na Unidade Local de Sanidade Agropecuária (ULSA) de Conceição do Araguaia. 

     

    O convite partiu do Instituto e foi um momento de conhecer o trabalho da defesa e inspeção vegetal  e as ações da ADEPARÁ realizadas na região de integração do Rio Araguaia. 


     

    “Na palestra foi abordado o trabalho do engenheiro agrônomo na ADEPARÁ em todos os programas sanitários desenvolvidos em todas as regiões do estado para garantir a sanidade dos cultivos agrícolas e a qualidade e segurança dos produtos de origem vegetal inspecionados”, comentou a fiscal.

     

    público
     

     

    Organizada pelo Professor Jorge Luis, do laboratório de Entomologia, a palestra reuniu 57 estudantes da disciplina Legislação Fitossanitária.

     

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Adepará realiza controle da raiva no município de Muaná, no Marajó - 05/12/2024

  • Descrição:

    A região dos focos compreende 21 propriedades rurais. Até o momento não foram encontrados novos animais com sinais clínicos compatíveis com a doença.

     

    Muaná

    Fotos: ASCOM/ ADEPARÁ

     

    Técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) estão na região do Marajó realizando ações de saneamento dos focos de raiva detectados no município de Muaná, por meio de visita às propriedades rurais existentes no raio de até 12 km a partir dos locais onde foram coletadas amostras para diagnóstico da doença.

     

    O trabalho consiste na orientação técnica aos produtores, atividades de educação sanitária, notificação da vacinação obrigatória de herbívoros, busca por novos casos, captura de morcegos hematófagos e apoio à vacinação de herbívoros em pequenas criações.

     

    ações de educação sanitária

     

    Todas as ações de prevenção à doença estão sendo realizadas em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde de Muaná.

     

     

     

    A região dos focos compreende 21 propriedades rurais, com 44 explorações pecuárias, que estão sob vigilância ativa da Adepará, sendo que até o momento não foram encontrados novos animais com sinais clínicos compatíveis com a doença. 

     

    A Agência de Defesa reforça que segue realizando as ações de saneamento dos focos já identificados e alerta para a obrigatoriedade da vacina nas áreas próximas. “A Adepará irá notificar as 21 propriedades que estão no raio de até 12 km do foco para que façam a vacinação obrigatória e, no restante do Marajó, estamos orientando que os produtores adquiram as vacinas, vacinem os animais e comuniquem à Adepará, pois desta forma teremos maior eficácia na prevenção da doença", orienta a fiscal estadual agropecuária Krishna Tabosa.

     

     

     

    Notificação ajuda no controle da doença - Assim que foi notificada da presença de muar e bubalino apresentando sinais clínicos de síndrome neurológica, a Adepará imediatamente deslocou uma equipe técnica para realizar o atendimento das notificações em propriedades rurais distintas. Após avaliação clínica, foi feita a coleta de amostras para diagnóstico da raiva e enviadas à Belém. O resultado das amostras colhidas em Muaná foi positivo à raiva, iniciando-se o protocolo de saneamento de foco.

     

    Equipe de campo

     

    Raiva - É uma doença infecciosa viral aguda e grave, que afeta o sistema nervoso central de mamíferos, incluindo o homem. Sua transmissão se dá por meio, principalmente, do contato com a saliva de animal infectado. É uma doença de notificação obrigatória ao Serviço Veterinário Oficial do País, que pode ser evitada por meio da vacinação dos rebanhos susceptíveis como forma preventiva e, na ocorrência da doença, a vacinação torna-se obrigatória na região afetada.

     

     

     

    Em animais de produção (bovinos, bubalinos, equinos, asininos, muares, caprinos e ovinos), a doença geralmente se inicia com o isolamento voluntário do animal, apatia, perda do apetite.  O animal também fica irrequieto, salivação abundante, dificuldade para engolir, movimentos desordenados da cabeça, ranger de dentes, incoordenação motora, andar cambaleante e contrações musculares involuntárias. A morte do animal ocorre entre 3 e 6 dias após o início dos sinais.

     

    A Agência de Defesa informa que a doença não é trasmitida pelo consumo de carne e orienta que, na ocorrência de animais com sinais clínicos compatíveis com a raiva em herbívoros, notifique-se a suspeita junto a um dos escritórios da Adepará ou por meio deste endereço eletrônico.

     

     

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ADEPARÁ apresenta Sistema de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará no 62º Encontro Ruralista - 04/12/2024

  • Descrição:

    O Sistema de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará, que vai identificar por meio de elementos visuais (brincos) bovinos e bubalinos até 2026 em todas as regiões do Estado, é um dos assuntos do 62° Encontro Ruralista, que será realizado nos dias 03 e 04 de dezembro, na Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (FAEPA). 

     

    O encontro vai debater os desafios e oportunidades da sustentabilidade da agropecuária nacional e da região amazônica, reunindo especialistas de diferentes setores para analisar questões fundiárias, ambientais, tecnológicas e políticas que impactam o setor agropecuário brasileiro.

