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ADEPARÁ alerta para fim do prazo para recadastramento de veterinários no Programa da Brucelose - 30/04/2025

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    O recadastramento é obrigatório e os veterinários que não efetuarem a atualização dos dados poderão ter seus cadastros suspensos

     

    Encerra nesta quarta-feira, 30, o prazo para a atualização cadastral de médicos veterinários cadastrados e habilitados no Programa de Controle e Erradicação da Brucelose (PCEBT), executado em todo o território paraense pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ). A campanha de recadastramento anual dos profissionais iniciou em março e não deverá ser prorrogada.

     

     

    O recadastramento é obrigatório e os veterinários que não efetuarem a atualização dos dados poderão ter seus cadastros suspensos.

     

    Segundo o fiscal estadual agropecuário George Santos, da Gerência de Sanidade dos Ruminantes, ao qual o programa está ligado, até o momento 171 profissionais já atenderam ao chamado e regularizaram o cadastro na Agência. “Nós vamos notificar os faltosos oficialmente e aguardar por um período de 30 dias para que eles se manifestem e regularizem a situação junto ao programa. Após isso, os que não fizerem a atualização dos dados, serão cancelados individualmente”, informou.

     

    Hoje, a Agência de Defesa possui 286 médicos veterinários cadastrados e 212 habilitados no Programa. Ao final do recadastramento, será feita uma lista de veterinários cadastrados e habilitados atualizada para publicação no site da ADEPARÁ, sendo somente esses veterinários que poderão atuar no programa em todo o estado.

     

    A vacinação de fêmeas bovinas e búfalas contra a brucelose é responsabilidade dos médicos veterinários cadastrados no programa, por isso a necessidade de atualizar o cadastro dos profissionais. Já a realização de exames contra a brucelose e tuberculose animal é atividade de responsabilidade de médicos veterinários habilitados junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

     

     

    Importância da atualização do cadastro - A atualização cadastral é importante para que os dados dos médicos veterinários que atuam no programa estejam sempre atualizados. Essa lista anual de profissionais cadastrados e habilitados fica disponível para o produtor rural, que pode acessar o banco de dados e encontrar um profissional cadastrado ou habilitado para fazer a vacinação de bezerras contra a brucelose ou os exames contra a brucelose e tuberculose no rebanho.

     

    O banco de dados oficial serve também para apoio ao controle de vendas de vacinas e insumos ligados ao programa. “É importante ter essa atualização para termos sempre o programa trabalhando de forma séria, responsável e confiável, promovendo a sanidade do rebanho paraense”, ressaltou o fiscal estadual agropecuário.

     

     

    Para atualizar os dados, os profissionais devem entrar no site, clicar no banner da campanha e acessar o formulário disponibilizado para preenchimento e envio ao programa. Além de dados pessoais, há necessidade de incluir informações sobre os agentes vacinadores, pessoas capacitadas para realizar a vacinação contra a brucelose nos municípios e estão sob responsabilidade do veterinário cadastrado no programa. Ao finalizar o preenchimento do formulário, é exibida uma mensagem de que a atualização foi concluída e o formulário foi enviado.

     

    O Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-PA) reforça o alerta da Agência para o fim do prazo, nesta quarta-feira, 30 de abril. A regularização não apenas garante a continuidade da atuação dos profissionais médicos veterinários no programa, essencial para a sanidade do rebanho paraense e a saúde pública, mas também demonstra o compromisso da classe veterinária com as boas práticas e a defesa agropecuária do estado. “Nós pedimos aos colegas que ainda não realizaram o recadastramento que o façam o mais breve possível, evitando assim a suspensão de seus cadastros e assegurando sua participação ativa neste importante programa”, disse a médica veterinária Adriele Cardoso, que integra a diretoria do Conselho.

     

     

    Programa - O Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PECEBT) foi criado para diminuir o impacto negativo dessas zoonoses na saúde animal, além de promover uma pecuária sustentável no Pará. O objetivo é reduzir a prevalência e a incidência de brucelose e de tuberculose, vacinando bezerras contra a brucelose na faixa etária de 03 a 08 meses, realizando vigilância e certificando propriedades.

     

     

    A vacinação contra a Brucelose só pode ser realizada sob a responsabilidade de médicos veterinários cadastrados na ADEPARÁ, havendo necessidade de atualizar o cadastro dos profissionais. Já para a realização de exames contra a brucelose e tuberculose animal a atividade é de responsabilidade de médicos veterinários habilitados junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

     

    Os médicos veterinários que não são cadastrados ou habilitados e que desejem integrar o programa, podem conferir as instruções no endereço eletrônico: PROGRAMA DA BRUCELOSE | ADEPARÁ - Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará ou enviar e-mail para gesar@adepara.pa.gov.br.

     

    Serviço: 

     

    Atualização Cadastral de Médicos Veterinários do Programa da Brucelose - Até 30 de abril de 2025.
    Acesse o site da ADEPARÁ e preencha o formulário.

     

     

     

     

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ADEPARÁ cria comissão de prevenção ao assédio moral e sexual e realiza palestra de conscientização com servidores - 29/04/2025

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    SERVIDOR PARTICIPANDO

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) iniciou, nesta segunda-feira, 28, as atividades da Comissão Permanente de Prevenção, Acolhimento e Enfrentamento ao Assédio Moral, Sexual e à Discriminação. 

     

    Criada pela Portaria Nº 2161/2025, a Comissão tem o objetivo de desenvolver, implementar e monitorar ações integradas de prevenção, conscientização e enfrentamento de todas as formas de assédio (moral, sexual e psicológico) e de qualquer outra forma de violência no ambiente de trabalho, promovendo um ambiente de trabalho saudável e respeitoso.

     

    Para debater o assunto no âmbito da instituição, foi realizada programação para esclarecer os tipos de assédio, as formas de prevenção e os canais de denúncia. Duas palestras trataram sobre o tema e contaram com a participação de servidores, que puderam fazer perguntas para as palestrantes. O evento teve transmissão ao vivo por meio da plataforma google meet, dando oportunidade para servidores das regionais acompanharem de forma remota.


     

    MULHER_DA_OAB

     

    A primeira palestra foi ministrada pela advogada Gisele Ferreira, da  Ordem dos Advogados do Brasil - OAB/PA, e teve como Tema " Assédio moral e sexual no ambiente de trabalho". Logo depois,  a defensora pública Alice Figueiredo, da Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE) ministrou palestra intitulada  "Palavra contra palavra: Os desafios probatórios nos casos de assédio sexual".

     

    MULHER_DA_DPE

     

    Comissão - A Comissão possui mandato de três anos e é composta por servidoras de diversos setores da Agência de Defesa: Gerência de Recursos Humanos,  Setor Psicossocial, Ouvidoria, Gerência de Corregedoria; Representante do Movimento de Mulheres da ADEPARÁ, Representante do Sindicato dos Trabalhadores do Setor Público Agropecuário e Fundiário do Estado do Pará (STAFPA) e Representante do Sindicato dos Fiscais Estaduais Agropecuário do Estado do Pará (SINFEA) e a Coordenadoria de Comunicação.

     

    A portaria também estabeleceu as atribuições da comissão, que será responsável por planejar e incluir regras de conduta à respeito do assédio; promover campanhas educativas contínuas de conscientização e sensibilização dos agentes públicos sobre os tipos de assédio; desenvolver e implementar programa de prevenção; gerenciar e divulgar canais de denúncia seguros; elaborar estratégias e mecanismos de acolhimento e apoio psicológico e/ou jurídico; promover treinamentos e capacitações para servidores e promover a integração de ações com outros órgãos e entidades que possam colaborar com as políticas internas de enfrentamento do assédio e discriminação, dentre outros.

     

    VIROU O FINAL

     

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Amêndoas de cacau sem documentação de trânsito são incineradas em Juruti - 28/04/2025

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    A carga de 200 kg foi encontrada em um barco, em sacarias irregulares, e tinha como origem a cidade de Parintins, no Amazonas.

     

     

    Amêndoas sendo incineradas

    Amêndoas sendo incineradas / Foto: Divulgação

     

    Como parte das ações para proteger o território paraense da doença do cacaueiro e do cupuaçuzeiro, a monilíase, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) destruiu 200 kg de amêndoas de cacau vindas de Parintins, no Amazonas. A carga foi encontrada em uma embarcação, no último domingo, no Terminal Hidroviário de Juruti, no Baixo Amazonas.

    No momento da apreensão das amêndoas, o responsável pela embarcação não apresentou a documentação de trânsito, contrariando o decreto estadual nº 3.954/2024, que proíbe a entrada, o trânsito e o comércio de materiais vegetais de cacau e cupuaçu e outras espécies hospedeiras do fungo da monilíase, vindos de Estados com ocorrência da praga.

    “A nossa produção fica salvaguardada da possibilidade do ingresso de qualquer tipo de praga e doença em nosso território. Essa ação, é resultado do posto de fiscalização de Juruti, montado especificamente para atuação de combate e controle da moniliase no Estado”, disse o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo. 

     

    Ação de fiscalização em embarcações

    Ação de fiscalização em embarcações/Foto: Divulgação

     

    “Toda amêndoa de cacau fermentada e seca, para que possa entrar no Estado do Pará, provenientes de áreas de ocorrência da praga, devem estar acompanhadas do certificado de classificação do produto tipo 1 e tipo 2 e com nota fiscal da sacaria”, explicou o engenheiro agrônomo da Unidade Local de Sanidade Agropecuária (Ulsa) de Juruti, Mário Ferreira.  

    Para impedir a entrada da praga, a Adepará atua em três frentes: vigilância ativa nas propriedades cadastradas pelo programa do cacau, ações de educação fitossanitária e fiscalização do trânsito agropecuário de produtos de origem vegetal nos postos fixos e volantes. 

     

     

    Terminal Hidroviário de Juruti recebendo fiscalização

    Terminal Hidroviário de Juruti recebendo fiscalização/Foto: Divulgação

     

     

    “Segundo o dono da carga, que mora em Santarém, as amêndoas foram compradas de um produtor na cidade de Faro, sendo embarcadas em Parintins, no Amazonas, considerada zona de risco. Porém, não tinha documentação comprovando a origem”, disse o agente fiscal agropecuário Jakson Queiroz. 

    Após inspeção fitossanitária, os 200 kg de amêndoas foram incineradas por apresentarem alto risco para a cadeia produtiva do cacau paraense. Toda ação de fiscalização fitossanitária no município contou com a coordenação da gerente da Ulsa, Perla Guedes, do engenheiro agrônomo Mário Ferreira e do agente fiscal estadual agropecuário, Jakson Queiroz. 

     

    sacas de amêndoas de cacau

     

    Praga - A monilíase é causada por um fungo resistente que ataca apenas os frutos do cacau e do cupuaçu. A principal característica da doença é a formação de um pó branco sobre os frutos, que são os esporos, facilmente disseminados pelo vento, e pelo homem ao transportar frutos contaminados. Outros sintomas são o inchaço ou deformação, manchas de cor marrom, apodrecimento da polpa, das sementes e mumificação dos frutos.

    Educação fitossanitária - Para sensibilizar a população paraense, sobretudo a que vive nas regiões do Baixo Amazonas, área de risco para a entrada da praga, a Adepará realizou duas edições da Caravana da Monilíase no Pará. Em 2023, as ações de educação sanitária ocorreram em Tomé-Açu e em 2024 Juruti recebeu o treinamento do corpo técnico da Adepará, que após dias de imersão nas metodologias inovadoras de educação, seguiu para as comunidades rurais do município, informando sobre a doença e orientando que os moradores evitem transportar frutos de cacau e cupuaçu.

     

     

    Amêndoas incineradas após fiscalização fitossanitária

     

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Adepará apresenta no Sebrae produtos com potencial para ganhar mercados - 28/04/2025

  • Descrição:

    Produtos de origem vegetal e animal, regularizados pela Agência, foram apresentados no evento Move+

     

    Por Rosa Cardoso (ADEPARÁ)
    25/04/2025 16h40

     

    PRODUTOS_EXIBIDOS_NA_MOVE+

     

     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) participou, na última quinta-feira, 24, na sede do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Pará (Sebrae/PA), em Belém, do evento Move+, com a palestra “Trilhando o Caminho da Internacionalização: Regulamentação para Alimentos, Bebidas e Cosméticos”.

     

    As fiscais agropecuárias Adriele Cardoso, médica veterinária que gerencia o Serviço de Inspeção Animal, e a engenheira agrônoma Joselena Tavares, responsável pela Gerência de Inspeção e Classificação Vegetal, falaram sobre as etapas para a regulamentação de produtos de origem animal e vegetal, desde a documentação necessária para o funcionamento dos estabelecimentos até as adequações das agroindústrias para que elas possam atender a legislação, além dos regulamentos técnicos exigidos e a padronização dos produtos. 

     

    Atualmente a Adepará possui mais de 400 agroindústrias da área vegetal registradas no Serviço Estadual de Inspeção Vegetal, que seguem as normas sanitárias de higiene e passam por inspeção regular das equipes de fiscalização. 

     

     

    PARTICIPANTES_MOVE+_FOTO_1

     

     

    Para a gerente de Inspeção Vegetal, Joselena Tavares, a participação em eventos promovidos pelo Sebrae é fundamental para ampliar o diálogo com instituições parceiras e fortalecer a atuação integrada em prol da formalização, da qualidade sanitária e da valorização dos produtos paraenses.

     

    “É sempre uma satisfação divulgar o trabalho executado pela Agência, especialmente no que diz respeito ao Serviço Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, que atua na regularização de agroindústrias que processam alimentos como derivados da mandioca, polpas de frutas, sucos e outros produtos tradicionais da nossa biodiversidade. O serviço garante que esses estabelecimentos desenvolvam suas atividades em conformidade com as normas higiênico-sanitárias vigentes, promovendo a segurança dos alimentos e possibilitando a inserção desses produtos no mercado formal, inclusive em programas institucionais de compras públicas. Trata-se de um trabalho técnico e contínuo que valoriza a produção local, fortalece a agricultura familiar e contribui para o desenvolvimento sustentável da economia regional, com base na legalidade e na qualidade sanitária”, destacou.

     

    Na área animal, existem hoje na Adepará 169 estabelecimentos registrados no SIE, sendo 32 no Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi), permitindo que produtos inspecionados sejam comercializados em todo o país, e 78 estabelecimentos de produtos artesanais de origem animal.

     

     

    PARTICIPANTES_MOVE+_FOTO2

     

     

    De acordo com a gerente de Inspeção Animal, Adriele Cardoso, a parceria com o Sebrae contribui para ampliar mercado para os produtos paraenses com o selo de inspeção. “A atividade foi de extrema importância para a orientação à rede de atendimento do Sebrae, que são parceiros da Agência no interior do Estado, pois ao conhecerem sobre a regularização de estabelecimentos, a obrigatoriedade disso e a necessidade de atendimento às normas para que os estabelecimentos possam comercializar alimentos seguros, para que eles atendam às exigências legais e que a população possa ter acesso a produtos de qualidade e seguros”, explicou a gerente.