     

    Sustentabilidade em foco
     

    No primeiro dia, a programação será marcada pela análise da sustentabilidade na agropecuária. Evaristo de Miranda, engenheiro agrônomo e pesquisador, abrirá os debates com a palestra “A agropecuária no Brasil e no Pará são sustentáveis? Futuro e desafios”. Na sequência, Marcelo Bertoni, presidente da Comissão Nacional de Assuntos Fundiários da CNA, falará sobre as medidas adotadas pela CNA para equacionar impactos decorrentes de recentes normativas de natureza fundiária, com destaque para a discussão sobre o Marco Temporal no Supremo Tribunal Federal.

     

    À tarde, o tema econômico ganha espaço com uma palestra sobre crédito rural, conduzida por André Vicente Raposo, da Caixa Econômica Federal. O cenário político pós-eleições municipais também será debatido por Miriam Vaz, da CNA. O dia encerará destacando a efetiva participação feminina no agronegócio, com a posse de novas comissões das Mulheres do Agro, presidida pela produtora rural Cristina Malcher.

     

     

    Tecnologia e COP 30 no centro das discussões


    O segundo dia abordará inovações tecnológicas e a preparação do agro paraense para a COP 30. Josino Gomes dos Santos, da Adepará, apresentará o Sistema de Rastreabilidade Bovina Individual do Pará (SRBIPA), enquanto o pesquisador da Embrapa Alfredo Homma discutirá os desafios e oportunidades do agro pós-COP 30.

     

    A tarde será dedicada a debates sobre tecnologia e sustentabilidade. Renato Coelho (Sebrae/PA) e Matheus Ferreira (ICNA) apresentarão soluções inovadoras para o setor. Aldo Rebelo, ex-ministro e atual secretário de Relações Internacionais de São Paulo, trará uma perspectiva sobre desenvolvimento sustentável e soberania na Amazônia.

     

    O evento contará também com a participação do Governo do Estado do Pará, representado por Raul Protázio Romão, Secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, reforçando o compromisso com políticas que conciliam desenvolvimento econômico e preservação ambiental.

     

    Ao final, o presidente da Faepa apresentará como o agro paraense tem buscado desenvolver uma produção agropecuária cada vez mais sustentável, com inovação e desenvolvimento estruturante, apresentando propostas concretas para os desafios atuais e futuros da agropecuária do Pará.

     

    Serviço:

    62º Encontro Ruralista

    Data: 3 e 4 de dezembro de 2024
     

    Local: Palácio da Agricultura, em Belém

     

    Para garantir sua presença, faça sua inscrição no link https://www.even3.com.br/62-encontro-ruralista-do-para-514669/

     

     

    Com informações da FAEPA

     

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Adepará realiza primeira reunião do Grupo Técnico para alinhamento de metas estaduais e federais - 04/12/2024

  • Descrição:

    reunião de planejamento com área fim

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) realizou, nesta segunda-feira, a primeira reunião do Grupo Técnico responsável por discutir a execução das metas do Plano Plurianual (PPA) estadual às metas técnicas em atendimento ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). A reunião teve por objetivo fortalecer o alinhamento estratégico e garantir o cumprimento eficiente das metas estabelecidas. 

     

    Durante a reunião, o Coordenador de Planejamento, Engenheiro Agrônomo Rogério Lourenço destacou a importância do acompanhamento contínuo das atividades estaduais e federais, reforçando que a integração dessas metas é fundamental para assegurar a conformidade com os órgãos de controle e maximizar a eficiência das ações no campo.

    "A sinergia entre o PPA estadual e as metas federais nos permitirá otimizar recursos e melhorar a qualidade dos serviços prestados ao setor agropecuário paraense", afirmou Rogério Lourenço. 

     

    reuniao de planejamento com area animal e vegetal

     

    A reunião enfatizou ainda a importância de uma comunicação clara e eficiente com os executores das atividades em campo.  Assim, com o cronograma unificado e orientações claras, a Adepará busca garantir que as metas sejam cumpridas com eficiência, sem sobrecarga ou duplicidade de esforços. 

     

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Representantes do Estado de Alagoas conhecem Serviço de Inspeção Vegetal da ADEPARÁ e política de registro artesanal - 02/12/2024

  • Descrição:

    representantes do estado de Alagoas conhecem casas de farinha no Pará

     

    A política de inclusão de pequenos agricultores por meio da implementação de agroindústrias artesanais que processam produtos derivados da mandioca e polpas de frutas em diversas regiões do Pará vem chamando a atenção de outros estados. 

     

    No final de novembro, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) recebeu a visita de dois representantes do estado de Alagoas, interessados em conhecer essa política pública, que gera emprego e renda para a agricultura familiar.

     

    Durante uma visita a sede da ADEPARÁ, em Belém, o gerente do Sebrae de Alagoas  Arestides e a Engenheira Agrônoma Joseani Castro, da Secretaria de Agricultura do Estado de Alagoas, conheceram o funcionamento do serviço de inspeção vegetal e a política pública que impulsiona a criação de casas de farinha e agroindústrias de polpas de frutas.