     

    Voltada para a rede de atendimento do Sebrae/PA, a capacitação teve a duração de três dias, no auditório da entidade e reuniu 40 participantes da área técnica do Sebrae no Pará, tanto da sede quanto das 13 agências regionais. O objetivo foi alinhar método e jornada de serviços do Sebrae à Rede Relacionamento.

     

    Foram abordados os caminhos para a construção de uma Jornada do Cliente em Customer Success - uma estratégia que busca transformar a relação da empresa com os clientes, criando uma experiência positiva e um relacionamento duradouro  a partir da utilização de produtos ou serviços de uma empresa.

     

     

     

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Pará completa um ano como área livre de aftosa e pecuária alcança novos mercados - 28/04/2025

  • Descrição:

    Com maior rigor nos protocolos sanitários, setor vive expansão da cadeia produtiva, geradora de empregos e renda à população paraense

     

    Por Rosa Cardoso (ADEPARÁ)

     

    25/04/2025 09h44

     

    BOI_NO_CURRAL

     

    Há um ano, o Governo do Pará realizou a última vacinação de bovinos contra a febre aftosa. O evento, em abril de 2024, marcou o fim de um ciclo para o setor pecuário no território estadual. Marabá foi o município escolhido para simbolizar esse encerramento, por ter sido pioneiro nas imunizações em 2007, com um dos maiores rebanhos  e protagonista na pecuária regional.

     

    Com o reconhecimento de área livre de aftosa sem vacinação, a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) deu início ao processo de substituição da vacina por uma vigilância baseada em fatores de risco. Foram intensificadas ações como a inspeção clínica de animais suscetíveis à febre aftosa, o mapeamento das propriedades e a inspeção regular de propriedades. Medidas importantes para manter a sanidade do rebanho e assegurar, por exemplo, a exportação de boi em pé, cujo maior produtor é o Pará.

     

    DIGA_BOOI

     

    “Sem dúvida nós avançamos. Temos hoje um Serviço de Defesa robusto do ponto de vista técnico, administrativo e operacional com um corpo técnico capacitado para atuar frente a essa nova realidade que é a ampliação do mercado para a carne bovina. Com a zona livre, nós podemos conquistar mercados mais exigentes como Japão, Canadá, Filipinas. Temos plantas especializadas que fazem atendimento de países mulçumanos  e uma forte exportação de gado em pé para o Oriente”, ressalta Jamir Macedo , diretor-geral da Adepará.

     

     

    Produtividade sustentável


    A retirada da vacina contra a febre aftosa impõe um modelo de produção mais sustentável. Com o fim da imunização os produtores precisam estar mais atentos à saúde dos animais e comunicar a Adepará qualquer suspeita de sintomas sugestivos de doença vesicular  nos animais, como febre, salivação excessiva, feridas na boca, dificuldade para se alimentar, mancar ou andar com dificuldade e lesões nas patas.

     

    SEM_VACINA

     

    Após a retirada da vacina, o Serviço Veterinário Estadual continua atuando fortemente para atender protocolos sanitários mais exigentes. A preparação das equipes é feita pela Gerência Estadual de Vigilância para Febre Aftosa, Doenças Vesiculares e Análise de Risco (GEVFAR) em conjunto com a Gerência de Epidemiologia, Emergência Sanitária Animal e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

     

    “A abertura do mercado para o Marrocos, por exemplo, exige a apresentação de exames negativos para a febre aftosa dos animais que irão para abate no país. Por isso, a necessidade de padronizar as etapas de atendimento à notificação de suspeita de doença vesicular”, explica a fiscal agropecuária Audileia Teixeira.

     

     

    Adoção de procedimento veterinários padrões


    Nos estabelecimentos de pré-embarque (EPEs), o trabalho das equipes foi reforçado. Além dos treinamentos para o corpo técnico da ADEPARÁ, com o objetivo de atuar em casos suspeitos de doença vesicular, também foi realizada reunião com a participação do Mapa e Adepará, para padronizar procedimentos técnicos junto aos veterinários que atuam como Responsáveis Técnicos nesses locais, onde os animais ficam em quarentena antes da exportação.

     

     

    GLAUCI PALESTRANDO

     

    “A preocupação do Serviço Veterinário Oficial é detectar precocemente a doença, caso seja introduzida na população alvo (bovinos, bubalinos, suínos, ovinos e caprinos) e demonstrar a ausência da doença. Nós estamos treinando o corpo técnico para que seja realizado o atendimento à notificação de caso suspeito de doença vesicular e tomadas as medidas necessárias para descartar a febre aftosa ou continuar com a investigação epidemiológica”, ressalta Glaucy Carreira, fiscal agropecuária e gerente de vigilância para a febre aftosa.

     

    A sanidade do rebanho é atividade finalística da Adepará e a preparação do corpo técnico visa justamente o correto atendimento à notificação de suspeita de doença vesicular em estabelecimentos rurais.

     

    Com o novo status sanitário e o futuro reconhecimento internacional de livre de aftosa sem vacinação, a Adepará está padronizando as ações. Por exemplo, os fiscais agropecuários fazem a vistoria geral no rebanho, a inspeção clínica e devem estar preparados para a identificação e acondicionamento de amostras de material biológico para diagnóstico laboratorial. E ainda estar aptos ao preenchimento das informações referentes aos atendimentos no Sistema Brasileiro de Vigilância e Emergências Veterinárias (e-SISBRAVET).

     

    SAMYRA_PALESTRANDO

     

    “A capacitação é útil tanto para a padronização dos procedimentos de atendimento quanto para preparar os médicos veterinários para uma emergência sanitária porque esses procedimentos  executados nos EPEs são procedimentos que eles devem executar, também, durante o atendimento de uma suspeita provável de doença. Eles estão sendo treinados e preparados para atuarem nesses casos”, afirma a fiscal agropecuária e gerente de epidemiologia Samyra Albuquerque.

     

    Atualmente, existem 19 Estabelecimentos de Pré-Embarque de bovinos vivos no Pará. O Estado responde por 51,9% das exportações de animais vivos no Brasil, seguido pelo Rio Grande do Sul (27,5%) e São Paulo (9,2%). 

     

     

    Mercado Internacional

     

    A China é o maior importador de carne paraense e com a habilitação de mais 4 plantas frigoríficas, o Pará deve alcançar novos mercados internacionais. Segundo o boletim informativo das exportações do agronegócio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento e da Pesca (Sedap), a carne bovina é o principal produto exportado (94,08% ) no grupo das carnes, seguido dos miúdos bovinos (4,07%) e das demais carnes (1,78%).

     

    No ano de 2024,  76 países compraram produtos da pecuária do Pará. A China importou US$ 509,18 Milhões (67,85%), Israel (9,72%), Hong Kong (5,92%), Emirados Árabes Unidos (3,19%) e Singapura (1,13%).

     

    Em 2024, os bois vivos foram os principais responsáveis pelo crescimento de 113,90% nas exportações do grupo de animais vivos (exceto pescado), atingindo US$ 492,46 milhões e representando 13,85% das exportações do agronegócio paraense. Resultado que demonstra a importância da pecuária para a economia do estado.

     

    Exportado para 8 países diferentes, o destino principal do boi em pé foi o Iraque, que adquiriu US$ 233,05 milhões (47,32% do total agro exportador). Egito, Líbano, Marrocos e Jordânia também  tiveram uma parcela significativa das exportações desse produto paraense.

     

     

     

    Pará tem o segundo rebanho bovino do Brasil

     

    O Pará tem o segundo maior rebanho do país, com 26 milhões de bovinos, e cobertura vacinal acima de 98%. A pecuária estadual foi reconhecida com o novo status sanitário por meio da portaria nº 665/2024, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O estado ficou por um período de um ano sem vacinar, e por igual período, sem receber animais vacinados, para que possa conquistar o status internacional de zona livre da febre aftosa sem vacinação, o que deve ocorrer em maio de 2025 no pleito da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

     

    AO_TRABALHO_CARAS

     

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CAPE - 24/04/2025

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No Dia da Mandioca, Pará demonstra potencial de crescimento para produtos regionais - 22/04/2025

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    Principal atividade agrícola do Pará, cultivo da mandioca impulsiona mercado para produtos derivados da raiz

     

    produção de farinha

     

    Maior produtor de mandioca do País, o Pará vem ampliando, nos últimos anos, a oferta de produtos e subprodutos derivados da mandioca. Nas prateleiras dos supermercados já é possível encontrar diversos desses deles, provenientes de agroindústrias que possuem registro no Serviço de Inspeção Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ).

     

    Em todo o estado existem, hoje, 192 estabelecimentos registrados na ADEPARÁ que fazem o processamento de produtos da cadeia produtiva da mandioca. Quinze destas agroindustrias dedicam-se exclusivamnete à produção de farinha de mandioca.

     

    A maioria das agroindústrias de farinha está localizada no nordeste do Pará, região que concentra a maior parte da produção de farinha do estado. Nas demais regiões, outras agroindústrias produtoras de farinha de mandioca distribuídas por municípios.

     

    Em Juruti, no baixo amazonas, há duas fábricas. Em Igarapé Miri também duas agroindústrias que processam a matéria prima. Já em Salvaterra, Mocajuba e Cametá, um estabelecimento em cada um desses municípios.

     

    A produção estimada de farinha de mandioca produzida nos estabelecimentos registrados na ADEPARÁ situa-se em torno de 13 mil toneladas.

     

    farinha embalada

     

    Esses produtos regionais certificados já podem ser facilmente encontrados nas principais redes supermercadistas do estado, ampliando mercado para a cadeia produtiva da mandioca dada a segurança alimentar oferecida pela inspeção vegetal da ADEPARÁ. 

    “Nós temos nos empenhado em realizar as devidas inspeções nos estabelecimentos registrados na ADEPARÁ, por força de legislação em vigor, cujo principal fundamento é proporcionar à população paraense a devida segurança alimentar dos produtos disponibilizados nas gôndolas dos supermercados”, declarou Hamilton Altamiro Shell, fiscal agropecuário e gerente da Gerência de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (GIPOV).

     

    Em 2025, o serviço de inspeção vegetal foi acionado para realizar visitas técnicas nos municípios de Viseu, Mãe do Rio, Aurora do Pará, Paragominas, Igarapé Miri, Barcarena, Cachoeira do Arari, Santa Luzia do Pará, onde há interesse na expansão e regularização das atividades agrícolas com vistas a implementação de agroindústrias de farinha de mandioca.  

     

    farinha embalada

     

    Inspeção Vegetal - A ADEPARÁ tem orientado os produtores a adequar as casas de farinha para que elas possam obedecer às exigências da legislação sanitária e produzir seguindo as normas de higiene, ampliando o mercado para os produtos regionais e gerando renda para os produtores da agricultura familiar.

    “O selo artesanal agrega valor ao produto regional, pois garante que tenha sido produzido dentro de uma estrutura higiênico-sanitária adequada, além de seguir as boas práticas de fabricação. Ele também é inspecionado rotineiramentes pela ADEPARÁ, garantindo um produto seguro e de qualidade para o consumidor, explica a gerente de inspeção vegetal Joselena Tavares.

    Alem disso, por meio da Agência de Defesa, o governo promove uma política de incentivo à agroindústria artesanal, gerando emprego e renda em várias regiões do estado. Pioneira no país, a Adepará oferece registro oficial para produtos artesanais de origem vegetal, valorizando a produção local e garantindo qualidade e segurança aos consumidores. Além de regulamentar a atividade e atestar a qualidade do produto, o registro também habilita os estabelecimentos a comercializar em todo o território paraense, e fornecer alimentos para a merenda escolar por meio de parcerias com as prefeituras.

    “O trabalho que realizamos na gerência de inspeção de produtos de origem vegetal demonstra todo o nosso compromisso e reconhecimento à cultura da mandioca , que é uma das principais atividades agrícolas do Estado do Pará, e que merece atenção especial da ADEPARÁ, que realiza a regulamentação desses estabelecimentos fornecendo todo o suporte para que as casas de farinha funcionem de acordo com a legislação”, explica o fiscal Hamilton Shell.

     

    casa de farinha

     

    Parcerias abrem caminho para novas agroindústrias - Com o objetivo de fortalecer as cadeias produtivas e gerar desenvolvimento para o setor agropecuário, a Adepará firmou um acordo de cooperação técnica com o Sistema OCB/PA - organização das cooperativas brasileiras do estado do Pará -, visando incentivar a criação de novas agroindústrias no Estado. A parceria deve proporcionar aos empreendedores rurais todos os serviços da Agência de Defesa.

    “ É a oportunidade para que as cooperativas da agricultura familiar possam se regularizar e receber nossas ações de inspeção, educação sanitária, fiscalização de trânsito agropecuário, ampliando o mercado local com a oferta de produtos regionais registrados, com selo de inspeção, o que atesta que tem qualidade e que são seguros para o consumo”, ressaltou Jamir Macedo , diretor-geral da Adepará.

     

     

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Acordo de Cooperação Técnica entre Adepará e Sistema OCB incentiva agroindústrias - 16/04/2025

  • Descrição:

     

     

    A parceria fortalecerá ações de inspeção, educação sanitária e fiscalização
    de trânsito agropecuário, beneficiando famílias cooperadas que procuram regularização

     

    Para gerar desenvolvimento e fortalecer as cadeias produtivas agropecuárias, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) assinou um termo de cooperação técnica com o Sistema OCB (Organização das Cooperativas do Brasil) para fortalecer a criação de novas agroindústrias no estado. O ato de parceria aconteceu nesta quarta-feira (16), na sede da cooperativa em Belém. 

     

    O processo de produção de um produto da agroindústria, desde a extração da matéria-prima até a distribuição ao consumidor, que compõem a chamada cadeia produtiva, têm a inspeção e
    fiscalização da agência de defesa. 

     

    “Esse termo de cooperação é fundamental para trazer ao mercado as agroindústrias que processam produtos de origem animal e vegetal. Com esse trabalho em conjunto com a OCB, estaremos proporcionando o desenvolvimento da produção,gerando emprego e renda no campo e agregando valor aos produtos paraenses, que vão chegar à mesa da população com segurança e qualidade” disse o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo. 

     

     

    termo

     

    A parceria vai fortalecer as ações de inspeção, educação sanitária, fiscalização de trânsito agropecuário junto às famílias cooperadas que procurarem orientação para se regularizarem. “As cooperativas terão uma oportunidade para se regularizarem, nós estamos abrindo o caminho da agricultura familiar, da economia solidária, do empreendedor rural para que ele possa aumentar a sua arrecadação
    e produção no estado” , comentou o presidente da OCB- Pará, Ernandes Rayol. 