    “Nós tomamos conhecimento do projeto que acontece aqui no Pará com essas agroindústrias e viemos com a intenção de conhecer, ver como  funciona, quais os êxitos desse trabalho, como aconteceu, como se desenvolveu nos últimos anos para que nós possamos verificar a possibilidade de aplicação no Estado de Alagoas. Então, a nossa intenção é entender o funcionamento, as dificuldades, os gargalos, as potencialidades para que a gente possa replicar no nosso Estado”, disse Josiane Castro.

     

    visita representantes de alagoas

     

    O encontro contou com a participação da diretora de inspeção e defesa vegetal, Lucionila Pimentel, da gerente de inspeção e classificação vegetal Joselena Tavares, do gerente de  produtos artesanais de origem vegetal,  Nelson Leite, do gerente de inspeção de produtos artesanais vegetais Hamilton Altamiro e do gerente de sementes e mudas Cleber Eufrásio Sampaio. 

     

    Na oportunidade, os servidores apresentaram os programas executados pela Agência de Defesa como a certificação de agroindústrias de polpas de frutas, que possui hoje 225 estabelecimentos autorizados a processar polpas de frutas registrados no Serviço Estadual de Inspeção Vegetal, que seguem as normas sanitárias de higiene e passam por inspeção regular da Adepará. 

     

    reuniao com representantes de Alagoas

     

    Os representantes de Alagoas também tiveram a oportunidade de realizar uma visita técnica ao Projeto RENIVA - do MANIVEIRO Benedito Dutra, um dos maiores bancos de cultivares de mandioca do Norte do Brasil, localizado no município de Tracuateua. Eles também visitaram três Casas de Farinha, em Bragança, município que possui a indicação geográfica (IG) Farinha de Mandioca de Bragança, registro que reconhece o trabalho dos produtores ,garante visibilidade para a farinha produzida na região e eleva a qualidade do produto. A visita técnica foi acompanhada dos fiscais agropecuários Cleber Eufrasio Sampaio,Gerente de sementes e mudas, e Hamilton  Altamiro,  gerente de Produtos Artesanais Vegetais.

     

    “Visitamos o produtor rural e engenheiro agrônomo Benedito Dutra, que é Maniveiro vinculado ao Projeto RENIVA da Embrapa, e verificamos " in loco"  um sistema de Irrigação tipo Pivô Central para 23 hectares”, informou Cleber Sampaio.

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    visita à plantação de mandioca

     


    Projeto Reniva -  A Rede de Multiplicação e Transferência de Manivas Sementes de Mandioca, com qualidade Genética e Fitossanitária, é coordenado pela Embrapa Mandioca e Fruticultura de Cruz das Almas, na Bahia. O Maniveiro está multiplicando diversas cultivares de Mandioca, entre elas BRS POTI e BRS MARI, que foram lançadas pela EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL DE BELÉM-PA. Também outras cultivares como: BRS FORMOSA, BRS PRATA, BRS CAIPIRA, BRS KIRIRIS, BRS JACUNDÁ, BRS PURIS, BRS POTI BRANCA, BRS 420, BRS DOURADA, BRS 429, as mesmas para diversos Estados Brasileiros.

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Escolas públicas e particulares de Inhangapi recebem palestras  da ADEPARÁ - 02/12/2024

  • Descrição:

    educação sanitária

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) participou na última quinta-feira, 27/11, de um ciclo de palestras com alunos de uma escola do município de Inhangapi, região nordeste do Pará, onde foram abordados assuntos como a Segurança Alimentar através do consumo de alimentos inspecionados, seja de origem animal ou vegetal. 

     

    turma

     

    Outro tema abordado pelos fiscais agropecuários que participaram das ações de educação sanitária no município foi o controle de doenças que acometem o rebanho, como a Raiva animal. Na palestra, apresentada por "Jovens Educadores" - alunos de uma escola da rede particular de ensino do município, sob orientação do Médico Veterinário Joylson Bentes Canto - Fiscal Estadual Agropecuário da ADEPARÁ -, os estudantes  abordaram a prevenção e o controle da doença.

     

    sala de aula

     

    “Essa atividade educativa que nós realizamos enquanto órgão de defesa agropecuária visa alertar a população sobre a importância da profilaxia e a notificação imediata em casos de animais doentes assim como em situações de agressões por morcegos em animais de produção ” , orientou o fiscal agropecuário Joylson Canto.

     

    turma de alunos
     

     

    Rastreabilidade

     

    Em outra ação de educação sanitária dos fiscais agropecuários da Unidade Local de Sanidade Agropecuária de Inhangapi, os servidores detalharam a implementação do Programa Pecuária Sustentável do Pará, uma iniciativa pioneira no Brasil que alia o setor público e a iniciativa privada com o objetivo de promover uma nova pecuária no estado, com alta produtividade, transparência e responsabilidade social e ambiental. Por meio do Sistema de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará (SRBIPA), o programa vai identificar individualmente todo o rebanho bovino e bubalino até 2026 em todas as regiões do estado.

     

    palestra rastreabilidade

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ADEPARÁ realiza VII Fórum de Vigilância para Febre Aftosa - 28/11/2024

  • Descrição:

    Fórum integra uma das etapas do Plano Estratégico da Febre Aftosa, onde foram apresentados os principais avanços obtidos após a suspensão da vacinação do rebanho.

     

    Jamir Macedo

    Fotos: Divulgação

     

    A abertura de novos mercados para a carne produzida no Pará, estado com o segundo maior rebanho bovino do País, norteou as discussões da Expopara 2024, evento realizado pela Associação Rural da Pecuária do Pará (ARPPA), no Parque de Exposições em Belém.

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) participou da programação do evento, promovendo o VII Fórum Estadual de Vigilância para a Febre Aftosa, que integra uma das etapas do Plano Estratégico da Febre Aftosa, onde foram apresentados os principais avanços obtidos após a suspensão da vacinação do rebanho, ocorrida no ano passado com a última etapa de vacinação realizada no Pará.

     

    Fórum

     

    Na abertura do evento, o diretor-geral da Agência de Defesa, Jamir Macedo, disse que o Pará inicia um novo ciclo de produção com rebanho saudável e alta produtividade, sem a obrigatoriedade de vacinar o rebanho contra a febre aftosa. “É muito importante frisar que a retirada da vacina é um grande avanço, além de demonstrar que o Estado possui uma pecuária com sanidade aprovada, também possibilita abertura de novos mercados, desenvolvimento da produção, acesso à nossa carne. Mercados que hoje são inatingíveis e tudo isso vai proporcionar desenvolvimento da cadeia, geração de emprego, geração de renda para o nosso povo", frisou o diretor.

     

    Jamir Macedo na abertura do VII Fórum

     

    Na programação do Fórum, duas palestras abordaram essa nova realidade trazida pela retirada da vacina. Na palestra sobre a “Evolução do Plano Estratégico do PNEFA no Estado do Pará", a gerente de defesa animal da ADEPARÁ, Graziela Oliveira, detalhou as diretrizes propostas no plano estratégico e que são desenvolvidas pela Agência para o avanço da área livre de febre aftosa sem vacinação e a manutenção dessa área com ênfase no processo de vigilância baseada em risco, aumentando a sensibilidade do serviço (vigilância ativa) e a importância da notificação da doença de forma precoce (vigilância passiva).

     

    Graziela Oliveira

     

    Os Fóruns são realizados desde quando o Plano foi lançado, em 2017, com a proposta de compartilhar informações e atualizar as equipes sobre os processos que estão ocorrendo. “Os fóruns são fundamentais para fazer essa interação com todos os atores da cadeia produtiva sobre os componentes do Plano. É importante no processo não só da conquista que nós estamos almejando para o próximo ano, mas também para a manutenção desse status sanitário. Então, a partir do momento que nós conquistarmos esse status, nós precisamos cada dia estar mais alinhados, interagindo com o setor, para que possamos sustentar a conquista que nós pleiteamos”, disse Graziela.

     

    Josino Santos

     

    À convite da ADEPARÁ, o coordenador de defesa animal do Instituto de Defesa Agropecuária do Mato Grosso (INDEA-MT), João Marcelo Néspoli, ministrou a palestra “Vigilância contra a febre aftosa em área livre sem vacinação". O fiscal agropecuário contou a experiência do estado vizinho com a retirada da vacinação obrigatória e destacou as estratégias  para a manutenção do novo status sanitário com a implementação da vigilância baseada em risco, a parceria entre setor público e privado e o fortalecimento das ações de educação sanitária nos estabelecimentos rurais.

     

    "O sistema de vigilância já existia, mas com um enfoque diferente. E com a retirada de vacinação, ele ganhou uma importância maior.  É como se a vacinação fosse substituída pela vigilância. Mas em vigilância baseada em risco, ou seja, eleger as propriedades de maior risco para aumentar a sensibilidade de vigilância e fazer a vigilância nesses estabelecimentos rurais. E principalmente, fazer a parte de educação sanitária com esses produtores. Porque, justamente, é nestes estabelecimentos onde há mais chance da doença entrar. Se esse produtor estiver preparado para reconhecer a doença e fazer a notificação, nós vamos melhorar também a sensibilidade da vigilância passiva, que é aquela feita pelo produtor rural", ressaltou.

     

    representante INDEA/MT

     

    Segundo o coordenador, o êxito das ações depende essencialmente da parceria com o produtor rural. "Estamos com um foco muito forte na vigilância passiva para a certificação, na vigilância ativa do serviço, e procurando incentivar ao máximo a vigilância passiva através de medidas de educação sanitária”, completou.

    Com um patrimônio pecuário expressivo e responsável por 52% da exportação de animais vivos, o Pará segue avançando na construção de políticas públicas que aliem a pecuária com a preservação ambiental. A implementação da rastreabilidade animal com a identificação individual do rebanho até 2026 deve projetar o estado para um novo cenário focado na  pecuária sustentável.

     

    Indea

     

    Ações integradas - A integração entre as instituições parceiras é decisiva para que o Estado continue a avançar nas etapas do plano estratégico e alcançar o tão almejado reconhecimento internacional de área livre de aftosa sem vacinação. 