     

    O Sistema OCB/PA - Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará, é responsável pelo fomento e defesa do sistema cooperativista paraense, apresentando o cooperativismo como solução e oportunidades para todos. Atualmente, 239 cooperativas estão registradas junto ao sistema, distribuídas entre os ramos do transporte, saúde, infraestrutura, crédito, consumo, agro e trabalho,
    bens e serviços.


    Atualmente a Adepará possui mais de 430 agroindústrias da área vegetal  registradas no Serviço Estadual de Inspeção Vegetal, que seguem as normas sanitárias de higiene e passam por inspeção regular das equipes de fiscalização. Na área animal, são78 estabelecimentos de produtos artesanais de origem animal registrados no Serviço de Inspeção Estadual.

     

     

    termo

     

     

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Parceria entre Adepará e MAPA fortalece a realização do SENAGRI 2025 - 16/04/2025

  • Descrição:

     

    A capital paraense sediará o Seminário Nacional sobre Insumos Agropecuários para
    debater eixos estratégicos da defesa agropecuária

     

     

    Em junho deste ano, Belém será o centro das atenções nacionais no segmento da defesa agropecuária. A capital da COP 30
    sediará pela primeira vez o Seminário Nacional sobre Insumos Agropecuários, que reunirá durante três dias profissionais do setor,
    empresários, instituições acadêmicas, produtores, agricultores e representantes de órgãos públicos para debater estratégias que
    irão fortalecer a defesa agropecuária brasileira.

     

    O 2º SENAGRI recebe a realização do Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará)
    e pela Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária (SBDA). Será realizado de 10 a 12 de junho no Hangar Convenções & Feiras da
    Amazônia. Nesta terça-feira (15) o diretor-geral da Adepará Jamir Macedo, esteve reunido em Brasília, com o Secretário de Defesa
    Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária, (MAPA), Carlos Goulart para alinhar a parceria na realização do evento, que
    terá 18 eixos temáticos distribuídos em 60 palestras técnicas.  

     

    "Hoje, em Brasília, alinharmos o apoio do MAPA na realização do SENAGRI e a participação do Secretário de Defesa Agropecuária,
    Carlos Goulart, na abertura do evento com a palestra magna. Será um momento muito importante para fortalecer as ações de defesa
    agropecuária brasileira", comentou o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo. 

     

    Senagri Brasília

     

    Participaram da reunião na capital federal o gerente do programa de agrotóxicos da Agência de Defesa Agropecuária, Luiz Guamá,
    o secretário-geral da organização do SENAGRI, Nataniel Nogueira.

     

    Eixos temáticos

     

    Com 15 eixos temáticos distribuídos em 60 palestras técnicas abordando temas relacionados a agrotóxicos, fertilizantes,
    máquinas e equipamentos agrícolas, sementes, mudas, produtos veterinários, sanidade vegetal, pesquisa, inovação tecnológica,
    entre outros temas voltados para a modernização da agropecuária brasileira, oito reuniões institucionais, além de encontros técnicos
    como o Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (FONESA), o Encontro Nacional sobre Sementes e mudas (ENASEM),
    Encontro Nacional de Fiscalização e Agrotóxicos (ENFISA) e Encontro Nacional sobre Sanidade Vegetal (ENSAVE), que discutirão questões
    relacionadas à fiscalização de agrotóxicos, sementes, mudas e sanidade vegetal. 

     

     

    Serviço:

    O 2º SENAGRI será realizado nos dias 10, 11 e 12 de junho no Hangar Convenções & Feiras da Amazônia. As inscrições para
    participar da programação já estão abertas no site

     

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ADEPARÁ troca experiências com a Cidasc sobre educação sanitária e rastreabilidade bovina e bubalina - 14/04/2025

  • Descrição:

     

    FotoS: Ascom/Cidasc

     

    Entre os dias 7 e 11 de abril, a Cidasc recebeu a visita de representantes da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), interessados em trocar experiências com os colegas catarinenses. A missão foi composta pelo engenheiro-agrônomo Carlos Alexandre Mendes Santos, pela médica-veterinária Adriane Morais de Farias da Luz e pela engenheira-agrônoma Gabriela Costa de Sousa Cunha, todos eles fiscais agropecuários estaduais que se dedicam à educação sanitária.

     

    No primeiro dia, o grupo, acompanhado por uma das supervisoras de educação sanitária da Cidasc, engenheira-agrônoma Rosângela Astromecas, foi recebido pela presidente Celles Regina de Matos e pelas diretoras Débora Reis Trindade, de Defesa Agropecuária, e Camila Bolfe, de Planejamento e Inovação. Cada um dos participantes partilhou sua experiência pessoal com a educação sanitária e não faltaram exemplos de como o trabalho educativo ajudou a alcançar as metas da defesa agropecuária. 

     

     

     

     

    Recentemente, a Cidasc criou o Departamento Estadual de Educação Sanitária (Desan), o qual foi apresentado aos visitantes pela  médica-veterinária Heloísa Alves Melo, também supervisora de educação sanitária da Cidasc. A troca de experiências fortalece a defesa agropecuária no país. “Estas missões, como a realizada entre Adepará e a Cidasc, é de extrema importância para o fortalecimento da atividade. Os intercâmbios permitem que profissionais compartilhem conhecimentos, técnicas e estratégias que têm se mostrado eficazes em suas respectivas regiões, contribuindo para a melhoria contínua das políticas de defesa agropecuária”, afirma Heloísa Alves Melo.

     

     

    Foto: Departamento Estadual de Educação Sanitaria/Cidasc

     

    A agenda de trabalho da delegação paraense prosseguiu no Departamento Regional de Lages, onde foram recebidos pelo gestor do Desan, Diego Medeiros Gindri, e o gestor do Departamento Regional Paulo Tarcísio Domatos de Borba. A equipe técnica realizou três visitas técnicas na região, para conhecer as iniciativas educativas que são realizadas pela defesa agropecuária em Santa Catarina. 

     

    “Esses intercâmbios não apenas enriquecem o conhecimento técnico dos profissionais envolvidos, mas também fortalecem a colaboração entre os estados, promovendo uma rede de apoio e aprendizado mútuo. A troca de experiências é, portanto, um passo fundamental para a evolução das práticas de defesa agropecuária, garantindo a segurança alimentar e a saúde pública em todo o país” avalia o gestor Diego Gindri.

     

    Foto: Departamento Estadual de Educação Sanitária/Cidasc

     

    Outra visita técnica foi realizada no Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Udesc, onde a equipe foi recebida pelo diretor do CAV, André Thaller Neto. Esta instituição é parceria da Cidasc em outro projeto de educação sanitária, o Sanitarista Acadêmico, contribuindo para a formação dos futuros profissionais, bem como para a capacitação dos colaboradores da Cidasc. Lá os participantes da missão acompanharam um curso de capacitação na área da sanidade suídea para médicos-veterinários oficiais e responsáveis técnicos de agroindústrias e visitaram o laboratório oficial de análises de sementes. 

     

    Os visitantes foram a uma escola em São José do Cerrito que é parceira da Cidasc no projeto Sanitarista Júnior há quatro anos. O projeto é desenvolvido na Cidasc desde 2015 com estudantes de ensino fundamental em dezenas de instituições de ensino. Na escola, os visitantes puderam ouvir os relatos dos professores e alunos sobre o projeto. 

     

    Foto: Departamento Estadual de Educação Sanitária/Cidasc

     

    Outro propósito da visita técnica foi conhecer a experiência da Cidasc na implementação da rastreabilidade bovina e bubalina. Para tanto, os visitantes paraenses acompanharam os colegas da Cidasc em visitas a três propriedades rurais da região, observando o sistema catarinense de rastreabilidade bovina na prática, para ajudar na implantação da rastreabilidade bovina em andamento no Estado do Pará. 

     

    Foto: Departamento Estadual de Educação Sanitária/Cidasc

     

    A missão da Adepará foi recebida também no Departamento Regional de São Joaquim pelo gestor regional Maykon Cechinel Nunes. A região é a maior produtora de maçãs do Brasil, resultado alcançado pela dedicação dos produtores e pelo bom trabalho em sanidade vegetal. Um exemplo é a campanha “Todos contra o Cancro Europeu”, apresentada aos colegas paraenses. Trata-se de uma ação conjunta público-privada, que tem mantido sob controle a temida doença das macieiras, preservando a economia regional, voltada especialmente para a produção e beneficiamento de maçãs.

     

    Foto: Departamento Estadual de Educação Sanitária/Cidasc

     

    Ainda em São Joaquim, os visitantes conheceram as instalações da Cooperserra, certificada com o Selo de Conformidade Cidasc (SCC). A cooperativa presta assistência técnica, beneficia e comercializa a produção de maçãs de agricultores familiares, além de produzir derivados como suco de maçã e chips desidratados, produtos que são fornecidos para a merenda escolar de diversos municípios do Brasil. 

     

    Foto: Departamento Estadual de Educação Sanitária/Cidasc

     

    Foto: Departamento Estadual de Educação Sanitária/Cidasc

     

    O último ponto da agenda foi cumprido na sede da Cidasc em Florianópolis, onde os visitantes se reuniram com o gestor do Departamento Estadual de Defesa Sanitária Animal, Rosemberg Tartari, e o gestor estadual da Divisão da Defesa Sanitária Animal, Diego Rodrigo Torres Severo, que apresentaram o sistema de rastreabilidade bovina e bubalina. Santa Catarina foi pioneira em identificar individualmente todos os animais destas espécies, há 17 anos. 

     

    Esta experiência tem despertado o interesse de muitas agências de defesa agropecuária de outros estados, no momento em que há previsão de implementar o rastreio em todo o rebanho do país para atender a demanda do mercado internacional. Ainda foi possível fazer um resgate histórico do projeto Sanitarista Júnior, em conversa com a engenheira-agrônoma da Cidasc Patrícia Almeida Barroso Moreira, idealizadora do projeto e responsável por sua condução durante vários anos.

     

    Informações: Ascom/Cidasc

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Culto ecumênico marca a celebração da Páscoa na Adepará - 14/04/2025

  • Descrição:

    diacono fala sobre a semana santa

     

     

    Um culto ecumênico, realizado na manhã desta segunda-feira, 14, no auditório da  Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), em Belém, marcou a abertura das comemorações da Semana Santa na Autarquia.


     

    A gerente da Gerência da Área de Gestão de Pessoas (GAGP), Eliana Braga, fez a abertura do evento que contou com a participação de servidores de diversos setores, além do diácono José Marruaz, da Paróquia do Santuário de Nossa Senhora de Fátima, representando a Igreja Católica, e a missionária Nicelma Brito, representante da igreja evangélica. 

     

    missionária fala sobre a Páscoa

     

    Durante a abertura do evento, Eliana Braga destacou a importância da data para os cristãos e como o período serve de reflexão sobre o exemplo de humildade, amor e esperança.

     

    “Que a mensagem da Páscoa nos lembre sempre da importância de recomeçar, de cultivar o bem e continuar com fé, coragem e empatia. Que possamos celebrar ao lado de todos que amamos”, disse.

     

    diretora Lucionila Pimentel

     

    A Diretora de Defesa e Inspeção Vegetal, Lucionila Pimentel, lembrou os ensinamentos de Jesus e destacou a passagem da Bíblia que descreve o Domingo de Ramos - a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém montado em um jumento, que simboliza a simplicidade e a paz.



     

    A celebração da Páscoa na Adepará teve como atração principal uma apresentação musical do Coral “Vozes da Adepará”, grupo artístico formado por servidores e colaboradores da Agência. 

     

    Coral

     

    Conduzido pelo regente Elil dos Anjos, o Coral cantou canções católicas e louvores, que emocionaram os servidores.


    coral e servidores
     

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Comissão de acolhimento e enfrentamento ao assédio moral e sexual realiza reunião - 11/04/2025

  • Descrição:

     

     

    Iniciativa apresentou a composição da comissão formada por servidoras da Adepará



     

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) realizou, nesta sexta-feira, 11,na sede da agência de defesa, reunião com a comissão de acolhimento e enfrentamento ao assédio moral e sexual. Com o objetivo de prevenir,  combater e orientar seus servidores quanto à política de prevenção e enfrentamento ao assédio, que está sendo implantada no órgão. 

     

    Durante o encontro foram debatidas estratégias e ações de prevenção como; seminário presencial e online, criação de folder informativos, capacitação sobre como manter um ambiente de trabalho seguro e respeitoso, agendas de encontros da comissão além da criação de uma portaria estabelecendo políticas públicas de combate e enfrentamento ao assédio sexual e moral. Participaram da reunião representantes do Sindicato dos trabalhadores do setor público agropecuário e fundiário do Pará, Ouvidoria, Gerência de área e gestão de pessoas, gerência de desenvolvimento humano e coordenadoria de comunicação da Adepará. 

     

     

    comissão mulheres

     

     

    Fortalecimento - Segundo a ouvidora, Andrea Brito, é um momento de fortalecimento e estruturação para atender melhor o servidor público. “Chegou o momento de avançarmos com ações como palestras de prevenção para combater qualquer tipo de assédio dentro da agência e no campo, formando um ambiente de trabalho mais acolhedor e seguro” disse.
     

     

    Ao final da reunião, foi formada a comissão composta por oito membros.
     

     

    Presidente - Lara Corrêa
    Vice-presidente - Josely Rodrigues
    Membros: Andréa Brito representando a Ouvidora, Eliana Braga, representando a Gerência de área e gestão de pessoas, Janile Lemos representando a Corregedoria, Jose Damasceno, Assistente Social, Melissa Martins representando a Gerência de Desenvolvimento humano e Nathalia Lima, representando a coordenadoria de comunicação.
     

     

    comissão mulheres

     

     


     

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Adepará paga maior prêmio de produtividade da história da agência - 09/04/2025

  • Descrição:

     

    Termo de pagamento foi encaminhado ao Banpará nesta quarta-feira e será pago na próxima sexta feira

     


    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ), enviou nesta quarta-feira, 09, para o Banco
    do Estado do Pará (Banpará) o termo de pagamento do Prêmio de Produtividade 2024. A gratificação é um benefício
    do servidor da agência de defesa instituído pelo artigo 15 da Lei nº 7.782/2014.  

     

    Em 2025, 731 servidores da Adepará que ocupam cargos efetivos e comissionados serão beneficiados com o prêmio
    produtividade referente a arrecadação de 2024 conforme o Decreto Nº 1.494/2016. 


    “Nós acabamos de assinar o oficio encaminhando para o Banpará autorizando o pagamento do prêmio produtividade
    para o nosso time, para os servidores da agência de defesa’’ comenta o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo. 

     

    gabinete

     


    O pagamento do Prêmio Produtividade ocorrerá em uma única parcela, na próxima sexta-feira, 11 de abril. “São 731
    beneficiados com esse prêmio, é o maior prêmio produtividade da história da Adepará. Parabéns ao todo time da Adepará,
    que se dedica e que não mede esforços para fazer com que a agência de defesa esteja cada vez mais inserida no setor produtivo,
    gerando emprego, renda e desenvolvimento para a cadeia’’ disse o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo. 