    “A dinâmica de vigilância dentro do Pará, não só pela competência do serviço veterinário oficial, mas também da integração das instituições aos grandes programas, com a participação do produtor e da classe profissional, ajuda na evolução do Plano. O Pará, hoje, do ponto de vista da produção animal e da ciência animal também, assim como a cadeia da pecuária como um todo, é um exemplo a ser seguido”, ressaltou Jesus Sena, superintendente federal de agricultura no Pará.

     

    representante SFA/PA

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ADEPARÁ realiza VII Fórum Estadual de Vigilância para Febre Aftosa no Pará - 25/11/2024

  • Descrição:

    Fórum vai compartilhar com o setor produtivo os avanços na pecuária do Estado com o novo status sanitário de zona livre de aftosa sem vacinação.

     

    pecuária

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ), em parceria com as instituições que compõem a equipe gestora do Plano Estratégico Estadual de Febre Aftosa, realizam no dia 27 de novembro, o VII Fórum Estadual de Vigilância para Febre Aftosa no Pará (PNEFA), no Parque de Exposição Presidente Médici, em Belém.

     

    O encontro busca compartilhar com o setor produtivo o processo de avanço para manter a produção pecuária do Estado zona livre de febre aftosa sem vacinação. O Fórum também mostrará aos produtores a importância da parceria deles para a execução do plano e manutenção do status sanitário após a suspensão da vacinação, além de debater os avanços que estão sendo feitos no Programa Pecuária Sustentável do Pará, que irá identificar individualmente todos os animais em trânsito até dezembro de 2025 e todo rebanho bovino e bubalino do Estado até dezembro de 2026.

     

    O público alvo é a cadeia produtiva da pecuária, ou seja, produtores rurais, profissionais médicos veterinários e acadêmicos do curso de medicina veterinária, indústria da carne entre outros segmentos envolvidos. 

     

    No evento, a ADEPARÁ será representada por seu diretor geral, Jamir Macedo, e pela gerente estadual de defesa animal, fiscal agropecuária e médica veterinária Graziela Cervinsk, que participará do evento, falando sobre a “Evolução do Plano Estratégico do PNEFA no Estado do Pará”.

     

    A programação também contará com a palestra sobre “Vigilância da Febre Aftosa em Área Livre sem Vacinação” feita pelo Coordenador de Defesa Animal do Instituto de Defesa Agropecuária do Mato Grosso – INDEA, João Marcelo Néspoli.

     

     programação

     

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Adepará participa de Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne - 21/11/2024

  • Descrição:

     

               Feicorte impulsiona a produção pecuária e debate ciclo produtivo do mercado da carne brasileira



     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), participa em Presidente Prudente, São Paulo, da Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne (Feicorte), maior feira indoor da pecuária nacional. O convite para o evento surgiu através do Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa Norte), e reuniu outros representantes da Defesa Agropecuária do país.  

     


     

    Com uma programação diversificada com palestras, leilões, fórum da cadeia produtiva do mercado da carne abordando todas as fases do ciclo produtivo – cria, recria, engorda e comercialização, destacando em cada uma delas o caminho para produzir um animal com maior eficiência e lucratividade. Iniciativa pioneira na região Norte, para identificar individualmente bovinos e bubalinos no Estado, o Programa Pecuária Sustentável do Pará foi apresentado durante a feira pelo diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo. 

     

     

     

    “Estivemos na Feicorte representando as agências da região Norte e acima de tudo com o objetivo de falar sobre o programa de identificação individual do rebanho do Estado do Pará, pioneiro no processo, que busca principalmente o fortalecimento da cadeia da produção pecuária, agregação de valor, abertura de mercados, geração de emprego e renda. Na oportunidade, expomos todos os avanços obtidos pela Adepará nos últimos anos, fundamentais para projeção e crescimento da agência como referência nacional em defesa agropecuária, estando consolidada como uma mola propulsora ao desenvolvimento agropecuário paraense”, disse. 


    Diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo



     

    A identificação individual é um dos pilares dentro do programa, no âmbito do Sistema de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará (SRBIPA), executado pela Agência de Defesa que está capacitando o Operador da Rastreabilidade (OPR) profissional que irá identificar individualmente todos os animais em trânsito até dezembro de 2025 e todo rebanho bovino e bubalino do Estado até dezembro de 2026.
     

     

    Conhecido popularmente como “brincagem”, é um processo para manter o controle sanitário do rebanho e prevenção contra doenças que podem afetar a sanidade da produção paraense, que atualmente detém o segundo maior rebanho bovino do país com mais de 26 milhões de cabeças de gado e o maior rebanho bubalino com quase 52 mil cabeças, segundo dados do Sistema de Gestão Agropecuária do Estado do Pará (Sigeagro). 



    A Feicorte acontece até o dia 23 de novembro, no Parque de Exposições Jacob Tosello, em Presidente Prudente, São Paulo. O evento retorna depois de 10 anos, com grandes debates importantes para o setor, incentivando a produção pecuária no país.