     


    Prêmio Produtividade – corresponde ao percentual de 40% (quarenta por cento) do valor obtido por meio do incremento da
    arrecadação alcançada pela ADEPARÁ no último exercício financeiro anterior ao pagamento.  O incremento da arrecadação é
    resultante da comparação do resultado positivo obtido no exercício financeiro anterior em relação à meta projetada para o período
    de apuração, nos termos da Lei de Diretrizes Orçamentárias do Estado.

     

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ADEPARÁ investe em infraestrutura e tecnologia para fortalecer defesa agropecuária - 09/04/2025

  • Descrição:

     

     

    Nova sede da Adepará em Castanhal e Centro de Inteligência vão garantir mais eficiência, acessibilidade e sustentabilidade

     

    Com o objetivo de fortalecer a qualidade e a segurança da produção agropecuária paraense, o Governo do Pará, por meio
    da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), está investindo em infraestrutura, inovação e sustentabilidade.
    As ações ampliam a presença e a atuação da Agência nos 144 municípios do Estado, que já contam com 177 postos de atendimento.

     

    A Adepará se prepara para inaugurar a nova sede própria da Regional de Castanhal, que atenderá 20 municípios da região
    nordeste do Pará. A estrutura, de 25 x 41 metros, foi construída no bairro Cristo e contará com estacionamento, sala de reunião,
    triagem e banheiros com acessibilidade. Além de oferecer melhores condições de trabalho aos servidores, o novo prédio garante
    um atendimento mais confortável e acessível ao produtor rural.

     

    “Estamos em uma fase importante da Adepará, com investimentos estruturais e em sistemas. Em breve, a regional de Castanhal
    terá um prédio próprio, com recursos do próprio Estado, oferecendo mais dignidade ao servidor e ao cidadão”, afirmou
    o diretor-geral da Agência, Jamir Macedo.

     

    Gerência Castanhal

     

    Centro de Inteligência com prédio histórico revitalizado

    Outra frente de investimento é a criação do Centro de Inteligência da Adepará, que funcionará em um prédio histórico
    reformado no espaço onde antes operava um setor do Corpo de Bombeiros. A estrutura passou por ampla reconstrução,
    com renovação do telhado, porão e instalações elétrica e hidráulica, respeitando os critérios de preservação do patrimônio.

     

    O novo centro vai abrigar a gerência de inteligência, o núcleo de monitoramento do Programa Pecuária Sustentável,
    a corregedoria, a gerência de multas e parte do arquivo geral da Adepará. O mobiliário será doado pela Federação da
    Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), com recursos do Fundepec.

     

    Centro de Inteligência

     

    “Por ser um prédio tombado, seguimos todas as exigências legais, preservando as características originais
    como o piso de madeira e o desenho interno”, destacou Jamir Macedo.

     

    Energia limpa e economia

    Com foco em sustentabilidade, a Adepará está implantando uma usina de energia solar em Santa Izabel.
    A estrutura, com placas fotovoltaicas, vai gerar energia suficiente para abastecer 176 unidades da Agência.
    A economia gerada com a conta de luz será revertida em novas ações e projetos prioritários.

     

    Modernização e rastreabilidade no campo

    Nos últimos anos, a Adepará investiu fortemente na modernização de sua estrutura: foram reestruturadas mais de
    20 unidades locais e adquiridos 95 veículos, 50 motocicletas e 16 lanchas voadeiras, além da entrega de 380 computadores,
    tablets e da implantação da versão 2.0 do SIGEAGRO, o sistema de gestão agropecuária do Estado.

     

    Na área animal, o Pará é pioneiro com o Programa Pecuária Sustentável, que realiza a rastreabilidade individual de
    bovinos e bubalinos com dois brincos de identificação — um visual (amarelo) e outro eletrônico (azul), com tecnologia RFID.
    O sistema será obrigatório até dezembro de 2025 e garante a sanidade do segundo maior rebanho bovino do país,
    com mais de 26,5 milhões de animais.

     

    sigeagro

     

    Livre de aftosa e com chocolate certificado

    O Pará se prepara para conquistar, em 2025, o reconhecimento internacional como território livre de febre aftosa sem vacinação.
    Na área vegetal, o Estado segue livre de pragas e com rígido controle sobre seus polos de citrus e as 112 unidades produtivas certificadas.

     

    Um marco recente foi a certificação da primeira agroindústria de chocolate da região do Xingu. Produzido com amêndoas
    consideradas as melhores da Amazônia, o chocolate recebeu o selo artesanal da Adepará, garantindo origem sustentável e qualidade.

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Em Canaã dos Carajás, produtores rurais conhecem o Sistema de Rastreabilidade Bovídea - 04/04/2025

  • Descrição:

     

     

    Durante o encontro, Adepará capacitou 40 Operadores da Rastreabilidade, os chamados OPRs,  
    que vão atuar na identificação individual dos bovinos e bubalinos no estado.

     

     

    Esta semana, o Programa Pecuária Sustentável do Governo do Pará chegou à região de integração de Carajás. A programação
    contou com palestra sobre o Sistema de Rastreabilidade Bovídea do Pará (SRBIPA), um dos eixos do programa desenvolvido
    pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) e foi realizada no auditório da Câmara Municipal de Canaã dos Carajás.

     

     

    O evento contou com a participação de mais de 200 produtores rurais do município e região e contribuiu para divulgar as
    informações desta que é uma iniciativa pioneira do governo estadual e de instituições parceiras para promover uma pecuária
    de alta produtividade com responsabilidade social e ambiental em todas as etapas da cadeia produtiva.

     

     

    treinamento servidores

     

    "Foi um treinamento importantíssimo, no qual foram capacitados 40 profissionais, que vivenciaram a realidade e importância
    da identificação individual dos animais, teoria atrelada à prática. Esse treinamento ajudará a impulsionar ainda mais o programa de
    rastreabilidade, visto que os OPRs terão papel fundamental na aplicabilidade dos elementos e gestão de todo o processo
    no SIGEAGRO", informou Deyveson Bastos, gerente regional de Xinguara.

     

    Produtores com até 100 cabeças podem aderir ao programa nas unidades locais da Adepará. O produtor rural Adair Pereira
    dos Santos, que cria gado desde 1985, é um dos primeiros da região a aderir ao programa no município. "Eu sempre gostei
    de desafios. Eu sou o primeiro hoje a fazer isso aqui no município, mas eu sempre gostei de desafios. Eu acho que tecnologia,
    por mais que eu não saiba usá-la, ela vai ser útil e deve servir para melhorar a nossa atividade no campo. E eu apostei nisso
    e vou apostar".

     

    Com o segundo maior rebanho bovino do país, com 26 milhões de cabeças, o Pará pretende aumentar a transparência e o
    desenvolvimento sustentável da cadeia da pecuária com a identificação individual de todos os bovinos e bubalinos em trânsito
    até dezembro de 2025, e identificar individualmente todo o rebanho do estado até 2026. 

     

     

    Treinamento OPR

     

    O encontro em Canaã teve o apoio da Prefeitura Municipal de Canaã dos Carajás, Secretaria Municipal de Desenvolvimento
    e Produção Rural e Sindicato Rural de Canaã dos Carajás.