     

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CONTATOS - 18/11/2024

  • Descrição:

     

    PRINCIPAIS CONTATOS

     

    • RECEPÇÃO

    De segunda a sexta-feira, das 9h as 15h - exceto feriados.

    (91) 98420-5898 (Mensagens eletrônicas)

     

    • SUPORTE SIGEAGRO

    De segunda a sexta-feira, das 9h as 15h - exceto feriados.

    1. (91) 98438-8720 - Unidade de cancelamento de GTA (Davi Santos)
    2. (91) 98439-2150 (Nelma Brito)
    3. (91) 98438-8720 (Carlos Melo)
    4. (91) 98629-7564 - Unidade de desenvolvimento de sistemas (Danilo Brito)
    5. (91) 98061-0743 - Unidade de Arrecadação Vegetal GTV e PTV 

     

     

     

    ,

     

    • TODOS OS SETORES

    De segunda a sexta-feira, das 9h as 15h - exceto feriados.

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Adepará identifica individualmente 190 bovinos de Novo Repartimento e do Assentamento Tuerê - 18/11/2024

  • Descrição:

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), realizou, em Novo Repartimento, município da região de influência da Rodovia Transamazônica (BR-230), no Sudeste, a identificação de 190 bovinos e a capacitação de 30 operadores de rastreabilidade (OPRs), no âmbito do Programa Pecuária Sustentável do Pará. A iniciativa busca rastrear todos os animais em trânsito no Estado até dezembro de 2025, beneficiando pequenos produtores, que possuem até 100 cabeças de gado, com a entrega gratuita dos "brincos", dispositivos oficiais de identificação.

     

    A programação foi promovida pela Adepará, em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (Seaf) e entidades, como a Fundação Solidaridad, The Nature Conservancy (TNC), GIZ e Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola). Realizada entre os dias 12 e 14, abrangendo o Assentamento Tuerê, a iniciativa incluiu capacitações teóricas e práticas sobre os seguintes temas:

    - Sistema de Rastreabilidade Bovídea do Pará (SRBIPA);

    - Boas práticas de manejo e identificação individual de animais;

    - Regularização ambiental, e

    - Pecuária sustentável no contexto da agricultura familiar.

    Durante as atividades práticas, os 190 bovinos, de três propriedades, foram identificados. Os 30 operadores capacitados passarão a atuar oficialmente no SRBIPA.

     

    Treinamento OPR

     

    Valorização - Iniciativa pioneira, o Programa Pecuária Sustentável do Pará une o poder público, a iniciativa privada e o terceiro setor, com o objetivo de fomentar uma produção mais sustentável, promovendo rastreabilidade, integridade e valorização da pecuária local. O Programa oferece assistência técnica e incentivos aos produtores da agricultura familiar, priorizando a capacitação e o engajamento a esse segmento.

    De acordo com o secretário de Estado da Agricultura Familiar, Cássio Pereira, a iniciativa é inclusiva e estratégica para o Estado. “Esse Programa se dedica a atender todos os produtores, incluindo a agricultura familiar. Tenho confiança de que venceremos o desafio de identificar todos os animais do Estado. Com capacitação e a formação de multiplicadores, trabalharemos juntos para garantir uma pecuária mais sustentável no Pará", destacou o titular da Seaf. 

     

    Os brincos de identificação são fixados na orelha

     

    Auxílio aos produtores - Barbra Lopes, gerente de Rastreabilidade e Cadastro Agropecuário da Adepará, ressaltou a relevância do operador de rastreabilidade comunitário. “Pensando nos pequenos produtores, povos originários e comunidades quilombolas, criamos o OPR comunitário que, após passar por capacitação realizada pela Adepará, poderá auxiliar diretamente os produtores, fortalecendo a implementação dessa nova política pública", explicou.

     

    O impacto é positivo para os produtores, como garante Maria Goretti, produtora rural da comunidade Rancho da Pedra. Com 70 cabeças de gado, ela destacou os benefícios da rastreabilidade. “Esse Programa ajuda o pequeno produtor a se organizar melhor e ter controle do rebanho, o que aumenta a lucratividade. Participei do curso de OPR e adorei a experiência. O futuro está aí, e quem não se adequar vai ficar para trás. Esse incentivo é essencial, especialmente porque abre portas para nossos produtos no mercado externo”, disse Maria Goretti.

     

    Maria Gorete

     

     

    Servidores da Semas atenderam os produtores, esclarecendo dúvidas sobre serviços de regularização ambiental, consulta ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) e orientando sobre passivos ambientais e troca de responsáveis técnicos.

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ADEPARÁ lança atualização do sistema de gestão agropecuária - SIGEAGRO 2.0 - 11/11/2024

  • Descrição:

     

    O Sistema é a principal ferramenta de gerenciamento de todos os programas de defesa vegetal e animal mantidos pela Adepará

     

    Em consonância com os padrões mais atuais de mercado, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) lançou nesta segunda-feira (11) a atualização do Sigeagro (Sistema de Gestão Agropecuária do Estado do Pará), principal ferramenta de gerenciamento de todos os programas de defesa agropecuária vegetal e animal, como o Programa Pecuária Sustentável do Pará no âmbito SRBIPA (Sistema Oficial de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará), além do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal e Vegetal.

    Ascom Adepará

    Foto: Ascom Adepará

     

    A versão do Sigeagro 2.0 resulta do trabalho da Unidade de Desenvolvimento e Suporte aos Sistemas Informatizados (UDSSI) e da Gerência de Inteligência, ambos da Adepará. O Sistema vai gerenciar programas de defesa agropecuária da área animal, como os programas da Brucelose e Tuberculose, Raiva dos herbívoros, Sanidade dos equídeos, Sanidade dos  suínos, Abelhas e Sanidade avícola. Na área vegetal, funcionam os programas de emissão de Guia de Trânsito Vegetal (GTV) e serviços de inspeção de produtos de origem animal e vegetal certificados pela Adepará, além do modelo do Sistema de Rastreabilidade Individual de Bovídeos do Pará (SRBIPA).

     

     

    “O Sigeagro 2.0 é um grande avanço para a realização da defesa agropecuária no Pará. É um sistema extremamente moderno, com tecnologia de ponta, e tem todas as camadas de desenvolvimento e segurança necessárias para preservar os dados do produtor rural, que são dados sensíveis, e que é nossa obrigação resguardar. Além disso, o Sistema já vem com a base cadastral lincada com a identificação individual do animal, com todas as informações, garantindo a rastreabilidade e o lançamento das informações. Foi um investimento de mais de R$ 5,5 milhões, feito pelo governo do Estado, através da Adepará, para o desenvolvimento e estruturação desse Sistema”, informou o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo.

     

    defesa

     

    Os avanços tecnológicos e a fiscalização eficiente garantem a qualidade da produção animal e vegetal do ParáFoto: Ascom Adepará

     

     

    O SRBIPA faz parte da política pública do Governo do Pará que identificará todos os animais em trânsito até dezembro de 2025, e os rebanhos bovino e bubalino até dezembro de 2026. O programa é dividido em três fases, iniciando pela Região Sudeste, com 47 municípios. A segunda fase atenderá as regiões Nordeste e Oeste, com 81 municípios, e a última o Arquipélago do Marajó, com 16 municípios, que possuem o maior rebanho bubalino do Brasil, com 51.895 animais.

    Modernização – A Adepará é pioneira na Região Norte com ações e programas de defesas, que mantêm a sanidade da produção paraense. O Sigeagro 2.0 é um sistema próprio, que permite ao produtor a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) acessando de qualquer lugar, pelo computador, tablet e celular com sistema Android ou IOS.

    Jamir Macedo

    Jamir Macedo: avanços trazem agilidade e comodidade        Foto: Ascom Adepará

     

    Com a versão 2.0 novos serviços estão disponíveis, ressaltou Jamir Macedo. “O nosso projeto inclui a utilização de aplicativos, de ficha de atendimento individual e FAI off-line, onde o servidor vai a campo e faz todo o atendimento, e posteriormente é lançado no sistema via tablet ou smartphone off-line. É importante destacar uma novidade. Com o lançamento do Sigeagro 2.0, o produtor rural poderá pagar a taxa do Fundepec (Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado do Pará) utilizando o pix, com compensação imediata, permitindo muito mais agilidade e muito mais comodidade para o produtor na sua emissão de GTA, com sistema prático e rápido”, acrescentou o diretor-geral.

     

    O Cadastro Agropecuário também será realizado no Sigeagro 2.0. A campanha de atualização cadastral iniciará pelo Marajó. Produtores do Arquipélago precisam atualizar seus animais de qualquer espécie, procurando a unidade da Adepará mais próxima, no período de 10 de novembro a 31 de dezembro de 2024. Além disso, outras funcionalidades do sistema são aguardadas.

     

    “Também está previsto para desenvolvimento o aplicativo, que vai avançar para a área administrativa e área de inspeção. Nesse ponto, o produtor rural vai poder acompanhar todo o processo de registro de maneira transparente das suas agroindústrias e indústrias que processam produtos de origem animal e vegetal. Também a gente quer ampliar para inserção de relatórios e informações relacionadas à produção e à inspeção”, adiantou Jamir Macedo.

     

    Para ter acesso ao novo sistema, o usuário que já possui cadastro no Sigeagro deverá acessar redefinição de senha, informar o CPF ou CNPJ, e clicar no botão recuperar senha. Produtores que ainda não possuem cadastro no Sistema devem procurar a unidade da Adepará mais próxima.

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Adepará realiza atendimento de saúde para seus servidores em alusão ao Novembro Azul - 08/11/2024

  • Descrição:

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), promoveu, nesta sexta-feira, 8, na sede em Belém, uma ação de saúde direcionada ao seu servidor masculino, em alusão à campanha do Novembro Azul, que visa conscientizar sobre a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata. A programação é uma iniciativa da Gerência de Recursos Humanos (GDH). 