     

    "Esse apoio é muito importante para o avanço do programa, destaco que estamos na primeira fase, a qual prioriza as regiões
    sul e sudeste do estado, onde estão os 15 maiores municípios com forte atividade pecuária. Em abril, vamos finalizar esta etapa
    e seguir para o Baixo Amazonas e nordeste do Pará. Agora, é a hora da adesão dos produtores. Nós já estamos prestando o
    serviço de identificação individual animal nas propriedades que possuem rebanhos de até cem cabeças, ofertando, de forma
    gratuita, os brincos do SRBIPA para pequenos e médios produtores em todas as regiões do estado", ressalta Barbra Lopes,
    Gerente de Rastreabilidade da ADEPARÁ.

     

    Barbra Lopes no evento em Canaã

     

    "Esse apoio é muito importante para o avanço do programa, destaco que estamos na primeira fase, a qual prioriza as regiões
    sul e sudeste do estado, onde estão os 15 maiores municípios com forte atividade pecuária. Em abril, vamos finalizar esta etapa
    e seguir para o Baixo Amazonas e nordeste do Pará. Agora, é a hora da adesão dos produtores. Nós já estamos prestando o
    serviço de identificação individual animal nas propriedades que possuem rebanhos de até cem cabeças, ofertando, de forma
    gratuita, os brincos do SRBIPA para pequenos e médios produtores em todas as regiões do estado", ressalta Barbra Lopes,
    Gerente de Rastreabilidade da ADEPARÁ.

     

    Este ano, a Adepará já realizou encontro com produtores visando a expansão do programa e a capacitação de operadores
    de rastreabilidade em Marabá, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia, Piçarra, Redenção e Xinguara.

     

     

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Em Redenção, produtores rurais conhecem as ações do Sistema de Rastreabilidade Bovídea do Pará - 01/04/2025

  • Descrição:

     

    Durante a programação mais de 50 servidores foram treinados no SIGEAGRO e 200 animais bovinos foram identificados.

     

    turma que participou do treinamento

     

    A Agencia de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), em parceria com o sindicato rural de Redenção, realizou o encontro com produtores rurais, pecuaristas, representantes de revendas agropecuárias sobre a rastreabilidade individual bovina e seus benefícios para a produção pecuária do estado.

     

    O encontro aconteceu no último dia 27, no auditório do sindicato rural de Redenção com a presença de 200 convidados. O público pode conhecer as ações do Sistema de Rastreabilidade Individual Bovídea do Pará (SRBIPA), e como a indústria de saúde e tecnologia na área animal vem contribuindo para o crescimento da rastreabilidade individual bovina.

     

    "Essa é mais uma parceria com o sindicato rural de Redenção, onde podemos apresentar ao produtor como o SRBIPA vem sendo executado pela Adepará. Nada melhor do que estar na casa do próprio produtor rural", afirma a gerente de rastreabilidade e cadastro agropecuário da Adepará, Barbra Lopes.

     

    Treinamento SRBIPA em Redenção

     

    O Presidente do sindicato rural de Redenção, Márcio Borges, comenta que o momento é importante para esclarecer dúvida sobre como o sistema de rastreabilidade bovídea vem sendo implantado no estado. "Esse encontro que a Adepará vem fazendo de orientar o produtor é muito importante, onde podemos conhecer e entender como está sendo implantada a rastreabilidade, já que o Pará saiu na frente de outros estados com a rastreabilidade bovina. A capacitação dos servidores com esse novo sistema é positivo para o produtor rural se adaptar com esse novo formato da produção pecuária".

     

    auditorio lotado para assistir a palestra sobre rastreabilidade e OPR

     

     

    Capacitação - Mais de 50 servidores das regionais de Redenção, Xinguara e Tucumã da Agência de Defesa foram treinados com o novo sistema de rastreabilidade, o SRBIPA. A capacitação conta com uso do sistema de gestão e defesa agropecuária responsável por armazenar todas as informações que estão sendo geradas no momento da identificação individual de bovinos e bubalinos, na versão web ou pelo modo offline. Deixando as equipes de campo habilitadas a operar o novo sistema desenvolvido pela Adepará. Durante a prática de campo, a atividade realizada na fazenda cachoeira, 200 animais foram identificados individualmente com o procedimento conhecido como "brincagem". Utilizando dois brincos, um amarelo permitindo uma leitura visual. Já o outro brinco usado, na cor azul com tecnologia RFID.

     

    “Os servidores das três regionais da Adepará de Redenção, Xinguara e Tucumã, estão colocando em prática o uso do sistema de rastreabilidade, como identificar as informações dos animais e como usar no Sigeagro, tirando nossas dúvidas durante a atividade. Nós estamos somando com as três regionais no intuito de capacitar nossos servidores para atender melhor o produtor. Foi um treinamento muito produtivo”, disse o gerente regional de Redenção, Geovainni Arruda.  


     

    O encontro com os produtores contou com o apoio do sindicato rural de Redenção.

     

     

    identificação individual de bovinos em Redenção

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ADEPARÁ devolve à natureza mil caranguejos apreendidos em fiscalização - 01/04/2025

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    Foto: Divulgação

     

    Equipes de fiscalização da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) devolveram à natureza mil caranguejos apreendidos durante ação de fiscalização para proteger o período de defeso do Caranguejo Uçá, espécie que figura na lista de “quase ameaçadas” de extinção.

     

    A apreensão ocorreu no KM 12 da PA-140, próximo à barreira da Polícia Rodoviária Estadual em São Caetano de Odivelas, município da região de integração do rio Guamá, que é considerado um dos principais produtores de caranguejo do Estado.

     

    Foto: Divulgação

     

    O motorista responsável pela carga foi autuado. Os caranguejos foram soltos em uma área de mangue, já que tem papel fundamental na conservação dos manguezais, além de serem uma das principais fontes de renda para as comunidades ribeirinhas . 

     

    Em outra apreensão, a fiscalização identificou cerca de 400 kg de filé de peixe clandestino, que foram apreendidos e destruídos, pois a carga não possuía documento sanitário exigido para o transporte agropecuário.

     

    A operação Defeso do Caranguejo Uçá é realizada desde o primeiro período do defeso, que iniciou em dezembro de 2024, em parceria com outros órgãos ambientais e de segurança pública. Desde então, as equipes da ADEPARÁ seguem em campo  para cumprir a Portaria Interministerial MPA/MMA nº 22/2024, que proíbe a captura, o transporte, a industrialização e a comercialização do caranguejo-uçá. 

     

     

    “Nós estamos em campo em todos esses períodos fazendo a fiscalização do trânsito agropecuário, que é realizada em pontos estratégicos de rodovias para evitar que produtos de origem animal  circulem sem a devida documentação sanitária exigida. no caso do defeso do caranguejo uçá, além da sanidade animal tem também a questão da sustentabilidade, de garantir a preservação dessa espécie”, explicou Paulo bastos, gerente de trânsito agropecuário da ADEPARÁ. 

     

    O período de defeso do caranguejo-uçá em 2025 compreende 5 etapas: 

    - 30 de dezembro de 2024 a 4 de janeiro de 2025
    - 13 de janeiro a 18 de janeiro de 2025
    - 29 de janeiro a 3 de fevereiro de 2025
    - 27 de fevereiro a 4 de março de 2025
    - 29 de março a 3 de abril de 2025.

     

    Defeso - O defeso é uma medida fundamental para proteger a reprodução da espécie, especialmente durante a chamada “andada reprodutiva”, quando os caranguejos saem das tocas para acasalar e liberar os ovos. O descumprimento da norma é considerado crime ambiental e sujeito a penalidades.

     

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