     

    Durante a manhã foram oferecidos atendimentos gratuitos como; aferição de pressão arterial, aferição de glicemia e Testagem  rápidas   Além de palestra de conscientização sobre o câncer de próstata, feita pelo serviço de urologia do Hospital Ophir Loyola. Os serviços foram realizados em parceria também com uma faculdade particular e a Unidade de Referência Especializada em Doenças Infecto-Parasitárias (URIDIPE), da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

     

     

    Serviço de atendimento

     

     

    Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil. A campanha do Novembro Azul ressalta a importância de uma alimentação saudável, exercícios físicos e consultas médicas regulares, como parte de uma rotina de cuidados com a saúde masculina.

     

     

    Prevenção –   Pensando no bem-estar do servidor e a prevenção de doenças, na próxima segunda-feira, 11, a Adepará realiza a campanha cidadã ‘TODOS DOANDO SANGUE’ que será feita através de gincana Institucional Cidadã. O servidor que for doar sangue, precisa apresenta documento oficial com foto, de 8h às 14h e ir até a unidade móvel do HEMOPA estará em frente a sede da agencia de defesa, em Belém.

     

     

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Adepará inicia a atualização de cadastros e de saldos de animais no Marajó - 07/11/2024

  • Descrição:

    No período de 10 de novembro a 31 de dezembro deste ano é o prazo para realizar a atualização
     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) inicia no arquipélago do Marajó, a Campanha de Atualização Cadastral e Saldo de Animais, no período de 10 de novembro até 31 dezembro de 2024. Conforme a portaria publicada nesta quarta-feira, 6, no Diário Oficial do Estado (DOE) a atualização cadastral e saldo de animais protege a saúde pública e animal, assegurando a oferta de produtos de origem animal sem prejudicar os consumidores.

    Produtores rurais ou seus representantes legais devem realizar a atualização do quantitativo total de animais existentes na propriedade por espécie, por idade, e sexo do animal conforme estabelecido com normas sanitárias. Procurando a Adepará mais próximo de seu município.

     

    Ação de cadastro

    Foto: Ascom / Adepará
     

    Durante a campanha, o produtor que tiver qualquer uma das espécies a seguir deverá declarar: bovina, bubalina, suína, ovina, caprina, equina, asinina, muar, aves, animais aquáticos e abelha. Após o término do prazo da campanha, as propriedades que não realizaram a atualização cadastral terão o cadastro bloqueado para emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA), além da aplicação de sanções legais.



    Marajó – Com o maior rebanho bubalino do Brasil, nesse primeiro momento a campanha acontece nos municípios Marajoaras: Afuá, Anajás, Bagre, Breves, Cachoeira do Arari, Chaves, Curralinho, Melgaço, Muaná, Ponta de Pedras, Portel, Salvaterra, Santa Cruz do Arari, São Sebastião da Boa Vista e Soure. Já em 2025, será feito a atualização cadastral e saldo de animais de setembro a outubro, nos 144 municípios do estado do Pará. 

    Rebanho bubalino

     

     



    Documentos necessários para atualização cadastral


    ● Documento de Identidade

    ● CPF - Pessoa Física

    ● CNPJ - Pessoa Jurídica

    ● Comprovante de residência 

    ● Qualquer documento que comprove posse ou uso legal da propriedade

    ● Cadastro Ambiental Rural - CAR (se houver)

     


     

    SERVIÇO

    Campanha de atualização cadastral e saldo de animais no Marajó - Campanha de atualização cadastral período de 10/11/2024 a 31/12/2024 nos municípios Marajoaras: Afuá, Anajás, Bagre, Breves, Cachoeira do Arari, Chaves, Curralinho, Melgaço, Muaná, Ponta de Pedras, Portel, Salvaterra, Santa Cruz do Arari, São Sebastião da Boa Vista e Soure.

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EDUCAÇÃO SANITÁRIA - 31/10/2024

Adepará apreende 250 quilos de camarão salgado, em Cachoeira do Piriá - 31/10/2024

  • Descrição:

    A carga impropria para o consumo foi apreendida na divisa entre o Pará e Maranhão e estava sem documentação de origem.

     

     camarão
     

     

    Fiscais da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) apreenderam nesta quarta-feira, 30, 250 quilos de camarão salgado, no Posto de Fiscalização Agropecuária de Gurupi, em Cachoeira do Piriá, nordeste do Pará, na divisa do  do Pará com o Maranhão.  

     

    A carga avaliada em R$ 8.422,50 estava em um veículo tipo caminhonete, que saiu  de Conceição do Lago-Açú, no Maranhão, com destino à Belém. “Os produtos seriam comercializados em feiras da capital. Mas a carga estava sem documentação sanitária e sem isolamento térmico,  comprometendo a qualidade do produto”, disse o Agente Fiscal Estadual Agropecuário da Adepará, Afonso Vale.  

     

    Como estava acondicionada de forma inadequada e imprópria para o consumo, sem qualquer cuidado higiênico-sanitário, a carga  precisou ser destruída por representar risco à saúde pública. 

     

    O posto de fiscalização agropecuário onde ocorreu a apreensão funciona há 22 anos  com 12 servidores efetivos e vem atuando nas ações preventivas e de controle sanitário no Estado.

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